Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    assembleia da republica logo

    Audição às Organizações de Agricultores na AR

    Setor Florestal Unido Face aos Danos Depressão Kristin

    Álvaro Mendonça cedida

    CAP diz que AR está a pôr sobrevivência do setor em risco com decisão sobre aguardente

    Agricultores pedem aos governantes que se entendam após 16 reprogramações do PDR

    Floresta: da gestão ativa no território aos novos bioprodutos de valor acrescentado

    Comunicado de Organizações de Agricultores do Douro sobre uso exclusivo de aguardente vínica da Região na produção de Vinho do Porto

    ESAC

    Estudo indica que movimento das aves aquáticas tem implicações na propagação do vírus da gripe aviária

    José Maria Vilhena designado como vogal para a AG PEPAC no continente

    Associação Zero critica Governo por premiar “má gestão do regadio” em Alqueva

  • Opinião

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Floresta: da gestão ativa no território aos novos bioprodutos de valor acrescentado

    03/02/2026

    Mau tempo: Setor das frutas e legumes pede apoios ao governo além de linhas de crédito

    02/02/2026

    Fumo, fogo e atmosfera

    02/02/2026

    Federação Minha Terra | Newsletter nº 338

    02/02/2026

    OGM | Canadá aprova para consumo porcos geneticamente modificados resistentes ao vírus PRRSV  

    02/02/2026

    Folha Informativa do INIAV – Dois Portos | Edição nº 345

    02/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    assembleia da republica logo

    Audição às Organizações de Agricultores na AR

    Setor Florestal Unido Face aos Danos Depressão Kristin

    Álvaro Mendonça cedida

    CAP diz que AR está a pôr sobrevivência do setor em risco com decisão sobre aguardente

    Agricultores pedem aos governantes que se entendam após 16 reprogramações do PDR

    Floresta: da gestão ativa no território aos novos bioprodutos de valor acrescentado

    Comunicado de Organizações de Agricultores do Douro sobre uso exclusivo de aguardente vínica da Região na produção de Vinho do Porto

    ESAC

    Estudo indica que movimento das aves aquáticas tem implicações na propagação do vírus da gripe aviária

    José Maria Vilhena designado como vogal para a AG PEPAC no continente

    Associação Zero critica Governo por premiar “má gestão do regadio” em Alqueva

  • Opinião

    Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

    luis caixinhas

    Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Floresta: da gestão ativa no território aos novos bioprodutos de valor acrescentado

    03/02/2026

    Mau tempo: Setor das frutas e legumes pede apoios ao governo além de linhas de crédito

    02/02/2026

    Fumo, fogo e atmosfera

    02/02/2026

    Federação Minha Terra | Newsletter nº 338

    02/02/2026

    OGM | Canadá aprova para consumo porcos geneticamente modificados resistentes ao vírus PRRSV  

    02/02/2026

    Folha Informativa do INIAV – Dois Portos | Edição nº 345

    02/02/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Hidro-ibérica

Olival em sebe com novas variedades: um caminho para a expansão

por Agroportal
15-09-2023 | 14:30
em Últimas, Comunicados
Tempo De Leitura: 9 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Consegue imaginar Portugal sem olivais na sua paisagem? É praticamente impossível! Há variedades de oliveira que nos povoam há séculos e outras que agora começam a encontrar lugar no nosso país, pela mão da colaboração entre a AGROMILLORA e a HIDRO-IBÉRICA. A paisagem transforma-se, a qualidade melhora e o olival em sebe ganha poder.

A oliveira, que se pensa ser originária da Ásia Menor, começou por ser cultivada no Irão, na Síria e na Palestina, sendo uma das árvores mais antigas cultivadas no mundo. No século XVI a.C., iniciou-se a difusão da olivicultura por toda a região mediterrânica, como parte integrante da consolidação da conquista de novos territórios por Fenícios, Gregos e Romanos.

Ao longo dos séculos, as diversas variedades introduzidas em cada região foram sendo selecionadas com base na adaptabilidade às condições climáticas, geográficas, no rendimento em azeite, vigor ou época de colheita, entre outros factores. Em Portugal, onde o setor olivícola é um dos mais destacados dentro da área agrícola, também se pode comprovar essa diversidade.

