Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Investigadores alertam para riscos ocupacionais nos bombeiros portugueses – estudo

    Créditos: Jorge Oliveira

    PCP requer audição urgente do ministro da Agricultura no parlamento

    fogo chamas

    Incêndios: Médio Tejo entra no verão com mais combustível florestal e milhares de árvores caídas

    Leiria corre contra o relógio para limpar a floresta antes do Verão

    Incêndios: Mais de 17 mil quilómetros de caminhos florestais desobstruídos

    IVV

    Alteração e Prorrogação do prazo de validade das ARCA

    vinho barril adega

    Vinhos do Alentejo com plataforma tecnológica com cinco milhões de dados

    Câmara de Tarouca requalifica açude fundamental para regadios agrícolas

    wood chainsaw

    Incêndios: Municípios querem reforço de registo cadastral, mais sapadores e bolsa de empresas para limpeza

  • Opinião

    Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

    Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

    Manuel Chaveiro Soares

    Importa criar condições para melhorar a competitivade agrícola

    António Covas

    O mundo agro rural, entre o bio produtivismo e o pós-produtivismo

    Valorizar o azeite português: um desígnio coletivo para o futuro

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    fogo chamas

    Incêndios: Médio Tejo entra no verão com mais combustível florestal e milhares de árvores caídas

    30/05/2026

    Los precios del aceite de oliva extra acumulan las mayores caídas

    30/05/2026

    Almendras: mercado estable con pocos cambios en los precios

    30/05/2026

    Vinhos do Alentejo geram quase 1,45 mil ME para economia portuguesa – estudo

    29/05/2026

    Governo angolano aprova regulamento sobre exportação e valorização do café verde

    29/05/2026

    Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça reúne decisores, académicos, proprietários e gestores florestais

    29/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Investigadores alertam para riscos ocupacionais nos bombeiros portugueses – estudo

    Créditos: Jorge Oliveira

    PCP requer audição urgente do ministro da Agricultura no parlamento

    fogo chamas

    Incêndios: Médio Tejo entra no verão com mais combustível florestal e milhares de árvores caídas

    Leiria corre contra o relógio para limpar a floresta antes do Verão

    Incêndios: Mais de 17 mil quilómetros de caminhos florestais desobstruídos

    IVV

    Alteração e Prorrogação do prazo de validade das ARCA

    vinho barril adega

    Vinhos do Alentejo com plataforma tecnológica com cinco milhões de dados

    Câmara de Tarouca requalifica açude fundamental para regadios agrícolas

    wood chainsaw

    Incêndios: Municípios querem reforço de registo cadastral, mais sapadores e bolsa de empresas para limpeza

  • Opinião

    Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

    Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

    Manuel Chaveiro Soares

    Importa criar condições para melhorar a competitivade agrícola

    António Covas

    O mundo agro rural, entre o bio produtivismo e o pós-produtivismo

    Valorizar o azeite português: um desígnio coletivo para o futuro

    Apoios ao Investimento Agrícola: Permanentes, Estruturados e sem Ilusões

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    fogo chamas

    Incêndios: Médio Tejo entra no verão com mais combustível florestal e milhares de árvores caídas

    30/05/2026

    Los precios del aceite de oliva extra acumulan las mayores caídas

    30/05/2026

    Almendras: mercado estable con pocos cambios en los precios

    30/05/2026

    Vinhos do Alentejo geram quase 1,45 mil ME para economia portuguesa – estudo

    29/05/2026

    Governo angolano aprova regulamento sobre exportação e valorização do café verde

    29/05/2026

    Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça reúne decisores, académicos, proprietários e gestores florestais

    29/05/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Artigo do arquivo do Agroportal entre 1999 e 2014.

UE reforma profundamente a sua pol�tica agr�cola:
Rumo a uma agricultura sustent�vel na Europa

por Agroportal
27-06-2003 | 00:00
em Arquivo Agroportal
Tempo De Leitura: 25 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

 

[ Página inicial ] [ Direct�rio ] [ Agronotícias ] [ Pesquisar ] [ Opini�o ] [ Dossiers ] [ Info ] [ Adicionar URL ] [ Novidades ] [ Mapa ]

 

 –  27-06-2003

[ Agroportal ] [ Nacional ] [ Internacional ]

UE reforma profundamente a sua pol�tica agr�cola:
Rumo a uma agricultura sustent�vel na Europa

Os Ministros da Agricultura da União Europeia adoptaram ontem uma reforma profunda da pol�tica agr�cola comum (PAC) que alterar� completamente a forma como a União Europeia apoia o seu sector agr�cola. 

