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– 22-06-2004 |
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Incêndios / Algarve : Monchique sem dinheiro e meios para combater fogos florestaisMonchique, 21 Jun Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Câmara de Monchique, Carlos Tuta, manifestou-se "apreensivo face à indefinição e falta de informação das entidades com responsabilidade na matéria, após ter sido decretada a época de fogos a 01 de Junho". "Não há indicações sobre a disponibilidade dos meios aéreos, habitualmente em permanência durante o Verão", disse Carlos Tuta. O município, um dos mais atingidos pelos fogos do Verão de 2003, é detentor, desde 1991, de uma carta de risco de incêndios florestais, mas "estranhamente não foi incluído na lista de concelhos com nível de sensibilidade média ou alta, relativamente à susceptibilidade do risco de incêndio", sustentou o autarca. No entanto o edil diz ter recebido a garantia que "o erro será corrigido". Segundo Carlos Tuta, foram transferidas competências para a autarquia naquele domínio, mas "não foram consignadas as contrapartidas financeiras necessárias de suporte à sua realização". Uma situação que, para o autarca, compromete "seriamente as acções" bem como o cumprimento dos instrumentos previsionais "da gestão e administração municipal". Carlos Tuta promete manter-se "intransigente na defesa da Serra de Monchique", apesar de não ter ainda resposta positiva a candidaturas a fundos de financiamento estatais ou comunitários de algumas intervenções de prevenção. "Desengane-se quem pensar que Monchique não tem mais nada para arder, depois dos fogos do ano passado", alerta o autarca. É que, justifica, mais de 80 por cento do material lenhoso ardido nos fogos do Verão de 2003, continua por retirar das florestas e a Câmara de Monchique não tem dinheiro nem meios para limpar as matas nem combater eventuais fogos neste Verão. "Investimos mais de 500 mil euros na criação de grupos de primeira intervenção, limpeza de bermas e sinalização, mas não temos dinheiro para limpar a floresta", disse. O autarca diz ainda ter sido informado da disponibilidade de fundos comunitários de cerca de oito milhões de euros para os concelhos afectados pelos fogos no Verão de 2003, mas "ninguém sabe quando chegam nem quem os vai gerir".
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