Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    PS/Açores questiona Governo Regional sobre pagamento de verbas PEPAC aos agricultores

    helicóptero de incêndios céu azul

    Incêndios: PR vê com grande preocupação o período que se aproxima

    sheep

    Incêndios: Governo defende renovação geracional dos pastores para haver mais gado a reduzir mato

    Irão: Governo estuda apoios face à escalada do preço dos fertilizantes

    Moçambique/Ataques: Populares denunciam saque de campos agrícolas por supostos terroristas em Macomia

    Agricultura sob pressão: o efeito dominó do petróleo

    vaca castanha

    GNR deteta 11 infrações em explorações pecuárias de Pinhel

    Mau tempo: Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial

    água lago

    Obras da Barragem do Pisão devem decorrer “depressa” para garantir financiamento – Governo

  • Opinião
    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

    Georgete Felix

    Risco climático, Agricultura e ESG

    A Política Agrícola (pouco!) Comum

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Almendras: mercado sin cambios en las cotizaciones

    11/04/2026

    Aceite de oliva: sin tendencia clara en los precios en origen

    11/04/2026

    Irão: Governo estuda apoios face à escalada do preço dos fertilizantes

    10/04/2026

    Mau tempo: Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial

    10/04/2026

    Cientistas descobrem “motor metabólico” que regula o amadurecimento do tomate

    10/04/2026

    CRISPR | Cientistas desenvolvem trigo com níveis ultrabaixos de asparagina para reforçar a segurança alimentar

    10/04/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    PS/Açores questiona Governo Regional sobre pagamento de verbas PEPAC aos agricultores

    helicóptero de incêndios céu azul

    Incêndios: PR vê com grande preocupação o período que se aproxima

    sheep

    Incêndios: Governo defende renovação geracional dos pastores para haver mais gado a reduzir mato

    Irão: Governo estuda apoios face à escalada do preço dos fertilizantes

    Moçambique/Ataques: Populares denunciam saque de campos agrícolas por supostos terroristas em Macomia

    Agricultura sob pressão: o efeito dominó do petróleo

    vaca castanha

    GNR deteta 11 infrações em explorações pecuárias de Pinhel

    Mau tempo: Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial

    água lago

    Obras da Barragem do Pisão devem decorrer “depressa” para garantir financiamento – Governo

  • Opinião
    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

    Georgete Felix

    Risco climático, Agricultura e ESG

    A Política Agrícola (pouco!) Comum

    Agrovoltaico: quando a energia deixa de ser apenas custo e passa a ser também receita

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Almendras: mercado sin cambios en las cotizaciones

    11/04/2026

    Aceite de oliva: sin tendencia clara en los precios en origen

    11/04/2026

    Irão: Governo estuda apoios face à escalada do preço dos fertilizantes

    10/04/2026

    Mau tempo: Mata Nacional de Leiria vai vender árvores tombadas em hasta pública e criar memorial

    10/04/2026

    Cientistas descobrem “motor metabólico” que regula o amadurecimento do tomate

    10/04/2026

    CRISPR | Cientistas desenvolvem trigo com níveis ultrabaixos de asparagina para reforçar a segurança alimentar

    10/04/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
filipe charters de azevedo

Para onde vai o dinheiro da PAC?

por Filipe Charters de Azevedo
10-08-2025 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

A União Europeia gastou 386,6 mil milhões de euros (EUR 386,6 bn) na Política Agrícola Comum (PAC) no período de 2021‑2027. Trata-se de cerca de um terço do orçamento total da UE. É legítimo que se pergunte para onde vai o dinheiro. Afinal para onde vão os 650 milhões de euros que Portugal recebe por ano para apoio à agricultura, pescas, silvicultura e pecuária?

A resposta é dura: o dinheiro vai, em grande parte, para os sectores da transformação e da distribuição. Agricultores e consumidores não são os maiores beneficiários da Política Agrícola Comum. Desconfio mesmo que os agricultores acabam por ficar mais pobres com esta estratégia europeia.

Eis o porquê:

  • os agricultores têm mantido o mesmo nível de produção cada vez com menos pessoas e têm, grosso modo, mantido as margens financeiras. São mais eficientes, mas não ficam mais ricos – dificilmente conseguem enriquecer com base no trabalho.
  • A transformação representa um peso crescente no setor agroalimentar, em grande parte devido a exigências regulatórias de certificação, rastreabilidade, embalagem, segurança alimentar e normas de qualidade que, embora importantes, concentram valor.
  • A distribuição mantém ou aumenta as suas margens financeiras, mas depende de infraestruturas cada vez maiores, ou mais locais, e com mais mão de obra — e, ainda assim, continua a capturar uma fatia significativa do valor total.

