O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo mostrou-se hoje esperançoso que o incêndio que deflagrou no concelho na tarde de sábado seja dominado durante o período da noite.
Em declarações à agência Lusa, José Meneses disse que o teatro de operações tem mais de 300 operacionais, aos quais se juntaram várias máquinas de rasto, sendo uma do Exército português.
“Todo o cuidado é pouco e há sempre alguma preocupação, porque há uma frente ativa em direção à localidade da Lousa, mas neste momento temos meios aéreos e máquina de rastos no terreno e outros veículos, e mais de 300 operacionais a combater as chamas. Esperemos que com o cair da noite o combate ao fogo evolua favoravelmente”, explicou o autarca.
De acordo com José Meneses, os operacionais e meios de apoio no combate ao fogo estão espalhados pelos concelhos de Torre de Moncorvo e Carrazeda de Ansiães.
Acrescentou que se espera que ainda no decorrer do dia e no período da noite seja possível entrar numa “fase mais calma e de rescaldo, possivelmente”.
“O incêndio lavra em zonas de difícil acesso, numa zona de fragada e mato. Esperamos, agora, que os estragos não sejam muito avultados”, vincou.
Este incêndio deflagrou às 19:00 de sábado na freguesia de Cabeça Boa, concelho de Torre de Moncorvo, distrito de Bragança, e entrou em fase de resolução no domingo de manhã. Contudo, ao final da tarde houve um reacendimento, o fogo alastrou-se ao município vizinho de Carrazeda de Ansiães e chegou a ter duas frentes ativas.
Segundo a página oficial da Autoridade Nacional da Emergência e Proteção Civil (ANEPC), às 17:10, o combate às chamas envolvia 375 operacionais, apoiados por 122 e seis meios aéreos.












































