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Agroportal

Cristiano van Zeller: “É um erro criar agora limitações no DOC Douro, só tem 30 anos”

por Público
07-03-2023 | 10:21
em Nacional, Últimas
Tempo De Leitura: 6 mins
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Produtor e membro dos Douro Boys diz que a região não tem de se preocupar com mais regras ou limitações à denominação de origem Douro, tem é de dar tempo ao (ainda) necessário trabalho de valorização.

Os Van Zellers estão a celebrar 400 anos ligados ao comércio de vinho do Porto e ao Douro. O Terroir entrevistou Cristiano e Francisca van Zeller sobre o actual momento da empresa, agora independente do universo Aveleda, estrutura com a qual a Van Zellers & Co partilhou custos até ao final de 2020, e o presente e futuro do Douro dominaram parte importante da conversa. O que pensam pai (sobretudo o pai, um dos cinco Douro Boys) e filha sobre as tiras que, numa maratona (imagem que Francisca usou para diferenciar o que é para si o DOC Douro e o que significa o vinho do Porto), puxam para trás esse corredor chamado Douro: os dois preços para a mesma uva, o sistema do benefício, o instituto público e os seus constrangimentos, a proposta para fazer regressar a Casa do Douro, organismo que trás más memórias à região.

Pensei em perguntar-vos que grupo de boys ou girls era preciso reunir para resolver todas as questões do Douro. Não esperava que me dissesse que o objectivo de subir os preços do DOC Douro se mantinha actual 20 anos depois.
Cristiano van Zeller: O grupo está em plena actividade, sim. E o seu objectivo era mostrar a massa crítica de qualidade, de forma a que, a prazo, a região tivesse um reconhecimento que se reflectisse no preço, com um efeito de arrasto em toda a região.

Reconhecimento há, mas os preços não sobem.
CVZ: Mas não há, ainda não há esse reconhecimento internacional no DOC Douro. Existe um reconhecimento da nossa capacidade de produzir altíssima qualidade. Aliás, vê-se nas pontuações do Robert Parker. Numa análise que eu fiz em 2019, 80% dos vinhos portugueses classificados na história do Robert Parker acima de 90 pontos eram do Douro. E metade desses eram dos cinco Douro Boys. Na Wine Spectator, as percentagens eram um bocadinho menores, mas também eram avassaladoras. Portanto, esse reconhecimento existe dentro de Portugal. Como é que esse reconhecimento se reflecte lá fora? É um desafio que nós todos temos e que nós, como Douro Boys, mantemos em aberto.

Não sei por onde começar no que diz respeito aos problemas que o Douro tem…
CVZ: Esses problemas são irrelevantes para o valor final. Sempre existiram e já foram muito piores.

Mas não serão irrelevantes se quisermos ter mais produtores a caminhar no mesmo sentido.
CVZ: No DOC Douro são, e vou dizer-lhe porquê. A criação de qualidade e de vinhos que consigam ter valor e que acompanhem essa imagem de futuro do Douro no mundo dos vinhos só depende de uma coisa, de quem produz ser dono das vinhas. É irrelevante o preço a que compram uvas, porque o preço das uvas não conta para este campeonato.

Ninguém que se preze e que faça um grande vinho [DOC Douro] depende de uvas compradas.
Cristiano van Zeller

Há tanta gente que tem que comprar uvas.
CVZ: Esqueça. Só compram uvas para fazer vinhos correntes. Só se compram uvas no Douro para vinhos DOC Douro para fazer vinhos correntes.

