|
|
|
|
|
|
|
|
– 05-06-2007 |
[ �cran anterior ] [ Outras notícias ] [ Arquivo ] [ Imprensa ] |
Fran�a irredut�vel na defesa da agricultura junto da OMCNum encontro em Lisboa com o seu hom�logo portugu�s, Jaime Silva, Christine Lagarde sublinhou o papel estratégico que a agro-ind�stria tem para o desenvolvimento econ�mico do seu país – representa 15 por cento das exporta��es -, pelo que Paris não abdicar� de lutar pelo sector. O Ministro portugu�s e a sua hom�loga francesa defendem que o dossier agr�cola não deve ser moeda de troca para acordos sobre outros sectores A Fran�a s� apoiar� um acordo no seio da Organiza��o Mundial de Com�rcio, se este tiver por base a reciprocidade, a prefer�ncia comunitária e o equil�brio entre todos os sectores, recusando que a agricultura sirva como moeda de troca para benef�cio de outros dossiers em negocia��o. Sem rodeios, Christine Lagarde, a nova ministra da Agricultura francesa, secundou ontem a posi��o do seu Presidente, Nicolas Sarkozy que, h� uma semana, amea�ou com o veto franc�s, caso os seus interesses não forem salvaguardados. J� ao fim da tarde de ontem a a Sr.� Lagarde declarou em Madrid, ap�s uma reuni�o com a sua hom�loga espanhola, que os dois países faziam causa comum e "esfor�ar-se-�o em prosseguir os princ�pios de reciprocidade, de equil�brio, e de manuten��o e respeito pela prefer�ncia comunitária". Esta posi��o recebeu o consenso do ministro portugu�s: "O acordo [na OMC] terá de ser equilibrado entre todos os sectores porque vemos com preocupa��o que as negocia��es sobre a ind�stria ou os serviços se fa�am � custa da agricultura porque são sempre as culturas do Sul da Europa, como o vinho e as frutas e legumes, que ficam mais prejudicadas." Jaime Silva salientou ainda a import�ncia de se defenderem as indica��es geogr�ficas protegidas. As negocia��es sobre os vinhos e os biocombust�veis – este �ltimo visto com uma nova oportunidade para a agricultura europeia mas que sofre uma concorr�ncia imbatével por parte do Brasil – são alguns dos temas fundamentais para os países do Sul da Europa que podem ser prejudicados durante as discuss�es na OMC. Este posicionamento antecede uma reuni�o fulcral para o futuro da Ronda de Doha, bloqueado desde Maio do ano passado. De 19 a 22 de Junho, o G4, que re�ne os protagonistas da OMC, ou seja, EUA, UE, Brasil e �ndia, para tentar ultrapassar o impasse, com a urg�ncia acrescida pelo facto do mandato da administração Bush para negociar acordos comerciais terminar no final do m�s. Se não houver acordo, dificilmente o Congresso norte-americano renovar� esse mandato, adiando-se as negocia��es por cerca de dois anos. Neste encontro, a agricultura � o principal tema em discussão. Os subsídios norte-americanos e as barreiras aduaneiras europeias estáo sob grande pressão. O Brasil diz que a proposta europeia � razo�vel, mas espera que esta v� mais longe, admitindo, ele pr�prio, ceder no dossier sobre a ind�stria. � contra esta moeda de troca que a Fran�a, com o apoio de Portugal, se revolta. No encontro entre os ministros de Portugal e Fran�a foram acertadas Também agulhas em rela��o � reforma do sector do vinho e ao exame da reforma da PAC. Ambos criticaram a proposta da Comissão Europeia de liberalizar a plantação de vinha ap�s 2013, o que, no seu entender, destruiria o esfor�o feito para equilibrar o mercado. Quanto ao balanão da PAC, a ministra francesa está receptiva � revisão de algumas directrizes, como a do set-aside, mas mostra-se contr�ria � discussão do envelope financeiro. Menos consensual � a modula��o volunt�ria, que Portugal vai aplicar em 10 por cento.
|
|
|
|
|
| Produzido por Camares � – � 1999-2007. Todos os direitos reservados. Optimizado para o IE 5.#, resolu��o 800 x 600 e 16 bits |










































Discussão sobre este post