A crescente resistência à proteína cultivada em laboratório na Europa tem levado diversos países a implementar ou propor restrições rigorosas. A Itália foi pioneira ao proibir a produção e comercialização destes produtos, visando proteger a herança culinária nacional e salvaguardar o setor pecuário tradicional. Outras nações, como a França, Áustria e Hungria, manifestaram igualmente ceticismo, centrando os seus argumentos na soberania alimentar, nos potenciais impactos na saúde e na proteção da economia rural. Consultar aqui.
Fonte: APIC













































