O excedente da balança comercial agroalimentar da União Europeia (UE) teve um aumento homólogo de 233 milhões de euros, para 15,6 mil milhões de euros, entre janeiro e abril, divulgou hoje a Comissão Europeia.
De acordo com o mais recente relatório sobre o comércio agroalimentar da UE, nos primeiros quatro meses de 2026, as exportações totalizaram 77,6 mil milhões de euros, uma descida de 3% em comparação com 2025, que se deve principalmente ao encerramento do estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, que fez cair em 25% as vendas para os Emirados Árabes Unidos.
No que respeita às importações de bens agroalimentares pela UE, o executivo comunitário aponta um recuo de 7%, para 62 mil milhões de euros, devido principalmente à redução das compras de produtos de cacau, cereais, bem como de oleaginosas e culturas proteicas.
O Reino Unido manteve-se, entre janeiro e abril, o principal destino das exportações da UE, mas o relatório destaca que as vendas ao Egito registaram um aumento de 49%, impulsionadas pelo trigo.
Os Estados Unidos continuam a ser o segundo maior destino das exportações agroalimentares da UE, com o Japão a ocupar o terceiro lugar.
Já no que se refere às importações da UE, o Brasil foi o principal fornecedor, seguido pelos Estados Unidos e a Ucrânia.













































