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Manuel Chaveiro Soares

Frango de carne e sustentabilidade

por Manuel Chaveiro Soares
21-09-2025 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 5 mins
A A
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No último meio século a minha principal atividade profissional tem sido consagrada à fileira do frango de carne e cada vez estou mais consciente do contributo inestimável que a produção da referida carne tem proporcionando à sociedade.

Comecei a interessar-me pela nutrição das aves, com relevo para a vertente vitamínica, enquanto técnico da empresa Hoffmann-La Roche, então destacada líder mundial na produção de vitaminas. A propósito da atual dependência da UE no que concerne ao fornecimento de vitaminas, vem a propósito recordar que, circa 1980, a supramencionada empresa suíça estabeleceu uma joint venture (empresa comum) na China e, entretanto, a referida empresa Roche abandonou o fabrico de vitaminas na Suiça, enquanto a China passou a ocupar a posição de líder mundial (curiosamente, no que toca à biotina ou vitamina H, a China mantém a posição de fabricante quase único no mundo, como já anteriormente se tinha verificado com a empresa Roche).

Posteriormente, durante 24 anos, leccionei Produção Avícola e outras disciplinas no âmbito do curso de Zootecnia ministrado no Instituto Superior de Agronomia, e, cumulativamente, colaborei até ao presente no principal Grupo português de produção avícola: inicialmente como nutricionista adstrito à fábrica de alimentos compostos (por sinal, a maior do País e que, ademais, dispõe de uma unidade de preparação de pré-misturas minero-vitamínicas).
Seguidamente tive o privilégio de participar, também no Grupo Valouro, na instalação de um amplo empreendimento de criação e abate de frangos de carne, exemplar a nível europeu em termos de economia circular e classificado pela Ordem dos Engenheiros entre os 10 maiores investimentos realizados no setor agrícola português nos últimos 20 anos. Considerando que as suas características invulgares e do maior interesse em termos de sustentabilidade ambiental, foi solicitado que o mesmo fosse apresentado em Bruxelas, perante uma assistência de numerosos técnicos e investigadores, o que ocorreu em novembro de 2024.

Em 1986 recebi o honroso convite do mesmo Grupo empresarial para participar na instalação de uma empresa de multiplicação avícola (Gallus gallus), destinada à produção de pintos do dia e à exportação de ovos de incubação. De assinalar que o Grupo exerce toda a atividade em instalações próprias (aviários e centros de incubação), tendo experimentado um crescimento considerável, atingindo, com as referidas características, uma dimensão ímpar na UE. Acresce que alcançou também uma elevada competitividade, que se traduz por exportações que atingem um valor correspondente a metade da faturação anual (contributo não negligenciável para o equilíbrio da nossa balança agro-alimentar).

Cabe notar que dispondo o Grupo de centros de abate de aves desde a década de 1960 e de fábrica de rações desde a década seguinte, a atividade de multiplicação avícola veio, pela primeira vez em Portugal, verticalizar a fileira do frango de carne (de salientar que este modelo viria a ser também adotado entre nós por outros importantes produtores do setor animal).

Como comecei por sublinhar, é inestimável o contributo da produção de frangos de carne dispensado à sociedade, nomeadamente em termos de sustentabilidade social, económica e ambiental.

Antes de abordar estes contributos parece pertinente relevar sucintamente os progressos realizados na criação de frangos, nomeadamente após a II Grande Guerra (1945). Assim importa assinalar as áreas que maiores contributos dispensaram para esses progressos:

1) melhoramento genético, que desde então e de forma continua tem aumentado enormemente a eficiência alimentar, tanto das galinhas reprodutoras como dos frangos de carne, o que se traduz em menor consumo de ração, logo menores áreas cultivadas (milho e soja principalmente) e preços de venda da carne ao consumidor cada vez mais baixos;

2) nutrição, beneficiando sobretudo da descoberta das vitaminas e sua síntese química nas primeiras décadas do século XX, a que se seguiu a síntese dos aminoácidos essenciais que vieram facilitar a formulação de dietas em consonância com as necessidades nutritivas das aves e, mais recentemente, a utilização de enzimas;

3) profilaxia, com destaque para o crescente número de vacinas (aguarda-se a generalização do uso da vacina contra a gripe aviária), evitando a ocorrência de inúmeras doenças e permitindo assim também o confinamento das aves;

4) condicionamento ambiental, que atualmente atingiu um nível de excelência, incluindo o controlo de diversos parâmetros no interior dos aviários, de modo a proporcionar um elevado bem-estar às aves, a saber: temperatura, humidade relativa, ventilação condicionada, concentração de amoníaco e de dióxido de carbono.

Em termos de sustentabilidade ambiental já referimos que a crescente eficiência das aves tem conduzido a um consumo de alimentos cada vez menor, estimando-se que aos avanços registados no melhoramento avícola corresponde, para uma mesma produção avícola, uma redução de 600 000 hectares de terra cultivada por ano.

Como corolário dos progressos anteriormente mencionados, é interessante assinalar que, quando se iniciou a moderna avicultura, em finais da década de 1950, um frango abatido aos 28 dias de idade atingia o peso vivo de 316 g e precisava de consumir 4,4 kg de alimento (ração); atualmente, à mesma idade, pesa 1,5 kg e consome 1,5 kg de ração.

Ainda no que concerne à sustentabilidade ambiental, acresce que, atualmente, no caso do Grupo Valouro as energias renováveis produzidas (eólica e fotovoltaica), em geral em terrenos anexos aos aviários, correspondem ao triplo da energia elétrica consumida pelo Grupo.

Em termos sociais, o desenvolvimento da produção avícola criou inúmeros postos de trabalho, vindo a propósito referir que a empresa de multiplicação avícola atrás mencionada foi inicialmente instalada num concelho cujo Presidente da Câmara pedia a criação de 80 postos de trabalho mas, atualmente, a referida atividade ocupa mais de 700 trabalhadores, distribuídos por diversos concelhos, de Tondela a Serpa.

Mas não menos importante, cumpre assinalar que a crescente eficiência da produção em apreço tem contribuído de forma substancial para o desejado aumento do consumo de proteína animal de elevada qualidade, saborosa e de baixo preço: em Portugal o consumo de carne de aves era de 1,4 kg por habitante/ano em 1960, enquanto atualmente só o consumo de carne de frango eleva-se a 43 kg – sendo a carne mais consumida no País. Aliás, a nível mundial, todas as projeções apontam para um aumento do consumo de carne de frango. Acresce que além de saborosa e barata, a carne de frango é uma importante fonte de proteína animal, porque contém todos os aminoácidos essenciais para a regulação de processos metabólicos e para a recuperação muscular. É também uma excelente fonte de vitaminas do complexo B e é rica em minerais, oferecendo benefícios para a saúde cardiovascular.

O peito de frango é especialmente preferido para quem quer emagrecer e ganhar massa muscular. Não é por acaso que está incluído na dieta do admirável Cristiano Ronaldo.

Manuel Chaveiro Soares

Engenheiro Agrónomo, Ph. D.

Gripe Aviária: um risco que importa minimizar

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