Avancemos para um tempo mais recente: olhando para a seleção e escolha varietal feita aquando do início da grande revolução da olivicultura moderna, no início dos anos 90, comprova-se o enorme salto evolutivo da olivicultura, com a conversão de olivais tradicionais, de compassos mais alargados, em olivais com compassos mais apertados, que permitem a formação em sebe.

O que hoje em dia é geralmente aceite pelo sector, parecia naquela altura um atrevimento: olivais que se instalassem com o objectivo de formar uma sebe eram anunciados como um fracasso expectável. Na verdade, no olival não se fez mais do que copiar o modelo da vinha, assistiu-se a uma conversão natural de vinhas em vaso para vinhas em sebe. Foi a perspetiva económica que incentivou esta mudança, com um objetivo inicial de reduzir custos de produção relacionados com a colheita, que viria a ser 100% mecanizada e, consequentemente, mais rentável. Esta evolução permitiu contornar em grande medida o problema crescente da falta de mão-de-obra.

É neste contexto que se abre caminho para o desenvolvimento do trabalho de empresas como a AGROMILLORA e a HIDRO-IBÉRICA, parceiras de sucesso no campo da inovação agrícola, empenhadas em passar da teoria à prática.

A AGROMILLORA, multinacional líder no sector viveirista, tem baseado a sua investigação no desenvolvimento de modelos agronómicos eficientes em diferentes culturas, com uma história associada ao desnvolvimento, investigação e melhoramento de espécies utilizadas na agricultura. Uma vocação que aparece explicitamente no seu nome, trabalhando por uma agricultura melhor, mais eficiente, mais rentável, menos sujeita a ameaças à saúde, mantendo-se fiel desde a fundação da empresa em 1986. A parceria estreita de colaboração com a HIDRO-IBÉRICA, uma PME versátil e ágil, que ajuda agricultores, jovens agricultores e empresários a concretizarem projetos com serviços “Chave na Mão”, fez com que estas duas empresas tenham tido e continuem a ter um papel importante na modernização da olivicultura em Portugal. Os serviços desta parceria estimulam a proximidade entre o saber técnico e o objetivo do cliente, permitindo a tomada de decisões de acordo com as circuntâncias e particularidades de cada projecto.

Como tem evoluído o olival em sebe e quais os aspectos positivos e negativos deste modelo? Provavelmente a escolha da variedade foi a decisão que maior impacto causou, já que, desde 1994 até aproximadamente 2014, a grande maioria dos olivais instalados em sebe, também nos projectos apoiados pela HIDRO-IBÉRICA e AGROMILLORA, foram feitos recorrendo à variedade ARBEQUINA. Naquela altura era a que reunia as características mais indicadas para se poder adaptar ao modelo em sebe, tendo sido a impulsionadora da olivicultura moderna. Ainda hoje, é a variedade mais popular e com mais superfície plantada neste sistema.

Anos mais tarde, a variedade ARBOSANA ganhou notoriedade. Depois de quase “abandonada”, tornou-se na variedade de eleição para o modelo em sebe. O seu vigor reduzido (30%-40% inferior à Arbequina), produtividade constante e adaptabilidade a este modelo, fizeram com fosse uma escolha adequada.

No olival em sebe, o facto da colheita se tornar num processo simples e rápido, feito no momento óptimo de maturação da azeitona, beneficia em muito a qualidade do produto final. Não é por acaso que o olival em sebe representa aproximadamente 6% da superfície mundial total ocupada pelo olival e é a partir deste que já se obtém cerca de 35% do AVE (Azeite Virgem Extra) total mundial.

Além de todos os aspectos técnicos que se foram desenvolvendo para se conseguir produzir um AVE de qualidade a partir deste modelo, percebeu-se que o fator varietal desempenha um papel importante neste aspecto. Existem variedades que dão origem a azeites com mais concentração em polifenóis e ácido oleico, portanto mais estáveis, e outras que nem tanto. Os polifenóis são responsáveis por transmitir as características organolépticas conhecidas como picante e amargo, tornando os azeites mais estáveis e resistentes à oxidação. Em Espanha são variedades como a Picual, a Hojiblanca ou a Cornicabra que permitem obter estes azeites e, em Portugal, podem ser a Cobrançosa, Cordovil ou Verdeal.