Está a dizer-me que não é impeditivo para se valorizar o vinho. Mas é como se estivéssemos na tal maratona de que falava a Francisca na primeira parte da nossa conversa, com alguém a puxar-nos para trás com aquelas tiras.
CVZ: Ninguém consegue produzir um CV se não for dono da vinha, ou um Maria Teresa, ou…

Certo, mas os exemplos que está a dar não são generalizados.
CVZ: Mas é o que conta para a imagem da região. Tudo o resto é irrelevante e enquanto a imagem da região e os vinhos de grande qualidade não conseguirem ter valores e um efeito de arrasto a toda a região, toda a denominação de origem…

E terá?
CVZ: Tanto é assim que teve, e tem. Em 2010 – e eu vou retirar aqui os armazenistas e os produtores, aqueles que compram uvas mas não armazenam nem engarrafam, não pesam aqui –, viticultores engarrafadores, produtores engarrafadores, produtores armazenistas engarrafadores, e armazenistas engarrafadores – os outros não têm peso –, havia 548 [no DOC Douro]. Em 2020, havia 1149. Mais do que duplicaram. Vinho do Porto: produtores engarrafadores passaram de 78 a 117 e comerciantes de vinho do Porto – que podem comprar uvas e comprar vinhos – passaram de 32 para 28. A dependência da compra de uvas dos produtores do Douro, em relação aos comerciantes de vinho do Porto, é muito menor. O Crasto tem uma percentagem de uvas próprias brutal. O Vallado igual. A Niepoort não tem porque a Niepoort tem muito poucas vinhas, mas os seus grandes vinhos são feitos de uvas de dois ou três lavadores e de vinhas próprias. O Meão não depende de uvas [de terceiros] para fazer os grandes vinhos. E ninguém que se preze e que faça um grande vinho depende de uvas compradas. Se depender das compradas, não chega lá, que não tem constância, não tem controlo. No vinho do Porto isso já não é verdade.

Embora haja grupos grandes a perceber que têm que comprar vinhas.
CVZ: Sim. Mas no DOC Douro as grandes marcas de vinhos, Domingos Alves de Sousa, persiga-os a todos, são donos das vinhas de onde fazem os grandes vinhos.

“Ninguém que se preze e que faça um grande vinho [DOC Douro] depende de uvas compradas”, diz Cristiano van Zeller, que gostava de saber a percentagem de uvas que as empresas de vinho do Porto compram apenas para garantir o benefício e depois não transformam MANUEL ROBERTO
O que está a dizer-me é que vinhas próprias resolve as questões do preço pago pela uva e da valorização dos vinhos. Mas, mais uma vez, quem está de fora e olha para a tal maratona, vê os produtores a correr mas puxados por várias amarras: o instituto público, a remuneração ser distinta se a mesma uva for para DOC Douro ou para vinho do Porto…
CVZ: Estes 28 operadores que aqui estão representam no mínimo a compra, só em uvas para vinho do Porto, de 50% da produção da região. Atrás destes 50% da produção da região, quantos destes comerciantes de vinho do Porto é que têm que comprar as uvas que sobram desses viticultores para assegurar que estes lhes vendem o benefício? Foi sempre assim. Se nós queríamos as uvas de benefício daquele senhor, tínhamos ficar com as uvas todas. Hoje em dia, algumas empresas limitam a 25%, ou noutra percentagem, acima do benefício as uvas para DOC Douro com que ficam. Ora, 25% de 50% são logo 12,5%. Se todas as empresas de vinho do Porto limitassem a 25%, eram responsáveis logo à partida por 62,5% de toda a produção do Douro. Mais: aqui não estão metidas as adegas cooperativas, que quando querem comercializar criam uma empresa ao lado para o vinho do Porto. As adegas cooperativas que são responsáveis por uma grande percentagem da transformação da uva para vinho do Porto. Agora não tenho o número de cor, mas vamos dizer que são responsáveis por 20%. Atrás disso, vem em toda a produção para vinhos DOC Douro, porque as adegas cooperativas ficam com tudo.

Mas está tudo relacionado.
CVZ: Mas, então, quem é responsável pela formação do preço?

No fundo gostava de perceber a vossa opinião sobre se estas questões são um entrave à afirmação e valorização da região.
CVZ: Não é por aí. Olhe, a produção do DOC Douro de 2004 a 2019 passou de 13,4 milhões de litros […]

Continue a ler este artigo em Público.

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