Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas”

    França reduz risco de gripe das aves para “moderado”

    Colóquios 42ª edição da Ovibeja – 29 de abril a 3 de maio de 2026

    cavalos em pasto verde

    Criadores de cavalos compram seis dos 23 animais que estavam em leilão na Coudelaria de Alter

    Incêndios: Presidente da Proteção Civil acusa Governo PS de incoerência por fim da divisão distrital

    Resposta a entrevista de Rupert Symington

    Regenerar para lucrar: a agricultura como estratégia de sobrevivência económica

    DGAV lança lista de material policlonal de videira

    Incêndios: Orçamento da Proteção Civil terá de ser reforçado este ano – Presidente

  • Opinião

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas”

    26/04/2026

    Porcino: cuarta semana sin cambios en los animales cebados

    26/04/2026

    Aceite de oliva: sin tendencia clara en los precios en origen

    25/04/2026

    Almendras: La ecológica soporta las mayores subidas en los precios

    25/04/2026

    Mais de 7.300 árvores plantadas com iniciativa que promove a compra de livros

    24/04/2026

    OGM | Árvores de choupo geneticamente modificadas mostram tolerância à salinidade

    24/04/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas”

    França reduz risco de gripe das aves para “moderado”

    Colóquios 42ª edição da Ovibeja – 29 de abril a 3 de maio de 2026

    cavalos em pasto verde

    Criadores de cavalos compram seis dos 23 animais que estavam em leilão na Coudelaria de Alter

    Incêndios: Presidente da Proteção Civil acusa Governo PS de incoerência por fim da divisão distrital

    Resposta a entrevista de Rupert Symington

    Regenerar para lucrar: a agricultura como estratégia de sobrevivência económica

    DGAV lança lista de material policlonal de videira

    Incêndios: Orçamento da Proteção Civil terá de ser reforçado este ano – Presidente

  • Opinião

    A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

    PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

    João Dinis

    Pastores e queijo da serra

    Sofia Almeida

    O lobo-ibérico é um teste à seriedade das políticas de conservação

    Jovem Empresário Rural Não Agrícola, Precisam-se!

    Resultados económicos do sector agrícola em 2025: apesar de menos favoráveis do que os dos últimos anos não põem em causa a evolução bastante positiva da última década

    A Grande Ilusão: Porque têm as nossas Confederações medo da rua?

    Pagar pelo “invisível” e o porquê da agricultura portuguesa não pode continuar a oferecer serviços ecológicos “de graça”?

    Quando a água é escassa, a agricultura é um “utilizador como os outros” … ou um setor estratégico que deve ter prioridade?

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas”

    26/04/2026

    Porcino: cuarta semana sin cambios en los animales cebados

    26/04/2026

    Aceite de oliva: sin tendencia clara en los precios en origen

    25/04/2026

    Almendras: La ecológica soporta las mayores subidas en los precios

    25/04/2026

    Mais de 7.300 árvores plantadas com iniciativa que promove a compra de livros

    24/04/2026

    OGM | Árvores de choupo geneticamente modificadas mostram tolerância à salinidade

    24/04/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
António Covas

Duas vias para recriar a unidade urbe-ager-saltus-silva

por António Covas
02-07-2023 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 9 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

A trajetória da cidade moderna é a história do modo como a conexão virtuosa entre a cidade (urbe), a agricultura de abastecimento (ager), a agricultura livre e de pastoreio (saltus) e a mata de apoio (silva) foi sendo sucessivamente quebrada ao longo dos diferentes períodos históricos. Nessa trajetória as fronteiras da cidade foram ultrapassadas, os perímetros urbanos foram alargados, surgiram os anéis suburbanos e periurbanos, os equipamentos e as infraestruturas rasgaram o território envolvente e as barreiras naturais em todas as direções, a alteração do uso dos solos promoveu a especulação e a irracionalidade urbanísticas. Nesta sequência mais ou menos desordenada desapareceu a unidade espacial da urbe-ager-saltus-silva, no tempo em que a cidade era um ponto no meio do campo e em que a cultura da cidade era comum à cultura do campo. O restabelecimento desta unidade quase perdida, em nome da harmonia da paisagem global e da saúde da terra-mãe, é hoje, em tempo de crise climática, energética e ecológica, um imperativo das políticas de ordenamento e urbanismo.

