A exportação de bens alimentares dos Açores aumentou em 2025 para 445,5 milhões de euros, mais 12,3 milhões do que em 2024 e o “maior valor dos últimos 10 anos”, destacou hoje o Governo Regional.
“Em 2025, conseguimos alcançar 445 milhões de euros de expedição de bens alimentares. É o maior valor dos últimos 10 anos. Em 2016, expedíamos 288 milhões de euros. Em 2025, atingimos 445,5 milhões de euros de expedição de bens alimentares”, afirmou o secretário regional da Agricultura e Alimentação.
António Ventura falava à comunicação social na SAGAL 2026 – Feira de Exportação dos Sabores de Portugal, que decorre entre hoje e quarta-feira, na Feira Internacional de Lisboa (FIL).
Segundo os dados consultados, a exportação de bens agrícolas na região atingiu em 2025 os 445,5 milhões de euros, número superior ao registado em 2024 (433,20 milhões de euros) e 2023 (428 milhões), enquanto em 2016 aquele valor situou-se nos 288,80 milhões de euros.
“Isso significa um acréscimo em quantidade, mas principalmente no valor de venda destes produtos. Esperamos continuar a crescer. É um bom indicador”, reforçou Ventura.
O secretário da Agricultura do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) destacou a importância de “criar riqueza” através da “venda de produtos para o exterior”, mas reiterou o objetivo de aumentar a produção de alimentos para o mercado interno regional.
“Um dos objetivos da nossa política pública no âmbito da agricultura é produzir alimentos para o mercado interno e para expedição. Uma região que não produz alimentos para a sua população é uma região pobre”, defendeu.
António Ventura destacou a importância de a região estar representada na SAGAL 2026, já que os Açores se devem posicionar no mercado internacional com “produtos de natureza distinta” para apelar à “sensibilidade dos consumidores”.
“Mais do que promover os nossos produtos em ‘outdoors’ ou revistas, é promover o contacto entre quem tem vontade de comprar e quem tem vontade de vender”, realçou.
A SAGAL 2026 conta com cerca de 400 expositores nacionais e mais de 1.000 compradores internacionais, oriundos de mercados como os Estados Unidos, Canadá, China, Japão, Singapura, Brasil, além de vários países europeus.
















































