Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma subida das cotações do nabo com rama à saída de produção (SP) em molho de 21% e da cenoura SP categoria II calibre >20 saco de 11%, devido a uma diminuição da oferta. Por outro lado, o aumento da oferta levou a uma desvalorização das cotações da curgete SP não calibrada de 29%, do espinafre SP II em molho de 24%, da alface lisa estufa SP II >100 de 17%, da couve “Penca” SP II não calibrada e do “Repolho Tipo Coração” SP II >350 de 13% e da nabiça SP em molho de 12%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, teve início a campanha de produção e comercialização da couve “Galega”. Verificou-se um aumento da oferta e concorrência de produto de outras zonas do país, o que levou a uma descida das cotações da alface frisada estufa SP II >100 e da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 de 14% e da “Lombardo” SP II não calibrada de 13%.
Na área de mercado Viseu, a batata conservação branca SP tamanho grado/médio tem apresentado problemas no estado de conservação, o que levou a uma desvalorização da cotação de 38%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida acentuada da cotação da batata-doce SP não calibrada de 73%, devido a uma maior procura com oferta média/baixa com melhor qualidade face à semana anterior. Também um aumento da procura, associado a uma oferta média, valorizou as cotações da couve-flor SP não calibrada em 14% e, associado a uma oferta quase nula, valorizou a cotação do tomate “Cherry” SP em 11%. Quanto às descidas, a diminuição da procura, associada a uma oferta quase nula de qualidade inferior, fez descer a cotação da couve “Brócolos” SP não calibrada em 44%. A cotação do tomate “Redondo” SP médio teve uma desvalorização de 35%, devido à diminuição da procura, com oferta baixa e pior qualidade do produto. Ainda, a menor procura, associada ao aumento da oferta de qualidade inferior, fez descer as cotações da couve “Lombardo” SP II não calibrada em 30%, do tomate “Chucha” SP grado 16% e do tomate “Cacho” SP em 11%. A menor procura de feijão-verde “Largo” SP associada a um aumento da oferta, que foi alta, levou a uma descida da cotação de 30%. Verificou-se também uma descida da cotação da ervilha “Vagem comestível” SP, de 14%, resultante de diminuição da procura, com oferta quase nula. Por fim, uma oferta alta levou a uma ligeira desvalorização de 11% da cotação do peino SP não calibrado.
Na área de mercado da Península de Setúbal, os solos encharcados, devido às chuvas ocorridas na época de sementeira, dificultaram a instalação da cultura da cenoura e afetaram a produção. Assim, a oferta foi menor, o que levou a uma subida da cotação da cenoura SP II >20, em saco, de 13%.
No Alentejo, área de mercado Odemira, a oferta de batata-doce SP, de tamanho grado/médio, em saco de 20 kg foi menor, o que levou a uma ligeira valorização da cotação em 11%.
No Algarve, área de mercado Aljezur, terminou a campanha de produção e comercialização da batata-doce.
















