Mais perto de nós, a cidade tipológica do mundo urbano-industrial do pós-guerra é aquela em que tudo ou quase tudo fica circunscrito pelo domínio do automóvel e das grandes densidades urbanísticas, cuja massa e volumetria se sobrepõem à morfologia e aos valores culturais do território. Mas não é, apenas, a cidade-região da era industrial que nos interessa, também a rede de vilas e cidades ou a região-cidade da baixa densidade podem ser um bom exemplo de recriação da unidade urbe-ager-saltus-silva.

1) A via da cidade-região do mundo urbano-industrial

À medida que cresce, a cidade artificializa-se cada vez mais e faz algumas vítimas pelo caminho. Em primeiro lugar, as camadas sociais mais desfavorecidas que são atiradas para os subúrbios inóspitos e agressivos, em segundo lugar, os ecossistemas naturais, cada vez mais poluídos, fragmentados e degradados e, por último, os centros históricos e os seus pequenos núcleos habitacionais, filhos bastardos de heranças desencontradas e políticas públicas ausentes, onde apenas ficam alguns serviços públicos e os elementos monumentais mais significativos. Neste universo, a noção urbanisticamente mais presente e mais ameaçadora é a de terraplanagem, pois o processo de desenvolvimento urbanístico tem quase sempre menosprezado a morfologia do território e os sistemas ecológicos indispensáveis à sustentabilidade do espaço, tal como os valores culturais das paisagens tradicionais que são menosprezados ou relegados para plano secundário. A cidade densa urbanisticamente torna-se energetívora.

Por outro lado, ao crescer, as cidades urbano-industriais alargam as suas áreas de influência, tornam-se verticais, vão penetrando sucessivamente o território e a sua dimensão é cada vez mais sub-regional, em anéis sucessivos que se estendem do suburbano e do periurbano até ao rural de proximidade e, mesmo, ao rural remoto. Esta é, também por isso, uma grande oportunidade, pois o restabelecimento da conexão entre áreas urbanas e paisagens rurais está ao nosso alcance. Com efeito, devido à melhoria dos meios de transporte e comunicação e ao encurtamento das dimensões espaço-tempo, o campo de possibilidades da cidade-região, na sua diversidade e multifuncionalidade morfológica, ecológica e cultural é, hoje, muito maior. Nesta estratégia de restauração da conexão cidade-campo, parece imprescindível uma nova arquitetura biofísica e paisagista onde a estrutura ecológica urbana, o plano verde e a rede de corredores verdes podem e devem desempenhar um papel fundamental.

Neste contexto e com esta estrutura, a cidade-região é a projeção da urbe para a sua envolvente externa que inclui o ager, o saltus e a silva, ou, de uma forma mais atual, a agricultura de abastecimento de alimentos frescos, os cursos de água biologicamente ativos, as matas e as zonas de recreio e conforto ambiental. A projeção externa da cidade, na medida em que invade o mundo exterior, exige, por isso, a criação de uma estrutura verde global que seja a interface com esse mundo exterior. Acresce que, essa estrutura verde global ou plano verde deve respeitar alguns pressupostos fundamentais (Telles, 2003: 332-339):

– A cidade não é um puzzle de unidades territoriais desenhadas pela forma como a estrutura viária se relaciona com o tipo de edificação, isto é, a cidade não é um conjunto zonado de áreas independentes, só identificáveis pelo modo como o automóvel se relaciona com os blocos residenciais;

– As estruturas não-identificáveis e os vazios urbanos não garantem, só por si, a constituição de uma estrutura verde útil e eficaz, isto é, os espaços verdes não podem ser espaços residuais, mas espaços substanciais que organizam o espaço;

