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– 09-07-2011 |
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Ministra da Agricultura reconhece haver "dificuldades" em assegurar comparticipa��o nacional do ProDeR
A ministra da Agricultura, Assun��o Cristas, reconheceu ontem que h� "dificuldades" em assegurar a comparticipa��o nacional do Programa de Desenvolvimento Rural (ProDeR), mas garantiu que o Governo está a "trabalhar" para ultrapassar o "problema". "A verdade � que, neste momento, estamos confrontados com a falta da comparticipa��o nacional no ProDeR", disse a ministra, referindo tratar-se de "uma dificuldade", que "não vale a pena negar" e está no programa do Governo. Segundo a ministra, � "preciso fazer todos os esfor�os" para conseguir "por o dinheiro da comparticipa��o nacional para poder alavancar os projectos" candidatados, "muitos" em condi��es de aprova��o e outros j� aprovados. "Falta a parte" da comparticipa��o nacional, o que "não � f�cil" conseguir, mas o Governo está a trabalhar "empenhadamente" para "tentar por isso", disse Assun��o Cristas, que falava aos jornalistas durante uma visita ao maior produtor nacional de uvas de mesa, a Herdade Vale da Rosa, situada no concelho de Ferreira do Alentejo. O ProDeR, que era "muito complicado", "deu uma grande volta", mas "continua a ser muito dif�cil", disse a ministra, referindo, no entanto, que "foi feito um trabalho grande no sentido de, pelo menos, agilizar o programa". Segundo Assun��o Cristas, o Governo "está a trabalhar" para que o próximo programa "tenha um desenho completamente diferente, muito mais simples, muito mais acess�vel, muito mais desburocratizado e muito mais próximo e amigo do agricultor". Em rela��o ao ProDeR actual, insistiu, "essencialmente, o que � preciso conseguir � assegurar a contrapartida nacional e, sobre isso, estamos [Governo] totalmente empenhados e vamos trabalhar". Questionada pelos jornalistas sobre Alqueva, a ministra limitou-se a dizer que o empreendimento � "uma prioridade" e uma "grande oportunidade" para o Alentejo, que agora disp�e de uma zona "muito extensa" com acesso a �gua, e "ainda h� trabalhos a desenvolver, mas isso, seguramente, será conclu�do". Fonte: Lusa
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