É aqui que reside o ponto mais fraco do olival em sebe: obtêm-se anualmente milhares de toneladas de apenas um tipo de azeite (Arbosana/Arbequina), com características organolépticas de baixa intensidade em amargos e picantes, baixa concentração em polifenóis e pouca estabilidade.  São azeites que vão perdendo o interesse comercial ao longo do ano por estas razões.

Rapidamente se percebeu a necessidade de abrir o leque de variedades para se poderem obter azeites mais estáveis e com mais interesse comercial e, para a própria saúde humana. O setor sentiu essa necessidade: tornava-se imprescindível desenvolver novas variedades que, ao mesmo tempo que se adaptassem ao modelo, deveriam permitir obter azeites com as características ambicionadas. Em boa hora, no final dos anos  90, surgiram Programas de Melhoramento Genético (PMG), relacionados com a obtenção de novas variedades de oliveira, tanto na Universidade de Córdoba (Espanha) como na Universidade de Bari (Itália).

A regulação dos organismos geneticamente modificados (OGM) na União Europeia (UE) é considerada como uma das mais restritivas, complexas e exigentes a nível mundial. As variedades ditas tradicionais não podem ser melhoradas com esta técnica, já que a principal característica agronómica que impede a sua adaptação ao modelo em sebe é o excesso de vigor. Isto significa que não se podem obter novas variedades através da alteração artificial do material genético por meio da introdução de novos genes, que permitiria reduzir ou eliminar esta característica.

Assim sendo, o melhoramento genético para obtenção de novas variedades de oliveira é feito através de cruzamentos naturais entre duas variedades. Os PMG das Universidade de Córdoba e Bari utilizaram para o efeito variedades com interesse do ponto de vista agronómico e elaiotecnico (Picual, Koroneiki, Leccino, Coratina, Ayvalak, Frantoio, Arbequina, Arbosana, entre muitas outras), com a finalidade de que a descendência obtivesse características pretendidas de cada uma das variedades parentais.

Do PMG da Universidade de Córdoba resultaram variedades diferentes de um mesmo cruzamento entres as variedades Arbequina e Picual, tendo sido já registadas, como novas variedades de oliveira, a Sikitita-1, Sikitita-2 e Martina. As variedades Lecciana (Leccino x Arbosana) e Coriana (Arbosana x Koroneiki), foram obtidas e registadas pela Universidade de Bari, encontrando-se já difundidas em países como Portugal, Espanha, Itália, França, Marrocos e Turquia. Esta presença global, permite caracterizar o comportamento de uma variedade do ponto de vista agronómico e das suas características elaiotecnicas.

Fruto do trabalho realizado nos últimos anos a HIDRO-IBÉRICA conta com diversos projectos onde se inserem as variedades obtidas pela Universidade de Bari (Lecciana e Coriana). A parceria com a AGROMILLORA, empresa responsável pela multiplicação e obtenção de plantas de qualidade, tem sido vista pelos “players” do sector olivícola como uma oportunidade para a diversificação e diferenciação dentro de um mercado que até há pouco tempo atrás poucas soluções apresentava no que a este aspecto diz respeito.

LECCIANA

É conhecido o posicionamento de Itália no que ao mercado dos azeites diz respeito, é o o país que mais valoriza a obtenção e comercialização de azeites de qualidade. A variedade Lecciana deu um contributo neste sentido já que viria a ser a primeira variedade de orgiem italiana adapatada ao olival em sebe.

Produz um azeite muito valorizado do ponto de vista organoplético, mantém as suas características de qualidade ao longo de todo o ano e possui alta concentração em polifenóis (normalmente o dobro da Arbequina) e ácido oleico, que garantem a sua estabilidade como AVE. É, sobretudo, um azeite apreciado pela sua complexidade, capaz de conter notas de picante, amargo e frutado.

O vigor é semelhante ao da variedade Arbequina e o seu sistema radicular bem desenvolvido torna-a muito rústica, recomendável para condições de sequeiro/rega deficitária ou para produção em modo biológico. Conserva a turgescência do fruto apesar da falta de água no Verão. O seu rendimento em azeite é igual ou superior ao da Arbequina. No que diz respeito à resistência ao frio, demonstra um comportamento melhor do que todas as outras variedades até agora adaptadas ao olival em sebe.

