Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma redução da oferta, que se traduziu numa subida acentuada das cotações do tomate “Sulcado” estufa à saída de produção (SP) categoria II calibre 67-81, em caixa, de 100% e do calibre >81, em caixa, de 90%, da beringela “Alongada” SP I >40, em caixa, de 60%, da beterraba SP, em molho, e da couve “Penca” SP II não calibrada, em caixa, de 25%, da nabiça SP, em molho, de 24% e do feijão-verde “Achatado Direito” estufa SP II, em caixa, de 11%. Por outro lado, o aumento da oferta, fez desvalorizar as cotações da couve “Brócolos” SP II não calibrada, em caixa, em 29%, da cenoura SP II >20, em saco, em 25%, do alho francês SP II >20, em caixa, e da couve-flor SP II >11, em caixa, em 17%, da alface frisada de ar livre SP II >150, em caixa, e da alface frisada em estufa SP II >100, em caixa, em 14%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, iniciou-se a campanha de produção e comercialização da couve “Repolho Liso” e do pimento vermelho em estufa. Os picos de calor registados nas últimas semanas afetaram a qualidade da couve, provocando queimaduras nas folhas, exigindo a sua remoção manual, o que aumentou os custos de produção e se refletiu numa subida de 20% da cotação da couve «Lombardo» SP, categoria II, não calibrada, em caixa. A menor oferta de produto com qualidade, também contribuiu para a valorização, em 14%, da cotação da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350, em caixa.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida muito acentuada das cotações da batata-doce SP não calibrada, em caixa, de 298% e do tomate “Redondo maduro” SP grado, em caixa, de 50%, em resultado de um aumento da procura, associado a uma oferta média de melhor qualidade, comparando com a semana anterior. Registaram-se igualmente subidas acentuadas nas cotações do pimento vermelho SP não calibrado, em palote, de 109%, tomate “Chucha” SP médio, em caixa, de 106% e de forma menos expressiva, da couve-flor SP não calibrada, em caixa, de 19%, devido ao aumento da procura conjugado com uma oferta quase nula de produto de melhor qualidade. A conjugação de uma procura mais elevada com uma oferta abundante e de melhor qualidade valorizou significativamente as cotações do tomate “Coração de boi” SP grado, em caixa, em 125%, do “Redondo” SP grado, em caixa, em 69%, do “Redondo” SP médio, em caixa, em 28% e do pepino SP não calibrado, em
caixa, em 22%. Subida, ainda, das cotações da couve “Brócolos” SP não calibrada em palote de 15% e da beringela SP não calibrada em caixa de 10%, em consequência de uma maior procura associada a uma oferta reduzida e de qualidade superior. Relativamente às descidas, registou-se uma desvalorização das cotações do tomate “Chucha” SP grado, em caixa, de 76%, da curgete SP não calibrada, em caixa, de 31% e da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 27%, resultado de uma diminuição da procura associada a uma oferta média/alta e de qualidade inferior. A cotação do feijão-verde “Largo” SP, em caixa, teve uma descida de 37%, devido à redução da procura, apesar da oferta baixa, com produto de qualidade inferior.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização do tomate “Sulcado” de ar livre e terminou a campanha do feijão-verde “Achatado Direito” em estufa, do tomate “Alongado” e do “Sulcado”, em estufa.













