Surge assim uma segunda pergunta: por que motivo os agricultores, tendo-se tornado mais produtivos, não enriquecem ou não ficam com uma fatia maior do bolo gerado? Ou, se se quiser ser ainda mais agressivo: como é que a distribuição pode ficar com um quinhão significativo, precisando de cada vez mais pessoas? E por que motivo precisamos de tanta transformação alimentar?

A resposta é simples: A Política Agrícola Comum (PAC).

A ideia de que a PAC é uma política que garante alimentos baratos e acessíveis a todos vai contra os fundamentos económicos. Os subsídios não beneficiam diretamente quem os recebe, mas sim quem tem maior elasticidade na cadeia de valor — ou seja, quem consegue ajustar preços, margens e volumes de forma mais ágil e vantajosa.

Ao garantir pagamentos diretos ao produtor, a grande distribuição e a transformação sentem-se autorizadas a pagar menos a quem está no campo ou no matadouro, partindo do princípio de que parte da remuneração já está assegurada pelo Estado. Este é, em certa medida, o pecado original da PAC: ao transferir o risco para o setor público, permite que os agentes com maior poder de mercado imponham as suas condições, esvaziando o equilíbrio natural da negociação.

Esta distorção, isto é, os apoios, interferem diretamente com o mecanismo fundamental dos preços. O preço de um bem deveria refletir a escassez, os custos reais de produção e a procura efetiva. Ao substituir parte desse sinal pelo apoio estatal, rompe-se o elo entre o que se pode produzir e o que se está disposto a consumir.

Para complicar, nenhum preço na cadeia alimentar existe de forma isolada: todos os preços (quer da produção, quer da transformação e quer da distribuição) influenciam e são influenciados uns pelos outros. É precisamente através dessas inter-relações que o tecido produtivo e os consumidores encontram soluções, sempre imperfeitas, mas dinâmicas, para o problema de criação de valor.

Além disso, a transformação absorve valor, protegida por legislação, normas técnicas e barreiras de entrada, tornando-se um intermediário dominante entre quem produz e quem consome. O agricultor é reduzido a fornecedor de matéria-prima barata, e o consumidor é forçado a pagar por camadas de “valor acrescentado” nem sempre desejadas — mas inevitáveis no modelo atual.

Para concretizar estes argumentos, vejamos a cadeia do arroz, com base nos dados oficiais do Observatório de Preços da Cadeia de Valor Agroalimentar, do GPP do Ministério da Agricultura. Esta fileira é particularmente interessante porque os cerca de 30 mil hectares de produção de arroz em Portugal dificilmente podem ser convertidos para outras culturas. Se forem abruptamente retirados os apoios diretos à produção, a cultura torna-se financeiramente inviável.

VALOR ACRESCENTADO PARA O KG DE ARROZ DE VALOR MÉDIO

• PRODUÇÃO 0.0710 € (26.9%)

o Custos de pessoal: 0.0500 €

o Margem financeira: 0.0210 €

o (Ajuda ligada ao arroz 0.0430 €)

• TRANSFORMAÇÃO 0.0970 € (36.7%)

o Custos de pessoal: 0.0240 €

o Margem financeira: 0.0730 €

• DISTRIBUIÇÃO 0.0960 € (36.4%)

o Custos de pessoal: 0.0710 €

o Margem financeira: 0.0250 €

A análise do valor acrescentado desta fileira fala por si:

  • A produção é a única etapa da cadeia que tem menos de 1/3 do valor acrescentado.
  • A transformação, representa um custo de pessoal reduzido e capta a maior parte do valor acrescentado (€0,073).
  • A distribuição, com custos operacionais elevados (em pessoal), mantém uma margem confortável, superior à da produção. O valor acrescentado é absorvido pelos custos com pessoal em cada pequeno supermercado ou cada caixa do hiper.

Os apoios distorcem os preços relativos, reforçam o poder de negociação dos intermediários e, paradoxalmente, mantêm o produtor agrícola numa posição frágil, dependente e mal remunerada.

