Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma subida das cotações, devido a uma diminuição da oferta, da couve “Repolho Tipo Coração” à saída de produção (SP) II >350 em caixa de 40%, “Brócolos” SP II não calibrada em caixa de 25%, curgete SP não calibrada em caixa e couve-flor SP II >11 em caixa de 20%, e espinafre SP II em molho de 16%. Com um aumento da procura, as cotações subiram para a alface lisa/frisada de ar livre II >150 em caixa em 29% e 17% respetivamente, e alface lisa/frisada de estufa II > 100 em caixa em 29% e 17% respetivamente. Por outro lado, o aumento da oferta associado a uma diminuição da procura, fez descer a cotação da abóbora “Mogango” SP unidade em 33%. Descida, também, das cotações do pepino estufa SP II >250 em caixa de 33%, feijão-verde “Riscadinho” SP II em caixa de 25%, beterraba SP em molho de 20%, tomate “Sulcado” estufa SP II 67-81 em caixa de 25% e >81 em caixa de 22%, “Coração de boi” SP grado em caixa e batata de conservação branca SP grado/médio em saco de 17%, em consequência de uma maior oferta.
Na Beira Interior, área de mercado Guarda, teve início a campanha de comercialização da batata de conservação branca/vermelha.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada das cotações da couve-flor SP não calibrada em caixa de 157%, couve “Lombardo” SP II não calibrada em caixa de 140% e feijão-verde “Riscadinho” SP em caixa de 14%, em resultado do aumento da procura e de uma oferta quase nula, mas de melhor qualidade relativamente à semana anterior. Registaram-se também aumentos nas cotações do tomate “Redondo” SP grado, em caixa de 37%, do tomate “Chucha” SP grado, em caixa de 27%, e do tomate “Redondo” SP médio, em caixa de 21%, refletindo o aumento da procura, associado à redução da oferta e à melhoria da qualidade do produto. A cotação da batata-doce SP não calibrada em caixa teve uma subida de 25%, resultante de uma maior procura, acompanhada por um aumento da oferta, que foi média. Em sentido inverso, verificaram-se descidas nas cotações do feijão-verde “Largo” SP em caixa de 41% e tomate “Redondo maduro” SP grado em caixa de 29%, devido a uma diminuição da procura com oferta baixa e de pior qualidade. Também a diminuição da procura, associada a uma oferta quase nula e de qualidade inferior, contribuiu para a descida das cotações da beringela SP não calibrada em caixa em 40%, alface lisa estufa SP II >100 em caixa em 38% e tomate “Chucha” SP médio em caixa em 17%. Por sua vez, a redução da procura conjugada com oferta média e de pior qualidade, levou à desvalorização das cotações da abóbora “Tipo Francesa” SP em palote de 34% e da couve “Brócolos” SP não calibrada em palote de 15%. Por fim, registaram-se descidas das cotações do tomate “Cacho” SP em caixa de 34%, “Coração de boi” SP grado em caixa de 33% e curgete SP não calibrada em caixa de 25%, resultado de uma diminuição da procura, com oferta elevada e de pior qualidade.
Na área de mercado Península de Setúbal, verificou-se uma descida da cotação da batata primor/nova vermelha SP grado/médio em saco de 18%, em resultado da redução da procura.

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Cotações – Produtos Hortícolas – 29 de junho a 5 de julho de 2026














