– A cidade deve ultrapassar o convencionalismo inadequado da composição vegetal que hoje envolve, por exemplo, o tratamento ajardinado em rotundas e faixas de separação,

– A imagem da cidade deve ser defendida através de um sistema cartografado de vistas que determine a dimensão dos edifícios, a distribuição e forma da vegetação e o enquadramento das infraestruturas;

– Finalmente, e por razões que se prendem com os impactos assimétricos das alterações climáticas, ecológicas e energéticas no planeamento da cidade do século XXI, devemos estar preparados para a necessidade de criar cuidados intensivos e, nesse âmbito, de considerar unidades operativas de conteúdo ecológico com autonomia de programação e planeamento, sem as quais estará em causa a sustentabilidade biofísica, o abastecimento alimentar e a qualidade ambiental da cidade-região.

2) A via da região-cidade no grande universo da baixa densidade

A cidade-região, radial e vertical, e a região-cidade, policêntrica e transversal, são as duas faces da mesma moeda. Estou, mesmo, em crer que a formação de uma região-cidade, como a rede de cidades e vilas ou, se quisermos, de uma comunidade intermunicipal (CIM), em tempo de grandes transições, promove a recriação da unidade urbe-ager-saltus-silva de uma forma muito mais prometedora para o desenvolvimento dos territórios de baixa densidade. A razão fundamental reside na maior liberdade criativa para programar e realizar o plano verde que articula com mais rigor e critério as projeções das diversas estruturas ecológicas municipais e as cinturas verdes respetivas que participam nos subsistemas intermunicipais de abastecimento alimentar, de gestão agroflorestal e paisagística, de gestão das métricas de sustentabilidade associadas à descarbonização, bioeconomia e economia circular, entre outras aplicações.

Com efeito, com a criação de um quadro territorial inovador, mais multiescalar, multifuncional e polivalente, é possível construir um mosaico inteligente e criativo feito de tecnologia, arte e território que, por motivos de mudança de escala e função, leve em devida conta as seguintes passagens ou transições:

– Dos pequenos jardins públicos municipais para os grandes parques urbanos,

– Da compartimentação das paisagens urbanas para a interdependência do continuum natural e das ligações operadas pelos corredores verdes até ao mundo rural e florestal,

– Da agricultura familiar de subsistência aos sistemas agroalimentares de proximidade por via dos agrupamentos de produtores multiprodutos,

– Das ações de mitigação e adaptação às ações integradas de gestão da paisagem, algumas já aprovadas,

– Das pegadas ecológicas, emissões de CO2 e lixos urbanos às operações de sequestro e descarbonização, à bioeconomia e economia circular,

– Do minifúndio agroflorestal às operações de emparcelamento, condomínios de aldeia e gestão do risco por intermédio de ações integradas de gestão paisagística,

– Dos efeitos assimétricos das grandes transições sobre o território – climática, energética, ecológica, digital, laboral, migratória – às operações integradas de gestão da paisagem e dos sistemas produtivos de base territorial,

– Da convencional ecologia da paisagem a uma gestão das artes relacionada com a multifuncionalidade dos efeitos pedagógicos, recreativos e terapêuticos da paisagem,

– Das vistas panorâmicas e contemplativas da paisagem à prevenção e gestão do risco global e, também, à emergência de uma geografia emocional e sentimental com impacto sobre a perceção e representação da própria paisagem,

– Da estética naturalista simples da paisagem a uma ação integrada da gestão da paisagem em que os signos distintivos imateriais e simbólicos da paisagem são integrados nas cadeias de valor da economia material e produtiva.

