COMPORTAS NO VALE DO PRANTO
A necessidade da reconstrução das Comportas da Maria da Mata no Alqueidão , fundamentais para a regularização das águas salgadas que têm afetado severamente a produção de arroz na região, é cada vez mais urgente, quando as únicas outras comportas existentes ( do Alvo 3 Km mais a sul ) estão numa situação de colapso iminente.
Em comunicado de Junho de 2026 a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) na voz do seu Presidente Eng.º Pimenta Machado, informou que abriu um concurso público no dois milhões de euros para a substituição da estrutura de comportas da Maria da Mata, no vale do Mondego.
De acordo com o procedimento que foi publicado Junho em Diário da República, a empreitada tem um prazo de execução de 12 meses .
A verdade é que desde essa data, os agricultores ainda não viram qualquer andamento Dos trabalhos.
CANAL ADUTOR DO PRANTO
As obras no Canal adutor do Vale do Pranto ( entre Moinho de Almoxarife e Vinha da Rainha – concelho de Soure ) foram suspensas sem qualquer explicação tendo sido retiradas as máquinas e deixados os tubos no ar.
Sabemos agora que a REFER – Rede Ferroviária Nacional, meteu uma providência cautelar para suspensão das obras, dado que estas colidem frequentemente com as zonas de servidão e proteção canal geridas pela REFER, podendo por em risco a segurança de plataformas ferroviárias adjacentes.
Como é possível que a DGADR – Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, ou a Associação de Beneficiários da Obra Hidro Agrícola do Baixo – Mondego responsável pela Obra, não terem atempadamente fiscalizado esta situação
Para além desta situação prejudicial para os agricultores que irão ser servidos por esse Canal Condutor de Rega, o processo de emparcelamento do Vale do Pranto está suspenso ( cerca de 1400 ha), e só pode ser recomeçado quando as obras do canal adutor do Pranto estiverem concluidas.
O Governo tem que intervir urgentemente,diligenciando para que estas situações sejam resolvidas , sob risco dos agricultores do Vale do Pranto terem em risco a realização das sementeiras das suas culturas em 2027.
Fonte: ADACO
















































