O setor agrícola enfrenta desafios constantes, da oscilação dos mercados à pressão dos custos e às mudanças climáticas. Contudo, é precisamente perante as adversidades que a agricultura nacional demonstra a sua maior força: a resiliência de quem trabalha a terra.
Mais do que um ponto de encontro, a AgroGlobal é a afirmação dessa capacidade de superar e evoluir. É o espaço onde a inovação e o conhecimento prático se cruzam com quem trabalha a terra no dia a dia, transformando dificuldades em novas oportunidades de negócio.
Em cada edição, a AgroGlobal prova que o futuro da agricultura se constrói no terreno: lado a lado, com a determinação e a união de todo o setor.
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Diana Carvalho | Empresária Agrícola
Quando vamos a feiras procuramos sempre aprender e encontrar novidades e acho que a AgroGlobal representa muito bem esse papel.
Já visito a feira há vários anos. Para além de ser um ponto de procura de novas ferramentas para melhorarmos todos os dias, mais do que demonstrar tecnologia que ainda está fora do nosso contexto, é preciso particularizar: mostrar aos agricultores o que a inteligência artificial e a robótica podem fazer para nos ajudar no dia a dia.
A AgroGlobal é também um local de reencontro com amigos, colegas de trabalho, clientes e fornecedores. É uma forma de vermos a agricultura globalmente, tal como o nome indica, e de estarmos juntos a fazer o que de melhor sabemos.
É um espaço de partilha fundamental. Não é apenas um momento de convívio, que também é importante, mas sim um verdadeiro espaço de trabalho onde trocamos ideias e desenvolvemos os nossos negócios.
João Geada | Sociedade Agrícola Herdade do Caldas
Na AgroGlobal, a prioridade dos profissionais é ver a inovação na prática: máquinas a trabalhar no terreno, demonstrações de culturas de recolha (como tomate, batata e milho, entre outras) e novas soluções para o setor. É no contacto direto com as culturas que se percebe o que realmente pode ser melhorado.
Quanto aos temas a debater, a relevância estratégica do Projeto Tejo, a Política Agrícola Comum (PAC), o papel da Europa na soberania alimentar, a escassez de mão de obra qualificada, que deixa os produtores com menos ferramentas de trabalho, são assuntos a ter em conta.
Por outro lado, a pressão do custo dos fatores de produção, a dependência dos preços dos mercados internacionais e a urgência de alternativas viáveis para a rotação de culturas não podem ser esquecidos.
Finalmente, convido todos os colegas do setor a visitarem a AgroGlobal, a conviverem e a verem no terreno onde podemos evoluir juntos.
Fonte: AgroGlobal
















