A nova PAC orientar-se-� para os consumidores e os contribuintes e deixar� aos agricultores a liberdade de adaptarem a sua produ��o �s necessidades do mercado. No futuro, a vasta maioria dos subsídios será paga independentemente do volume de produ��o. Para evitar o abandono da produ��o, os Estados-Membros podem optar por manter uma liga��o reduzida entre os subsídios e a produ��o, em condi��es bem definidas e dentro de limites claros. Esses novos "pagamentos únicos por explora��o" estar�o sujeitos ao respeito de normas ambientais, de segurança alimentar e de bem-estar dos animais. A redu��o da liga��o entre os subsídios e a produ��o permitirá que os agricultores da União Europeia se tornem mais competitivos e se orientem mais para o mercado, beneficiando ao mesmo tempo da necess�ria estabilidade de rendimento. Em consequ�ncia da redu��o dos pagamentos directos �s maiores explora��es, passar�o a estar dispon�veis mais recursos financeiros para os agricultores participantes em programas relacionados com o ambiente, a qualidade e o bem-estar dos animais. 

O Conselho decidiu Também proceder a uma revisão das organizações de mercado do leite, arroz, cereais, trigo duro, forragens secas e frutas de casca rija. 

Para respeitar os estritos limites or�amentais fixados para a UE-25 até 2013, os Ministros acordaram em introduzir um mecanismo de disciplina financeira. 

Esta reforma refor�ar� Também o poder de negocia��o da União Europeia nas conversa��es no ambito da OMC actualmente em curso. 

Os diversos elementos da reforma entrar�o em vigor em 2004 e 2005. O pagamento único por explora��o entrar� em vigor em 2005. 

Se, devido �s suas condi��es agr�colas espec�ficas, um Estado-Membro necessitar de um período de transi��o, poder� introduzir o pagamento único por explora��o até 2007, o mais tardar.

Ao comentar a decisão de ontem, o Comissário da Agricultura, Franz Fischler, afirmou: "Esta decisão marca o in�cio de uma nova era. A nossa pol�tica agr�cola mudar� radicalmente. A Europa dotou-se ontem de uma nova e eficaz pol�tica agr�cola. A maior parte dos nossos pagamentos directos deixar� de estar ligada � produ��o. Os nossos agricultores ver�o uma estabiliza��o dos seus rendimentos e poder�o produzir o que o consumidor deseja. Os nossos consumidores e contribuintes beneficiar�o de uma maior transpar�ncia e de uma melhor rela��o qualidade/pre�o.

A reforma envia Também uma forte mensagem ao mundo. A nossa nova pol�tica favorece o com�rcio. Diremos adeus ao antigo sistema de subsídios que distorce significativamente o com�rcio internacional e prejudica os países em desenvolvimento.

A decisão de ontem dar� � Europa uma posi��o forte nas negocia��es no ambito da Agenda de Desenvolvimento de Doha. A União Europeia fez o que lhe competia e cabe agora aos outros tornar as conversa��es da OMC um �xito. não nos enganemos, por�m. Na Reuni�o Ministerial de Canc�n, a União Europeia s� estar� disposta a utilizar o seu capital negocial acrescido se receber algo em troca. não está em causa um desarmamento unilateral. � agora a vez de outros países jogarem, nomeadamente os Estados Unidos, cuja pol�tica agr�cola continua a distorcer fortemente o com�rcio, situa��o que tem tend�ncia a acentuar-se."

