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Um modo sustentável de rearborizar a floresta

por Produtores Florestais
26-11-2021 | 09:00
em Nacional, Últimas, Notícias florestas, Florestas, Dossiers
Tempo De Leitura: 7 mins
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As florestas cumprem naturalmente o seu ciclo de produção e, por razões de envelhecimento ou por eventos catastróficos (tempestades, incêndios, etc.), necessitam de ser renovadas, ou seja, replantadas. A rearborização, no caso do eucalipto em Portugal, tem evoluído ao longo tempo, com o principal objetivo de manter a sustentabilidade produtiva e ambiental.

A atividade de rearborização dos povoamentos tem um peso significativo no custo final da madeira em pé, sendo que a preparação do terreno para plantação representa cerca de 65% dos custos de instalação na floresta privada. A preparação de terreno para plantação é a fase em que o impacte potencial sobre a área (solo, paisagem e outros) é maior, devendo procurar-se formas de mitigar estes efeitos.

Neste sentido, a adoção de técnicas de mobilização parcial do terreno, em particular as que são aplicadas exclusivamente na faixa de plantação, permitirão reduzir os custos de produção e proporcionar vantagens ambientais, devendo, para estes casos, o povoamento anterior estar preferencialmente ordenado.

Estado da arte

Até ao final do século passado, era frequente utilizar-se a técnica do “arranque e arraste dos cepos” e a sua deposição em linhas, para facilitar a queima dos mesmos antes da rearborização, a que se seguia um cultivo intensivo do solo. Desde então, com a evolução do conhecimento sobre a fertilidade do solo e a exequibilidade das operações, adotou-se a técnica de destroçamento dos cepos e a sua incorporação no terreno.

Por sua vez, os produtores florestais, a partir desta data e em várias regiões do país, começaram a adotar uma técnica ainda mais intensiva e impactante no solo, a “Cava” generalizada do terreno, a cerca de um metro de profundidade. Com recurso ao balde de escavadoras com 20-22 t, esta mobilização incorpora os cepos do ciclo anterior e revira (inverte) os horizontes do solo.

A mobilização intensiva e generalizada do solo pode baixar o seu potencial produtivo florestal e torná-lo mais suscetível a fenómenos indesejáveis, como a erosão dos horizontes superficiais ou a diminuição da capacidade de infiltração de água.

Esta inversão do solo faz com que o anterior horizonte superficial rico em matéria orgânica seja enterrado e as camadas de solo mais profundas, normalmente pedregosas e quimicamente inertes, fiquem na superfície, tornando o “novo” solo mais pobre e menos produtivo para receber as jovens plantas. O uso desta técnica popularizou-se na preparação de terreno em pequenas parcelas, dado recorrer apenas a um só equipamento (escavadora), que realiza o destroçamento de cepos e a mobilização geral do terreno.

Apesar de, hoje, ser uma prática ilegal e muito dispendiosa (da ordem de 1 500 – 2 000€/ha), a “Cava” generalizada do terreno é ainda praticada em muitas regiões do nosso país, com perdas irreversíveis de produtividade florestal, ambiental e financeira, pois provoca a degradação dos solos e deixa-os mais suscetíveis à erosão – no geral “gasta-se muito e vai produzir-se pouco!”.

O argumento utilizado pelos produtores e prestadores de serviço é que “não cresce nenhum mato nos primeiros anos da nova plantação”, mas, efetivamente, nada ou pouco cresce a partir daí, porque o solo ficou degradado e com menor capacidade produtiva. No entanto, é possível viabilizar a utilização da técnica do balde de forma correta na preparação do terreno em faixas, deixando a entrelinha sem mobilização, desde que não haja inversão de horizontes. Neste sentido, será necessária a alteração da atual legislação, com definição específica da técnica e alfaia correta a executar.

Mobilização intensa prejudica o solo

A necessidade e procura de técnicas alternativas e menos impactantes no solo incentivou o estudo e a realização de testes de campo, assentes no conhecimento de cientistas em todo o mundo que consideram que “o uso indevido do solo, em particular a sua mobilização intensiva e generalizada, pode baixar o seu potencial produtivo e torná-lo mais suscetível a fenómenos indesejáveis, como a decomposição acelerada da matéria orgânica, a erosão dos horizontes superficiais, a compactação, a diminuição da capacidade de infiltração de água e a deterioração de propriedades físicas, químicas e biológicas, podendo estes fenómenos levar à sua degradação de forma intensiva e irreversível”(1).

