|
|
|
|
|
|
|
– 07-03-2012 |
[ �cran anterior ] [ Outras notícias ] [ Arquivo ] [ Imprensa ] |
Aus�ncia de resposta da Comissão Europeia � seca portuguesa "não � normal", diz Nuno Melo
O eurodeputado do CDS-PP Nuno Melo considerou hoje não ser "normal" a aus�ncia de resposta da Comissão Europeia � seca na agricultura em Portugal e sublinhou a necessidade de mecanismos de apoio para os agricultores afectados por catéstrofes meteorol�gicas. Em declarações � Agência Lusa, Nuno Melo disse ser "muito previs�vel que situa��es de seca extrema" como a actual "voltem a acontecer" devido �s especificidades geogr�ficas e climatéricas dos países do Sul da Europa e particularmente de Portugal. Defendeu que o país deveria beneficiar da "coesão e da solidariedade" da União Europeia, "mais ainda tendo em conta preju�zos que agora j� são mensur�veis no ambito da agricultura portuguesa". Da� o requerimento que apresentou � CE, "por um lado para tentar perceber se as instituições europeias e a comissão em particular não reconhecem as especificidades de Portugal e dos países do Sul da Europa no que tem que ver com circunst�ncias que tornam previs�veis estas situa��es de seca extrema". "Por outro lado, para defender mecanismos que faz sentido que sejam criados para apoio aos agricultores no caso de catéstrofes meteorol�gicas, de que � exemplo esta seca", defendeu, considerando haver espaço para isso dentro da nova Politica Agr�cola Comum (PAC 2014-2020). Questionado pela Agência Lusa sobre a actua��o governamental nesta matéria, o eurodeputado do CDS-PP disse não ter "d�vida nenhuma de que o Governo e o Ministério da Agricultura em particular estáo a fazer tudo o que podem e continuar�o a fazer", considerando, no entanto, que isso não invalida que, no plano europeu, se continue a "fazer pressão e obrigar as instituições a reflectir sobre uma realidade que � conhecida". "O que não será normal � que perante uma circunst�ncia que � extraordin�ria, causa dano que � conhecido e p�e em causa a viabilidade econ�mica de tantos investimentos nesta área em Portugal, a Comissão Europeia não tenha uma resposta", condenou. Na opini�o de Nuno Melo, "cada um de n�s, nos diferentes sectores, deve dar o seu contributo para que, de futuro, neste caso concreto possa existir alguma ajuda caso seja poss�vel e possam ser criados novos mecanismos". "E tal como Portugal � solid�rio com muitos outros países em termos de catéstrofes climatéricas de qualquer natureza, Também o resto da União Europeia deve ser compreensivo em rela��o �s nossas circunst�ncias e �s consequ�ncias do aquecimento global do planeta", defendeu ainda. Fonte: Lusa / ionline
|
|||||||||||||||
|
|
|
|
| Produzido por Camares � – � 1999-2012. Todos os direitos reservados. |










































Discussão sobre este post