Os principais elementos da nova PAC reformada resumem-se em poucas palavras:

  • um pagamento único por explora��o para os agricultores da União Europeia, independente da produ��o; podem ser mantidos elementos não-dissociados limitados para evitar o abandono da produ��o;

  • esse pagamento estar� sujeito ao respeito das normas no dom�nio do ambiente, da segurança dos g�neros aliment�cios, da sanidade animal, da fitossanidade e do bem-estar dos animais, bem como � exig�ncia de manter todas as superf�cies agr�colas em boas condi��es agron�micas e ambientais ("condicionalidade");

  • uma pol�tica de desenvolvimento rural refor�ada, dotada de mais recursos financeiros comunitários, e sujeita a novas medidas a favor do ambiente, da qualidade e do bem-estar dos animais, que auxiliar� os agricultores a cumprir as normas de produ��o da UE a partir de 2005;

  • a redu��o dos pagamentos directos ("modula��o") no caso das explora��es de maiores dimens�es, para financiar a nova pol�tica de desenvolvimento rural;

  • um mecanismo de disciplina financeira que assegure o respeito do or�amento agr�cola fixado até 2013;

  • a revisão da pol�tica de mercado da PAC:

  • redu��es assim�tricas de pre�os no sector dos produtos l�cteos: o pre�o de interven��o para a manteiga será reduzido de 25% ao longo de quatro anos, o que representa uma redu��o adicional de 10% em compara��o com o estabelecido na Agenda 2000; para o leite em p� desnatado � mantida uma redu��o de 15% ao longo de tr�s anos, conforme acordado na Agenda 2000;

  • no sector dos cereais, redu��o para metade dos incrementos mensais, sendo mantido o actual pre�o de interven��o;

  • reformas nos sectores do arroz, do trigo duro, das frutas de casca rija, da batata para f�cula e das forragens secas.

estáo dispon�veis mais informações sobre a reforma na Internet, no seguinte endere�o:
http://europa.eu.int/comm/agriculture/mtr/index_en.htm

A reforma em pormenor

Um pagamento único por explora��o para promover uma agricultura sustent�vel, mais orientada para o mercado

A maioria dos prémios atribuídos no ambito das diversas organizações comuns de mercado será substitu�da por um pagamento único por explora��o. Os pagamentos directos da UE deixar�o assim, na sua maior parte, de estar ligados � produ��o. Os agricultores receber�o, em princ�pio, um pagamento único por explora��o, baseado num montante de refer�ncia relativo a um período de refer�ncia de 2000 a 2002.

Os Estados-Membros que considerem necess�rio minimizar o risco de abandono de terras podem manter ligados � produ��o até 25% dos actuais pagamentos por hectare no sector das culturas arvenses. Alternativamente, podem ser mantidos ligados � produ��o 40% do suplemento para o trigo duro.

No sector da carne de bovino, os Estados-Membros podem decidir:

  • manter até 100% o actual prémio por vaca em aleitamento e 40% do prémio ao abate

ou

  • manter quer até 100% o prémio por vaca em aleitamento quer até 75% do prémio especial para os bovinos machos.

Um máximo de 50% dos prémios por ovino e por caprino, incluindo o prémio complementar em zonas desfavorecidas, podem ficar ligados � produ��o.

As ajudas � secagem de cereais e as ajudas directas nas regi�es ultraperif�ricas e nas ilhas do Mar Egeu podem continuar ligadas � produ��o, caso os Estados-Membros o desejem.

Os pagamentos no sector leiteiro seráo integrados no pagamento único por explora��o a partir de 2008, uma vez aplicada na �ntegra a reforma daquele sector. Os Estados-Membros podem introduzir este regime mais cedo.

estáo Também previstas disposi��es adicionais especiais para outros produtos, tais como o arroz, o trigo duro, a f�cula ou as forragens secas (ver adiante).

Os Estados-Membros podem fazer pagamentos adicionais de 10%, no máximo, da soma dos pagamentos únicos por explora��o para encorajar pr�ticas agr�colas espec�ficas importantes para o ambiente, a produ��o de qualidade e a comercializa��o.

O novo regime entrar� em vigor em 2005. Se, devido �s suas condi��es agr�colas espec�ficas, um Estado-Membro necessitar de um período de transi��o, pode aplicar o pagamento único por explora��o a partir de 2007, o mais tardar. Para fazer face �s distor��es inaceit�veis da concorr�ncia e garantir o respeito das obriga��es internacionais, a Comissão pode, através do procedimento do comit� de gestáo, tomar as medidas necess�rias.

Refor�o das normas ambientais, de segurança dos alimentos e de Saúde e bem-estar dos animais

A concessão plena do pagamento único por explora��o e de outras ajudas directas ficar� ligada ao cumprimento de certas normas legais nos dom�nios ambiental, da segurança dos alimentos, da sanidade animal e vegetal e do bem-estar animal. A condicionalidade contribuirá Também para a conserva��o da paisagem rural. Em caso de incumprimento destas exig�ncias, os pagamentos directos seráo reduzidos em propor��o dos riscos ou preju�zos em causa.