Um segundo exemplo ajuda a ilustrar a desproporção na criação de valor entre as diferentes fases da cadeia agroalimentar — desta vez numa fileira com pouco apoio comunitário direto: a batata primor.

Portugal tem condições para produzir batata praticamente durante todo o ano. À saída do campo, o preço pago ao agricultor ronda, na melhor das hipóteses, 30 cêntimos por quilo. No entanto, num supermercado, em Lisboa, o consumidor pode pagar mais de um euro por esse mesmo quilo.

É legítimo perguntar: será que a criação de valor da produção propriamente dita é mesmo inferior nessa proporção à da transformação e da distribuição? Mais preocupante ainda: se numa fileira tão simples como a da batata para consumo — sem grande transformação, sem exigências técnicas complexas — a maior parte do valor se perde entre o campo e o consumidor, então o problema é estrutural. E não se resolve com mais apoios, mas sim com um reequilíbrio real do poder negocial e da remuneração ao longo da cadeia.

A principal conclusão deste exemplo é que a política comunitária deveria promover um efectivo mercado comum, desmantelando monopólios e reequilibrando as forças de mercado.

A Política Agrícola Comum, na sua forma atual, parece proteger mais a cadeia do meio — transformação e distribuição — do que os seus extremos, onde estão o agricultor e o cidadão. Pode ser bizarro para os mais distraídos, mas quem está na linha de ponta da inovação produtiva é a agricultura; não é a distribuição que precisa de mais pessoas e a transformação alimentar que vive também protegida por regulamentos sanitários.

Insistir que a agricultura precisa deste volume de fundos ou mais fundos é errado. Note-se que não se trata aqui de um juízo de valor ou de uma avaliação subjetiva, mas de uma constatação baseada na lógica económica elementar. A Europa não promove um verdadeiro mercado agrícola livre e eficiente, mas sim um sistema assistido.

Três notas finais:

  1. A proposta recente da Comissão Europeia para a revisão da PAC é, no essencial, mal direcionada. No entanto, a crítica que lhe tem sido feita assenta num equívoco: opõe-se à redução do investimento (Pilar 2), mas aceita quase sem contestação a manutenção dos apoios diretos (Pilar 1). Uma reforma séria da PAC deveria fazer precisamente o contrário — repensar os apoios diretos e reforçar os instrumentos de investimento e modernização.
  2. A proposta revela-se também incompleta: é omissa quanto à regulação e segurança sanitária — áreas que protegem a transformação alimentar — e nada altera no modelo de distribuição, que continua a captar valor de forma desproporcional.
  3. Nada do que escrevi significa que seja impossível obter um bom rendimento na agricultura. Pelo contrário: é possível ganhar dinheiro — com ou sem fundos — desde que se aposte em setores com fortes vantagens comparativas, como o olival, ou em modelos integrados que controlem toda a cadeia de valor da produção à distribuição.

Em suma, é urgente repensar a forma como a Política Agrícola Comum está estruturada. Não basta continuar a injetar fundos na agricultura se esses valores forem canalizados para beneficiar outros elos da cadeia. Apoiar a agricultura não é apenas transferir dinheiro.

Filipe Charters de Azevedo

Mandatário Geral da Hagel – Seguros agrícolas

A agricultura e o esmagamento das margens

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Almendras: entre bajadas y repeticiones en los precios

Próxima Publicação

Ponte da Barca começa a receber ajudas para os agricultores

Artigos Relacionados

Nacional

PS/Açores questiona Governo Regional sobre pagamento de verbas PEPAC aos agricultores

11/04/2026
helicóptero de incêndios céu azul
Nacional

Incêndios: PR vê com grande preocupação o período que se aproxima

10/04/2026
sheep
Nacional

Incêndios: Governo defende renovação geracional dos pastores para haver mais gado a reduzir mato

10/04/2026
Próxima Publicação

Ponte da Barca começa a receber ajudas para os agricultores

Opinião

Sofia Almeida
Últimas

O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

por Sofia Almeida
05/04/2026

Ler mais
Últimas

Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

por José Martino
29/03/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

Projecto SEA4FEED da Universidade de Lisboa vence Prémio Exploration* entre mais de 50 candidaturas de 17 países

10/04/2026
navigator company logo

Navigator aumenta preços de tissue entre 5 e 7% para mitigar inflação de custos

10/04/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une

Eventos

Abril 2026
STQQSSD
   1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30    
« Mar   Mai »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.