A FENAPECUÁRIA contesta as novas orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) para as ementas escolares, que classifica como desproporcionadas nas restrições impostas à proteína animal nas refeições servidas aos alunos.
Em causa está a frequência prevista para refeições exclusivamente à base de proteína vegetal, entre duas e quatro vezes por mês. A federação pede que a DGS esclareça a fundamentação científica destas frequências e das restrições à proteína animal, à luz das recomendações da FAO e da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma alimentação equilibrada.
A FENAPECUÁRIA afirma que as cantinas escolares devem promover uma alimentação nutricionalmente adequada, na qual as leguminosas têm lugar, mas sustenta que é imprescindível garantir uma fonte de proteína animal nas refeições principais.
“A alimentação dos mais jovens deve ser guiada pela ciência, pelo valor nutricional e pelos benefícios dos alimentos para a saúde, não podendo ser refém de ideologias”, afirma Idalino Leão, presidente da federação, no comunicado divulgado a 21 de outubro. O responsável apela à DGS para que “clarifique a fundamentação destas orientações e reavalie as restrições propostas”.
O artigo foi publicado originalmente em Vida Rural.















