Novo "sistema de aconselhamento agr�cola"

O sistema de aconselhamento agr�cola será facultativo, para os Estados-Membros, até 2006. A partir de 2007, os Estados-Membros dever�o proporcionar aos seus agricultores sistemas de aconselhamento agr�cola. A participa��o destes será volunt�ria. Em 2010, o Conselho decidirá, com base num relatério da Comissão sobre o seu funcionamento, se o sistema de aconselhamento deve tornar-se obrigatério para os agricultores.

Este servi�o permitirá aconselhar os agricultores sobre a aplica��o das normas e boas pr�ticas no processo produtivo. Ser�o efectuadas auditorias �s explora��es através de balanãos e contabiliza��es estruturadas e regulares dos fluxos f�sicos e dos processos considerados relevantes, ao nível. empresarial, para um determinado fim (ambiente, segurança dos alimentos e bem-estar dos animais). Os apoios � auditoria agr�cola seráo disponibilizados no contexto do desenvolvimento rural.

Refor�o do desenvolvimento rural

Haver� um aumento significativo dos fundos da União Europeia dispon�veis para o desenvolvimento rural, bem como um alargamento do ambito dos apoios comunitários ao desenvolvimento rural através da introdu��o de novas medidas. Estas altera��es entrar�o em vigor em 2005. Competirá aos Estados-Membros e �s regi�es decidir da integra��o dessas medidas nos seus programas de desenvolvimento rural.

Trata-se de dar melhor resposta �s preocupa��es em matéria de qualidade e segurança dos alimentos, ajudar os agricultores a adaptarem-se ao grau de exig�ncia das novas normas baseadas na legisla��o da UE e promover um elevado nível. de Saúde e bem-estar animal. Estes objectivos são essenciais para promover uma agricultura sustent�vel e responder �s expectativas gerais da sociedade europeia; são Também objectivos centrais do pacote global de medidas de reforma da PAC, e proporcionar�o aos agricultores novas oportunidades de rendimento (serviços agro-ambientais, promo��o e comercializa��o de produtos de qualidade).

    Novos incentivos de qualidade para os agricultores

      Ser�o concedidos pagamentos de incentivo aos agricultores que participem em sistemas destinados a melhorar a qualidade dos produtos agr�colas e o processo produtivo e a dar garantias aos consumidores nesses dom�nios. Esse apoio será pag�vel anualmente ao longo de um período máximo de cinco anos, e limitado a 3 000 euros anuais por explora��o.

      Ser�o concedidos apoios a agrupamentos de produtores para actividades destinadas a informar os consumidores e a promover os produtos obtidos no ambito de sistemas de qualidade apoiados pela medida anterior. Ser�o autorizados apoios públicos até ao máximo de 70% dos custos eleg�veis do projecto.

    Novos apoios para auxiliar os agricultores a cumprir as normas

      Um apoio tempor�rio e degressivo auxiliar� os agricultores a adaptarem-se � introdu��o de normas exigentes baseadas em legisla��o da UE não integrada ainda na legisla��o nacional em matéria de ambiente, Saúde pública e animal, fitossanidade, bem-estar dos animais e segurança no trabalho. A ajuda será pag�vel numa base forfet�ria e será degressiva ao longo de um período máximo de cinco anos. Ficar� sujeita a um limite máximo de 10 000 euros anuais por explora��o.

      Ser� concedido um apoio aos agricultores destinado a ajud�-los a suportar os custos da utiliza��o de serviços de aconselhamento agr�cola. Os agricultores podem beneficiar de apoio público até ao máximo de 80% dos custos e no limite de 1 500 euros.

Cobertura dos custos dos agricultores no dom�nio do bem-estar dos animais

      Ser� concedido apoio aos agricultores que assumam, durante pelo menos cinco anos, compromissos relativos � melhoria do bem-estar dos seus animais de criação que transcendam as boas pr�ticas pecu�rias habituais. Os apoios seráo pagos anualmente com base nos custos suplementares e no rendimento perdido em virtude desses compromissos, com um máximo anual de 500 euros por cabe�a normal.