CORIANA

É uma variedade em que o azeite é caracterizado pelo seu amargo e picante, derivado da alta concentração em polifenóis. A  sua concentração em ácido oleico é superior à da variedade Arbequina, tal como o seu rendimento em azeite. Revela-se muito interessante para obtenção de lotes monovarietais, podendo nalguns casos ser utilizado como “melhorador” daqueles AVE que possam ter perdido as suas características organolpéticas ao longo do ano. Demonstra todo o seu potencial produtivo em condições de regadio. Muito precoce e com rápida entrada em produção, o seu período juvenil é de apenas dois “verdes ou primaveras”.

Sendo muito indicada para zonas com disponibilidade hídrica suficiente, a Coriana permite obter um AVE com excelentes características organopléticas (picante e amargo), proporcionando uma alta produtividade, com a vantagem de ultrapassar os requisitos da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) para a obtenção de azeites saudáveis (>250 ppm – polifenóis).

É interessante ver como a Medicina tem um papel importante na olivicultura moderna e a forma como, através de conhecimento científico, tem ajudado a valorizar a gordura vegetal mais saudável que existe: sabe-se que o azeite é composto na sua maioria por ácidos gordos monoinsaturados, aproximadamente 70%, entre os quais se salienta o ácido oleico. Existem outros componentes igualmente importantes, como as vitaminas E e A, além de outros compostos fenólicos, que lhe conferem propriedades antioxidantes, com interesse para a saúde humana.

Existem, nos dias de hoje, bastantes evidências científicas sobre os polifenóis e a sua relação com a saúde: segundo diversos estudos da EFSA, o consumo de AVE reduz o risco de incidência de doenças cardiovasculares, se a sua concentração em polifenóis for superior a 250 mg/kg (polifenóis totais). Esta característica deve ser valorizada, já que faz do AVE a mais saudável de todas as gorduras vegetais que existem.

Não é descabido pensar num futuro, não muito longínquo, onde os azeites do tipo Arbequina/Arbosana, com concentração polifenólica inferior a 250 mg/kg e menos estabilidade, tenham uma cotação inferior a outros que proporcionem mais segurança ao comercializador do ponto de vista da estabilidade e/ou características organolépticas. Os azeites obtidos pelas novas variedades serão ao mesmo tempo mais procurados e exclusivos, pelo facto de haver menos oferta.

Muitas variedades irão surgir nos próximos tempos e certamente mudar o panorama olivícola mundial. A constante inovação tem caracterizado este setor nos últimos anos, permitindo a empresas como a AGROMILLORA e a HIDRO-IBÉRICA desenvolverem a sua experiência e ampliarem os seus campos de atuação, não restando dúvida sobre a expansão do olival em sebe.

Alexandre de Castilho – CEO da Hidro-Ibérica

António Barbas Machado – Diretor da Agromillora Portugal

Fonte: Hidro-Ibérica

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

A beleza imperfeita das oliveiras da Capela de Santo Amaro

Próxima Publicação

Câmara de Idanha-a-Nova estranha resultados de estudo europeu sobre glifosato

Artigos Relacionados

assembleia da republica logo
Últimas

Audição às Organizações de Agricultores na AR

03/02/2026
Últimas

Setor Florestal Unido Face aos Danos Depressão Kristin

03/02/2026
Álvaro Mendonça cedida
Nacional

CAP diz que AR está a pôr sobrevivência do setor em risco com decisão sobre aguardente

03/02/2026
Próxima Publicação

Câmara de Idanha-a-Nova estranha resultados de estudo europeu sobre glifosato

Opinião

Últimas

Notas sobre a Sustentabilidade Operacional do PEPAC

por Marisol Cardoso
01/02/2026

Ler mais
luis caixinhas
Últimas

Marca tridimensional ou desenho ou modelo: como proteger a forma dos produtos agroalimentares

por Luís Caixinhas
25/01/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

assembleia da republica logo

Audição às Organizações de Agricultores na AR

03/02/2026

Setor Florestal Unido Face aos Danos Depressão Kristin

03/02/2026

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une
Advertisement

Eventos

Fevereiro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28  
« Jan   Mar »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.