O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco Proteste, atingiu esta semana um novo máximo, ultrapassando os 260 euros, após uma nova subida de 1,37 euros, divulgou hoje a organização.
“O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa esta semana 260,89 euros, mais 1,37 euros face à semana anterior”, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado hoje divulgado.
Esta foi a sétima semana consecutiva em que o preço do cabaz essencial aumentou, tendo chegado ao valor mais alto desde o início da monitorização, em 2022.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 15 e 22 de abril, os flocos de cereais (19% para 2,78 euros), o café torrado moído (16% para 5,28 euros por quilograma) e os douradinhos de peixe (13% para 5,86 euros) foram os produtos que mais encareceram em termos percentuais.
Segundo a Deco Proteste, o cabaz é hoje 19,06 euros mais caro que desde o início do ano (subida de 7,88%) e 22,16 euros do que há um ano.
Face ao início de 2022, o cabaz está hoje 73,19 euros mais caro, tendo subido quase 39%.
Em relação ao ano passado, as maiores subidas de preços verificaram-se em produtos como a couve-coração (60%, para 2,02 euros por quilograma), o carapau (52% para 6,58 euros por quilograma) e o café torrado moído (45%).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos foram registados na carne de novilho (122% para 12,94 euros por quilograma), a couve coração (104%) e os ovos (84% para 2,10 euros).

















