 Melhor apoio ao investimento para os jovens agricultores

      A intensidade das ajudas ao investimento para os jovens agricultores será aumentada.

Financiamento

    Reduzir os pagamentos directos para as explora��es de maiores dimens�es, a fim de refor�ar o desenvolvimento rural

A fim de permitir o financiamento das medidas adicionais de desenvolvimento rural, os pagamentos directos �s explora��es de maiores dimens�es seráo reduzidos ("modula��o") do seguinte modo:

Exerc�cio or�amental

2005 2006 2007 2008 a 2013
Explora��es com pagamentos directos anuais até 5 000 � 0% 0% 0% 0%
Mais de 5 000 ? 3% 4% 5% 5%

As regi�es ultraperif�ricas seráo isentas da modula��o.

    Uma taxa de modula��o de 5% disponibilizar� fundos suplementares para o desenvolvimento rural num montante anual de 1 200 milhões de euros.

Quanto � sua reparti��o, um ponto percentual dos fundos gerados pela modula��o permanecer� nos Estados-Membros em que foram gerados. Os montantes correspondentes aos restantes pontos percentuais seráo atribuídos aos Estados-Membros, em função dos seguintes elementos:

  • crit�rios de superf�cie agr�cola

  • emprego agr�cola

  • PIB por habitante em poder de compra

No essencial, cada Estado-Membro receber�, em contrapartida, pelo menos 80% dos seus fundos de modula��o (para mais informações ver a sec��o relativa ao centeio).

As redu��es s� seráo aplicadas nos novos Estados-Membros quando os pagamentos directos atingirem o nível. normal da União Europeia.

    Assegurar a disciplina financeira

    A fixação, na cimeira de Bruxelas, em Outubro de 2002, de um limite máximo para as despesas com a PAC (sub-rubrica 1a) implica a instituição de um mecanismo de disciplina financeira a introduzir a partir de 2007. Caso as previs�es indiquem que a sub-rubrica 1a), com uma margem de segurança de 300 milhões de euros, será excedida num determinado exerc�cio or�amental, será fixado um ajustamento do apoio directo. O Conselho, com base numa proposta da Comissão, fixar� esse ajustamento.

Estabiliza��o dos mercados e aperfei�oamento das organizações comuns de mercado

    Sector das culturas arvenses

Cereais

O actual pre�o de interven��o dos cereais � mantido. O montante de base para as culturas arvenses mant�m-se em 63 euros por tonelada. A correc��o sazonal existente para o pre�o de interven��o ("aumentos mensais") será reduzida de 50%.

Para evitar maior acumula��o de exist�ncias de interven��o, o centeio será exclu�do do regime de interven��o. Para reduzir os efeitos adversos da necess�ria reestrutura��o, seráo aplicadas as medidas a seguir indicadas. Nos Estados-Membros cuja produ��o de centeio seja superior a 5% da sua produ��o total de cereais e a 50% da produ��o comunitária total de centeio 90% do montante resultante da modula��o permanecer� no país. Pelo menos 10% desse montante será gasto nas regi�es produtoras de centeio.

Proteaginosas

O suplemento actual para as proteaginosas (9,5 euros por tonelada) manter-se-�, mas será convertido num pagamento por superf�cie a culturas espec�ficas de 55,57 euros por hectare. Ser� pago no respeito do limite da nova superf�cie m�xima garantida de 1,4 milhões de hectares.

Apoio �s culturas energ�ticas – cr�dito de carbono

A Comissão prop�e uma ajuda de 45 euros por hectare para as culturas energ�ticas, que será aplic�vel a uma superf�cie m�xima de 1 500 000 hectares. A ajuda s� será concedida �s superf�cies cuja produ��o seja abrangida por um contrato entre o agricultor e a ind�stria transformadora, excepto se a transforma��o for efectuada pelo agricultor na explora��o. No prazo de cinco anos a contar do in�cio do regime aplic�vel �s culturas energ�ticas, a Comissão apresentar� um relatério ao Conselho sobre a aplica��o do mesmo, eventualmente acompanhado de propostas.

