CAP E ASAJA REÚNEM EM CIUDAD REAL (ESPANHA) PARA DEBATER PRIORIDADES SETORIAIS CONJUNTAS E INTENSIFICAR A COOPERAÇÃO TÉCNICA BILATERAL
“A CONSTRUIR UM CAMINHO JUNTOS” É O MOTE QUE UNE AS DUAS ORGANIZAÇÕES IBÉRICAS DE TOPO DO SETOR AGRÍCOLA
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e a ASAJA, sua homóloga espanhola, realizam nos próximos dias 24 e 25 de setembro, no Palácio de Congressos e Exposições de Ciudad Real (Espanha), o VI Congresso Ibérico Agropecuário e Florestal.
A CAP estará representada no congresso pelo seu Presidente, Álvaro Mendonça e Moura, que participa, no dia 25 de setembro, na sessão de abertura da jornada técnica do congresso e na sessão dedicada ao tema “O Futuro da Agricultura Ibérica na Europa”. Este painel assume, hoje, uma importância acrescida face ao fosso de competitividade que se agrava entre as nações ibéricas, com prejuízo para Portugal.
No mesmo dia, Gonçalo Santos Andrade, vice-presidente da CAP, participa no painel dedicado ao tema “Mão-de-obra e Imigração”, enquanto Duarte Mira, delegado permanente da CAP em Bruxelas, modera o painel “A Futura PAC 2028-2034: orçamento, competitividade e futuro da agricultura europeia”, que conta também com a participação vídeo de Christophe Hansen, Comissário Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, e José María Castilla Boró, representante da ASAJA.
Por sua vez, Luís Mira, Secretário-Geral da CAP, fará a apresentação do parecer do Comité Económico e Social Europeu sobre a gestão integrada dos riscos de incêndios florestais. A apresentação do parecer, que foi já objeto de exposição à Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu, intitulado “Abordagem da União Europeia em matéria de gestão integrada dos riscos de incêndios florestais”, enquadra-se na nomeação de Luís Mira como relator deste parecer pelo Comité Económico e Social Europeu (CESE).
Recorda-se que o parecer coloca em destaque a necessidade de uma abordagem integrada na prevenção e gestão dos incêndios florestais e propõe uma mudança estrutural no atual modelo de prevenção e combate aos fogos florestais, defendendo que a Europa deve abordar os incêndios rurais como uma emergência permanente de segurança civil e de soberania territorial.
Fonte: CAP














