Deste modo, na maioria das situações, depois de arrancados ou destroçados os cepos do ciclo anterior, deve-se mobilizar o solo exclusivamente na nova linha ou faixa de plantação e, se possível, deixar sobre o terreno, entre as novas linhas de plantação, a folhada e os pequenos ramos do corte do povoamento anterior, por forma a proteger o solo da exposição direta aos raios solares, procurando, assim, a manutenção da fertilidade do solo, a sua conservação e a maximização do tempo de permanência do carbono no sistema solo-planta.

Testes realizados na Navigator

Desde há cerca de 10-12 anos, a Navigator Forest Portugal e o Instituto RAIZ têm realizado testes e campos de demonstração em diferentes regiões do país, testando diferentes métodos e novos equipamentos, numa área total de cerca de 60 hectares. Nestes testes procurou-se:

  1. reduzir a intensidade da mobilização do solo;
  2. implementar soluções mais económicas e de menor impacte ambiental.

Características consideradas nos novos modelos de rearborização:

  1. A mobilização do solo exclusivamente na futura linha ou faixa de plantação. No entanto, considerou-se fundamental manter uma boa profundidade de ripagem, acima dos 50 cm, em particular nas regiões mais secas, com o objetivo de as raízes poderem aproveitar a água existente em maior profundidade do solo e diminuir a compactação ou a pedregosidade existente, para facilitar a expansão radicular.
  2. Em simultâneo, privilegiar a manutenção de alguns sobrantes sobre o terreno, que têm um papel preponderante na proteção do solo contra a erosão, além de contribuir para a redução das perdas de água do solo por evaporação.

Principais resultados obtidos

Na região de Abrantes, em solos derivados de sedimentos arenáceos, foram instaladas as seguintes duas parcelas:

Parcela 1 – Preparação do terreno tradicional (na época), com quatro operações:
1. Destroçamento de cepos (do ciclo anterior) com enxó;
2. Gradagem geral do terreno;
3. Ripagem com dois ferros;
4. Ripagem final com um ferro.

Custo das operações (2): 1 200€/ha. Devido a sucessivos anos secos, esta parcela foi cortada antecipadamente, em 2018, com 7 anos de idade e baixa produção de madeira com aproveitamento comercial.

Parcela 2 – Mobilização do solo em faixas:
1. Destroçamento ou desvitalização dos cepos na entrelinha;
2. Manutenção do cômoro do povoamento anterior;
3. Mobilização do solo na zona da antiga entrelinha e futura linha de plantação.

Custo das operações (2): 800€/ha. Produção atual (aos 9 anos de idade) é de 154 m3 de madeira com casca por hectare.

Na região do Fundão, em solos derivados de xisto, mais ricos em matéria orgânica e com melhor capacidade produtiva do que na região de Abrantes, e com clima mais chuvoso, realizaram-se igualmente duas parcelas:

Parcela 1 – Preparação do terreno tradicional (na época), com quatro operações:
1. Destroçamento de cepos (do ciclo anterior) com enxó;
2. Gradagem geral do terreno;
3. Ripagem com dois ferros;
4. Ripagem final com um ferro.

Custo das operações (2): 1 300€/ha. Produção atual de 192 m3 de madeira com casca, aos 9 anos de idade.

Parcela 2 – Mobilização do solo em faixas:
1. Destroçamento ou desvitalização dos cepos;
2. Mobilização do solo apenas na nova linha de plantação.

Custo das operações (2): 900€/ha. Produção atual de 213 m3 de madeira com casca, por hectare.

campo
Povoamento com 12 meses na região do Fundão, em parcela com mobilização em faixas.

Nota: este estudo foi feito por José Rafael, José Luís Carvalho e Maria Teresa Silva, da Navigator Forest Portugal, e Sérgio Fabres, do RAIZ – Instituto de Investigação da Floresta e do Papel.

(1) Madeira, M., Araújo, C., 2015. Soil degradation risks and prevention measures in planted forests. The case of eucalyptus plantations in Portugal. In: González, A.A., Bengoetxea, N.G. (Eds), Soil degradation risks in planted forests. Eusko Jaurlaritzaren Argitalpen Zerbitzua/Servicio Central de Publicaciones del Gobierno Vasco.

(2) Preços médios otimizados e praticados na região

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