Trigo duro

O suplemento para o trigo duro nas zonas de produ��o tradicionais será pago independentemente da produ��o. Os Estados-Membros podem decidir manter 40% ligados � produ��o. Esse suplemento será fixado em 313 euros por hectare em 2004, 291 euros por hectare em 2005 e 285 euros por hectare a partir de 2006, e inclu�do no pagamento único por explora��o. A ajuda espec�fica nas outras regi�es onde a produ��o de trigo duro � apoiada, actualmente de 139,5 euros por hectare, será progressivamente eliminada. Os cortes seráo efectuados ao longo de tr�s anos, com in�cio em 2004.

Ser� introduzido um novo prémio de incentivo � melhoria da qualidade do trigo duro utilizado na produ��o de s�molas e de massas. O prémio será pago nas zonas de produ��o tradicional aos agricultores que utilizem uma determinada quantidade de sementes certificadas de variedades seleccionadas. As variedades seráo seleccionadas de modo a satisfazerem crit�rios de qualidade para a produ��o de s�molas e massas. O prémio eleva-se a 40 euros por hectare e será pago até ao limite da superf�cie m�xima garantida actualmente aplic�vel nas zonas de produ��o tradicionais.

Batatas para f�cula

A pol�tica actual prev� um pagamento directo aos produtores de batata para f�cula. No quadro da Agenda 2000, o montante desse pagamento foi fixado em 110,54 euros por tonelada de f�cula. Uma percentagem de 40% desse pagamento será inclu�da no pagamento único por explora��o, com base no historial das entregas � ind�stria. A parte restante será mantida como pagamento espec�fico para a cultura de batata para f�cula. O pre�o m�nimo, bem como a restitui��o � produ��o para o amido e f�cula, seráo mantidos.

Forragens secas

Os apoios ao sector das forragens secas seráo redistribu�dos pelos produtores e pela ind�stria transformadora. Os apoios directos aos produtores seráo integrados no pagamento único por explora��o, com base no historial respectivo das entregas � ind�stria. Para ter em conta as quantidades nacionais garantidas em vigor, seráo aplicados limites máximos nacionais.

A ajuda � transforma��o será fixada em 33 euros por tonelada em 2004/5.

A Comissão apresentar� em 2008 um relatério, eventualmente acompanhado de propostas.

Arroz

Para estabilizar os mercados do arroz, devido, nomeadamente, ao impacto da iniciativa "Tudo excepto Armas", o Conselho decidiu reduzir o pre�o de interven��o, de uma s� vez, em 50 %, para 150 euros por tonelada, alinhando-o pelos pre�os no mercado mundial. A interven��o ficar� limitada a 50 000 toneladas por ano.

Para estabilizar os rendimentos dos produtores, a ajuda directa actual será aumentada de 52 euros por tonelada para 177 euros por tonelada, o que representa uma taxa equivalente � compensa��o total aplic�vel aos cereais no ambito das reformas de 1992 e Agenda 2000. Desse valor, 102 euros por tonelada seráo integrados no pagamento único por explora��o e pagos com base em direitos hist�ricos limitados pela superf�cie m�xima garantida actual. Os 75 euros por tonelada restantes, multiplicados pelo rendimento da reforma de 1995, seráo pagos sob a forma de uma ajuda espec�fica � orizicultura. A superf�cie m�xima garantida será fixada na média de 1999-2001 ou, se esta for inferior, na superf�cie m�xima garantida actual.

O Conselho convidou Também a Comissão a encetar negocia��es, no ambito da OMC, com os parceiros comerciais da União Europeia, a fim de modificar os direitos consolidados aplic�veis ao arroz.

Frutos de casca rija

O regime actual será substitu�do por um pagamento forfet�rio anual de 120,75 euros por hectare, atribuído a uma superf�cie m�xima garantida de 800 000 hectares, dividida em superf�cies m�ximas garantidas nacionais. Os Estados-Membros poder�o complementar este pagamento com um montante máximo anual de 120,75 euros por hectare.

Produtos l�cteos

Para definir perspectivas claras para os produtores do sector leiteiro, o Conselho decidiu manter um regime reformado de quotas leiteiras até � campanha de 2014/2015.

O Conselho decidiu redu��es assim�tricas dos pre�os no sector do produtos l�cteos. O pre�o de interven��o para a manteiga será reduzido de 25% (-7% em 2004, 2005 e 2006 e -4% em 2007), o que representa uma redu��o adicional de 10% em compara��o com o estabelecido na Agenda 2000. Para o leite em p� desnatado, os pre�os seráo reduzidos de 15% (5% por ano de 2004 a 2006), conforme acordado na Agenda 2000.

