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– 01-07-2004 |
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Inc�ndios : Meios de combate aos fogos florestais refor�ados a partir de 5�feiraLisboa, 30 Jun "A partir de amanh� [quinta-feira] vamos passar ao nível. Bravo, com grupos de interven��o permanente no terreno", disse Monteiro Fernandes do SNBPC durante uma sessão de esclarecimento das estratégias de preven��o e combate aos inc�ndios florestais, promovida pelos ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e da Administração Interna. Este ano a estratégia de combate aos inc�ndios foi accionada mais cedo para dar resposta a qualquer eventualidade durante o Euro 2004 ou qualquer fogo florestal que ocorresse durante o m�s de Junho, adiantou Monteiro Fernandes. O plano foi activado com o "nível. Alfa", que decorreu desde o dia 01 de Junho até hoje, e durante este período estiveram em alerta permanente 1.272 homens, 138 Grupos de Interven��o, 31 grupos de apoio, quatro grupos de refor�o e 169 ve�culos e dois helic�pteros m�dios. O nível. Bravo, que se vai manter durante os meses de Ver�o, tem o apoio de 3.673 homens, 604 Grupos de Primeira Interven��o que v�o estar distribu�dos pelos distritos conforme as áreas de maior risco, 191 Grupos de Apoio, 19 Grupos de Refor�o e 795 ve�culos. Os efectivos v�o ser acompanhados por 18 helic�pteros ligeiros, dois helic�pteros m�dios, seis helic�pteros pesados, dez avi�es ligeiros e dois pesados. Este dispositivo fixo para o período de inc�ndios será apoiado pelos 472 corpos de bombeiros nacionais, dos quais fazem parte 2.600 bombeiros profissionais, 38.700 volunt�rios e 467 privativos (que pertencem a empresas). O presidente do servi�o Nacional de Bombeiro e Protec��o Civil, Paiva Monteiro, disse que j� houve necessidade este ano de destacar meios terrestres e a�reos para áreas onde se registaram inc�ndios de maiores dimens�es. "J� foram enviados refor�os de Set�bal e Lisboa para o Algarve por causa do Euro 2004", justificou, frisando que todos os dias os riscos são avaliados e posicionados os meios terrestre e a�reos. As medidas imediatas de preven��o contra os fogos florestais come�aram a ser estudadas h� dez meses e t�m como objectivo "reduzir o n�mero de ocorr�ncias, reduzir o tempo de detecção do inc�ndio e reduzir a quantidade de material combust�vel", adiantou Tiago Monteiro, da Secretaria de Estado das Florestas. Por seu turno, Jos� Miguel Cardoso Pereira, do Departamento de Engenharia Florestal do Instituto Superior de Agronomia, explicou que estas medidas foram estudadas tendo como base uma Carta de Risco Conjuntural de Inc�ndios Florestais. Esta carta tem uma actualiza��o anual da informação sobre risco e revela o padr�o espacial dos fogos recentes, adiantou Jos� Miguel Cardoso Pereira. Para uma interven��o mais r�pida no combate aos fogos, o Governo aumentou de 13 para 18 o n�mero de Centros de Preven��o e detecção (CPD), um por distrito, concentrou nas mesmas instala��es os CPD e os Centro Nacional de Opera��es de Socorro (CDOS) e, na pr�xima semana, vai instalar um sistema de comunica��es nas equipas de sapadores florestais. Durante os meses de Ver�o, estar�o ainda accionados quatro n�veis de alerta: Azul (medidas preventivas a nível. municipal e local), Amarelo (previsibilidade de ocorr�ncias m�ltiplas, não ultrapassando as capacidade de resposta do distrito), Laranja (previsibilidade de ocorr�ncias m�ltiplas, podendo ultrapassar as capacidade de resposta do distrito ou com necessidade de resposta nacional ao nível. sectorial) e Vermelho (necessidade de reposta nacional global). Tiago Oliveira, da Secretaria de Estado das Florestas, explicou que os inc�ndios "t�m sido maiores e mais severos devido � continuidade de combust�vel e � sua acumula��o". Lembrou que a �poca de inc�ndios do Ver�o passado assumiu "propor��es nunca antes vistas: perderam-se 20 vidas humanas, bens edificados e equipamento e arderam mais de 420.000 hectares em todo o país". "Para além do impacto ecol�gico e social, os impactos econ�micos sentir-se-�o por diversos anos", acrescentou Tiago Oliveira. Para o director-geral do Recursos Florestais, Sousa Macedo, a luta contra os inc�ndios terá maiores resultados apostando na preven��o e interven��o r�pida. "Os fogos apagam-se � nascen�a. O sucesso de resolver o problema dos fogos � atacar logo nos primeiros cinco a dez minutos o inc�ndio", disse Sousa Macedo � margem da sessão de esclarecimento que decorreu nas instala��es do SNBPC.
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