Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma valorização das cotações do tomate “Cereja” estufa, à saída de produção (SP), categoria I não calibrado de 50%, do “Coração de Boi” SP grado de 30%, do “Sulcado” estufa SP calibres 67-81 de 25% e >81 de 22% e do “Cacho” estufa SP II 67-81 de 10%. Esta evolução deveu-se à diminuição da oferta, associada a um aumento da procura. As cotações do pepino estufa SP II >250, e do alho francês SP II >20, registaram igualmente subidas de 13% e de 10%, respetivamente, devido a uma menor oferta. Por outro lado, um aumento da oferta, levou a uma descida das cotações da beringela “Alongada” SP categoria I calibre >40, de 19%, da couve-flor SP II >11, de 15%, da alface lisa de ar livre SP II calibra >150, e da alface lisa de estufa SP II >100, ambas de 11%. Registou-se ainda uma diminuição da procura de abóbora “Mogango” SP, por unidade, que resultou numa descida de 17% da cotação.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Registou-se uma subida acentuada da cotação do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 145% e, de forma menos acentuada do pepino SP não calibrado, em caixa, de 58%, do tomate “Coração de Boi” SP grado, em caixa, de 41% e do “Chucha” SP grado, em caixa, de 31%. Estas valorizações resultaram de um aumento da procura, associado a uma oferta elevada e de melhor qualidade face à semana anterior. As cotações também subiram, de forma expressiva, para o feijão-verde “Largo” SP, em caixa, em 96%, para a curgete SP não calibrada, em caixa, em 44% e para a couve-flor SP não calibrada, em caixa, em 34%, resultado de uma maior procura associada a uma oferta média e de melhor qualidade. O aumento da procura, conjugado com um ligeiro aumento da oferta, que se manteve média/baixa e de melhor qualidade, conduziu também à subida de 41% da cotação do tomate “Cherry” SP, em caixa. Registaram-se ainda subidas de 17% na cotação do tomate “Chucha” SP médio, em caixa, devido a um ligeiro aumento da procura, associado a uma oferta quase nula e de qualidade superior, e de 13% na do tomate “Redondo” SP grado, em caixa, em resultado de um ligeiro aumento da procura, conjugado com uma oferta elevada. No que respeita às descidas, destacou-se a cotação da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, que desvalorizou 17%, devido a uma redução da procura perante uma oferta baixa. A cotação do tomate “Redondo” médio, registou igualmente uma descida de 14%, em resultado de uma menor procura, associada a uma oferta elevada.














