Aqui chegados, quanto maior for a intensidade-rede destas passagens ou transições, mais complexos serão o metabolismo urbano-rural e a multifuncionalidade da paisagem nos seus diversos efeitos, estéticos, terapêuticos, recreativos, produtivos, pedagógicos, sobre a dinâmica do território. Na mesma linha de pensamento, nesta agroecologia urbana da região-cidade, as infraestruturas verdes terão um lugar proeminente no planeamento, na prevenção e na terapêutica da rede urbana da região-cidade. Estas infraestruturas ecológicas, que eu aqui designo como os operadores biofísicos da região-cidade, serão essenciais na projeção territorial da cidade, pois elas poderão funcionar como novos lugares centrais da região-cidade e do seu plano verde, assim como, as placas giratórias dos corredores verdes e das redes de corredores verdes. Lembro, a título de exemplo, as principais infraestruturas que podem desempenhar a função de corredores verdes de ligação e nós de articulação no interior da região-cidade:

– As redes integradas de micro geração energética, a nova matriz da região-cidade;

– A construção sustentável e a bio regulação climática, uma habitação sustentável;

– A agroecologia e a bio economia, uma economia de baixo carbono;

– O bosquete multifuncional e a floresta urbana, com uma baixa pegada ecológica;

– A agricultura urbana, periurbana e sociocomunitária, o abastecimento de proximidade;

– A provisão dos serviços de ecossistema, um melhor ambiente e qualidade de vida;

– As infraestruturas de transporte, corredores verdes de ligação aos espaços sensíveis;

– Os lagos bio depuradores, a compostagem urbana e a economia circular;

– Os parques agrícolas urbanos, alimentos biológicos para o institutional food;

– A construção de amenidades paisagísticas, recreativas, pedagógicas e terapêuticas.

Como se observa, a arquitetura paisagística da região-cidade abre-nos a porta à criação de novas multifuncionalidades que se afiguram necessárias ao bom funcionamento das redes de uso do território. Depois da arquitetura e da engenharia civil, trata-se, agora, de eleger a arquitetura paisagista e a engenharia biofísica para fazer convergir a economia e a ecologia e repor muitos dos equilíbrios socio-ecológicos que antes tinham sido quebrados.

Nota Final

Trago aqui estas duas vias ou abordagens – a cidade-região e a região-cidade – porque elas nos permitem visualizar, com maior pertinência, os novos equilíbrios socio-ecológicos, o seu metabolismo e coevolução, bem como as benfeitorias da recriação da unidade urbe-ager-saltus-silva.  A terminar, vale a pena sublinhar o seguinte. Na cidade-região, devido ao carácter invasivo e intrusivo da cidade no campo, a política de ambiente, ela própria, acaba por invadir a natureza e a paisagem para fazer mitigação, remediação e adaptação. Na região-cidade, ao contrário, sobretudo na chamada baixa densidade, temos ainda a oportunidade de observar o esplendor da natureza e a harmonia da paisagem e, nessa medida, de aproveitar as três valências – a natureza, o ambiente, a paisagem – para fazer não apenas o combate contra as alterações climáticas, mas, sobretudo, para desenhar um novo modelo de desenvolvimento regional, um verdadeiro imperativo categórico face aos impactos estruturais das grandes transições em curso.

António Covas

Professor Catedrático na Universidade do Algarve

Do rural tardio português até à 2ª ruralidade – O mix agro rural de fins múltiplos

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

O queijo das cabras felizes de Melgaço que ouvem música de Spa

Próxima Publicação

Porcino: Los precios se mantienen en niveles máximos

Artigos Relacionados

Nacional

Mau tempo: Três meses depois apoios continuam a chegar a “conta-gotas”

26/04/2026
Internacional

França reduz risco de gripe das aves para “moderado”

26/04/2026
Últimas

A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

26/04/2026
Próxima Publicação

Porcino: Los precios se mantienen en niveles máximos

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

A Falácia das Taxas: Quem paga aos agricultores pelo carbono que sequestram?

por João Revez
26/04/2026

Ler mais
Últimas

PARCA: da coragem inicial à impotência institucional

por António Bonito
19/04/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

Colóquios 42ª edição da Ovibeja – 29 de abril a 3 de maio de 2026

24/04/2026

Resposta a entrevista de Rupert Symington

24/04/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais Água que Une

Eventos

Abril 2026
STQQSSD
   1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30    
« Mar   Mai »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.