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– 14-03-2012 |
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Tomate: Empresa de Mora j� exporta mais de 90 por cento da produ��o para v�rios países europeus
Uma empresa transformadora do sector do tomate instalada em Mora (�vora), a Sopragol, j� exporta mais de 90 por cento da sua produ��o para v�rios países da Europa, avanãou hoje � Agência Lusa um administrador. Carlos Duarte adiantou que a empresa exporta, sobretudo, para Espanha, Fran�a, Alemanha, Rússia, Inglaterra, Holanda, Su�cia e Dinamarca. Segundo o administrador, a empresa vai passar a apostar Também no mercado africano, sobretudo em países do norte e centro daquele continente, para aumentar as exporta��es, que j� atingem mais de 90 por cento. Carlos Duarte referiu ainda que a produ��o da empresa atingiu em 2011 os 106 milhões de quilos de tomate transformado. Vocacionada para a produ��o de diversos produtos derivados do tomate, a empresa emprega cerca de 50 pessoas, mas no período da campanha nos meses de Agosto e Setembro chega a atingir 300 empregados, indicou o administrador. Com uma capacidade de transforma��o superior a 2.200 toneladas/dia de tomate fresco, a �nica empresa transformadora deste sector instalada em Mora produz concentrados, triturados, passatas, cubos e molho para pizza. Fundada em 1965, foi no ano seguinte que a empresa iniciou a sua actividade de transforma��o de tomate fresco. Em 2008, o grupo Conesa, de Espanha, um dos maiores grupos empresariais do sector do tomate a nível. europeu, passou a ser o maior accionista da Sopragol. Sobre o actual momento do sector, Ant�nio Praxedes, Também administrador da Sopragol, lembrou que os produtores de tomate tiveram até 2011 uma ajuda ligada � produ��o, através dos fundos comunitários. A partir deste ano, explicou o respons�vel, os produtores recebem "uma ajuda desligada completamente da produ��o, o que poder� comprometer o sector". "H� uma desmotiva��o grande dos produtores de tomate", salientou Ant�nio Praxedes, defendendo que "as ajudas deveriam continuar ligadas � produ��o", para "uma motiva��o" desta actividade. O administrador da empresa real�ou que "este � um sector que tem condi��es para se desenvolver em Portugal", e, por este motivo, "deve ser preservado". Fonte: Lusa
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