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– 27-07-2004 |
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COMUNICADO DE IMPRENSAAVIDOURO : O Douro de novo � notíciaUm mal quando vem nunca vem s�. Depois da ofensiva legislativa promovida pelo Governo PSD e CDS do Dr. Dur�o Barroso que imp�s recentemente ao Douro e aos Durienses o actual figurino inter-profissional, esvaziando os poderes públicos � Casa do Douro, deixando esta mais fr�gil e vulner�vel para defender os interesses dos milhares dos pequenos viticultores durienses, ao mesmo tempo que ampliava e refor�ava os crescentes poderes do com�rcio e das multinacionais do sector (tal com a CNA e a AVIDOURO alertaram e denunciaram); indubitavelmente as consequ�ncias não se fizeram esperar. J� não bastava assistirmos, �s crises c�clicas provocadas ostensivamente pelos grandes interesses do Com�rcio e do sector da exportação do vinho do Porto ao impor � Lavoura os pre�os e o volume de vinho a escoar; o ostracismo com que a regi�o tem sido tratada nos diversos Quadros comunitários de Apoio da U.E, e em particular dos apoios comunitários �s politicas de mercado; ou da crise latente e prolongada da deprecia��o dos pre�os e falta de escoamento � produ��o do vinho de mesa e do generoso; da crise com que estáo mergulhadas muitas Adegas Cooperativas incapazes de assumir os compromissos financeiros com os seus associados; ou ainda, a perda de mais de 30% de beneficio nos �ltimos 2 anos. Estas são algumas das consequ�ncias mais negativas para a regi�o que os lavradores t�m suportado. O FUTURO DO DOURO PASSA PELA UNI�O E PELA LUTA DE TODOS OS DURIENSESAproveitando as prebendas e as benesses que o Governo do Dur�o Barroso lhes concedeu, os grandes interesses do Com�rcio de Gaia, em " aparente" paridade com a produ��o. Foram na verdade refor�ados com o apoio de alguns pseudos defensores que � muito se afastaram dos interesses e dos anseios da lavoura Duriense. Estes senhores incompreensivelmente com assento pleno no Conselho Interprofissional do Instituto do Douro e Porto, IVDP, não respeitaram o sentir inequ�voco do Conselho Regional e acabaram por abster-se no comunicado das vindimas para a colheita de 2004, posicionando-se ao lado dos exportadores. Também do mesmo lado esteve o Presidente do IVDPP (nomeado pelo Governo, que como tal, no m�nimo, deveria ter-se abstido em nome da imparcialidade). Todos apoiaram propostas altamente lesivas dos interesses dos milhares de viticultores ao introduzir uma metodologia de valoriza��o das uvas de classes A e B em detrimento das restantes, que objectivamente são maioritariamente perten�a das grandes quintas e casas exportadoras e a passagem da conta corrente dos produtores para o IVDP, conta esta, que sempre foi considerada patrim�nio da lavoura e da sua instituição. No fundo apoiaram os mesmos que j� foram contemplados com vultosos investimentos feitos � custa da U.E. e fundos públicos e hoje, através destas altera��es pretendem "abocanhar" grande parte do beneficio que � patrim�nio indiscut�vel dos pequenos e m�dios vitivinicultores que mesmo sem quaisquer apoio financeiro no passado souberam retirar destas alcantiladas encostas durienses o magro sustento das suas fam�lias. A AVIDOURO e a CNA, ao mesmo tempo que manifesta o seu mais profundo rep�dio por tais altera��es apela aos viticultores e ao movimento associativo regional, para conjugar esfor�os e energias e lutar contra mais estas injustas e in�quas medidas. Este � o precedente desejado pelo com�rcio exportador, que � muito anseia a liberaliza��o do beneficio. Os Lavradores Durienses encontrar�o com as suas Associa��es e a pr�pria Casa do Douro as formas de ac��o e luta para dizer. não a tais intentos. Vila Real, 22 de Julho de 2004 A DIREC��O DA AVIDOURO
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