Uma revisão científica publicada na revista Food Science of Animal Resources, assinada por investigadores como Frédéric Leroy, Ty Beal e Frank Mitloehner, alerta para o que designam por “carbon tunnel vision“: a redução do debate sobre sustentabilidade alimentar às emissões de gases com efeito de estufa, ignorando outras dimensões relevantes. Segundo os dados citados, a criação animal representa cerca de 12% das emissões antropogénicas globais, com os sistemas ocidentais a pesarem apenas 2,6% do total mundial e a União Europeia, isoladamente, cerca de 1%; comer menos carne reduz, nos países ocidentais, a pegada de carbono individual em apenas 1 a 6%. Os autores destacam ainda o papel das pastagens no sequestro de carbono no solo e defendem métricas climáticas mais rigorosas para o metano biogénico, com um comportamento atmosférico distinto do CO₂ de origem fóssil. Leia mais aqui.
Fonte: APIC















































