Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, registou-se uma diminuição da oferta, que resultou na subida das cotações à saída de produção (SP) do feijão-verde “Achatado Direito” estufa SP, categoria II, em caixa, de 25%, do tomate “Cacho” estufa SP, categoria II, calibre 67-81, em caixa, de 20%, e do tomate “Sulcado” estufa SP, categoria II, nos calibres 67-81 e >81, ambos em caixa, de 17% e 16%, respetivamente. Em sentido contrário, o aumento da oferta contribuiu para a descida das cotações do pimento verde estufa SP, categoria II, calibre >50, em caixa, de 29%, do nabo com rama SP, em molho, de 21%, da couve-flor SP, categoria II, calibre >11, em caixa, de 20%, do tomate “Coração de Boi” SP, grado, em caixa, de 17%, do grelo de nabo SP, em molho, de 13%, do espinafre SP, categoria II, em molho, de 12% e da beringela “Alongada” SP, categoria I, calibre > 40, em caixa, de 10%.
Na Beira Interior, área de mercado da Guarda, a procura de batata de conservação branca/vermelha SP, tamanho grado/médio, em saco, foi fraca, contribuindo para uma descida da cotação de 23%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Registou-se uma subida acentuada das cotações da couve “Lombardo” SP, não calibrada, em caixa, de 84%, da curgete SP, não calibrada, em caixa, de 51%, e menos expressiva do pimento verde SP, não calibrado, em palote, de 11% e do tomate “Redondo maduro” SP grado, em caixa, de 10%, devido a um aumento da procura associado a uma oferta média e de melhor qualidade face à semana anterior. Também o reforço da procura, conjugado com uma oferta elevada e de melhor qualidade, contribuiu para a valorização das cotações do pepino SP, não calibrado, em caixa, de 54%, e do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 32%.
A cotação da beringela SP, não calibrada, em caixa, teve uma subida de 29%, em consequência de uma maior procura e de uma oferta reduzida, mas de melhor qualidade. Registaram-se igualmente subidas nas cotações da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 28%, e do nabo com rama SP, em caixa, de 19%, devido ao aumento da procura associado a uma oferta quase inexistente e de melhor qualidade. Relativamente às descidas, a redução da procura, associada a uma oferta quase nula e de qualidade inferior, provocou uma desvalorização das cotações da alface lisa estufa SP, categoria II, calibre >100, em caixa, de 46%, e da alface frisada SP, categoria II, não calibrada, em caixa, de 41%. A diminuição da procura, juntamente com uma oferta reduzida e de qualidade inferior, contribuiu para a descida das cotações da couve “Brócolos” SP, não calibrada, em palote, de 38% e do tomate “Cherry” SP, em caixa, de 30%. A cotação da couve “Repolho Tipo Coração” SP, não calibrada, em caixa, teve uma descida de 30%, resultado da redução da procura associada a uma oferta elevada de qualidade inferior. Por sua vez, uma diminuição da procura num contexto de oferta reduzida, levou à descida da cotação do feijão-verde “Largo” SP, em caixa, de 14%. Por fim, a redução da procura associada a uma oferta elevada e de qualidade inferior, contribuiu para uma ligeira descida das cotações do tomate “Redondo” SP, grado, em caixa, de 12% e da couve-flor SP, não calibrada, também em caixa, de 10%.
















