As compras de interven��o de manteiga seráo suspensas acima do limite de 70 000 toneladas em 2004 que descer�o para 30 000 em 2007. Acima desse limite, poder�o realizar-se compras através de concurso. O pre�o indicativo do leite será suprimido.

A compensa��o � fixada do seguinte modo: 11,81 euros por tonelada em 2004, 23,65 euros em 2005 e 35,5 euros a partir de 2006.

O pagamento único por explora��o s� será aplic�vel no sector leiteiro uma vez aplicada integralmente a reforma, a menos que os Estados-Membros decidam introduzi-lo antes.

O Conselho decidiu um aumento das quotas leiteiras no caso da Gr�cia (+ 120 000 toneladas), bem como uma isen��o tempor�ria para os A�ores, no que respeita � aplica��o da quota leiteira, de 73 000 toneladas em 2003/2004, 61 500 toneladas em 2004/2005 e 50 000 toneladas a partir de 2005/2006.

Reforma dos sectores do azeite, do tabaco e do algod�o

No Outono de 2003, a Comissão apresentar� uma comunica��o, seguida de propostas legislativas, relativa � reforma dos sectores do azeite, do tabaco e do algod�o. As propostas da Comissão proporcionar�o, para estes sectores, uma perspectiva a longo prazo compatével com o quadro financeiro. As reformas propostas para estes sectores basear-se-�o nos objectivos e na abordagem do presente pacote de reformas.


Apontadores relacionados:

Artigos

  • Agronotícias (27/06/2003) – 

  • Agronotícias (27/06/2003) – 

  • Agronotícias (27/06/2003) –  Carlos C�sar sublinha perda de quota leiteira dos A�ores

  • Agronotícias (27/06/2003) –  Reforma da PAC : Reac��o das Associa��es do Sector

  • Agronotícias (27/06/2003) –  Reforma da PAC : Reac��o dos Partidos Pol�ticos

  • Agronotícias (27/06/2003) – 

  • Agronotícias (27/06/2003) – 

  • Agronotícias (27/06/2003) – 

  • Agronotícias (26/06/2003) –  PAC : Ministra dinamarquesa diz que Reforma � menos profunda que o desej�vel

  • Agronotícias (26/06/2003) –  UE / Agricultura : Eurodeputados portugueses divididos, Comissão euf�rica

S�tios

Fonte: CE

[ �cran anterior ]  [ Outras notícias ]

[ Página inicial ] [ Direct�rio ] [ Agronotícias ] [ Pesquisar ] [ Opini�o ] [ Dossiers ] [ Info ] [ Adicionar URL ] [ Novidades ] [ Mapa ]

Produzido por Camares � – �  1999-2007. Todos os direitos reservados.
Optimizado para o IE 5.#, resolu��o 800 x 600 e 16 bits
Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Aumento da quota de leite dos A�ores nas m�os dos l�deres dos Quinze

Próxima Publicação

Acordo sobre a Reforma da PAC :
Ministro da Agricultura considera ter alcan�ado os principais objectivos negociais

Artigos Relacionados

Arquivo Agroportal

Tema central da Ovibeja 2015 homenageia Cante Alentejano

28/11/2014
Arquivo Agroportal

Ministro da Economia lança desafio aos empresários para que façam do “Portugal Sou Eu” um catalisador da economia

28/11/2014
Arquivo Agroportal

Inquérito à estrutura das explorações agrícolas 2013: um retrato com duas realidades

28/11/2014
Próxima Publicação

UE : Melhor informação sobre os produtos � base de carne a partir de Julho de 2003

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

Barragens Não Resolvem Desertificação; Resolvem Estatística

por Nuno Mamede Santos
24/05/2026

Ler mais
Últimas

Água, agricultura e adaptação climática no Algarve: estamos a escolher as soluções certas?

por Maria João Sacadura
17/05/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

IVV

Alteração e Prorrogação do prazo de validade das ARCA

29/05/2026

Aprovação do orçamento do Fundo Ambiental para o ano de 2026

29/05/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul ovibeja PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Junho 2026
STQQSSD
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30      
« Mai   Jul »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.