Em Trás-os-Montes, nas áreas de mercado de Bragança e de Chaves, teve início a campanha de produção e comercialização da castanha.
Na área de mercado de Douro Sul, a proximidade do S. Martinho e dos diversos magustos, contribuiu para um aumento da procura. A qualidade do produto continua fraca, mas com alguma melhoria da variedade “Verdeal”, face à descida das temperaturas do ar. As cotações tiveram valorização para outras castanhas à saída de estação (SE), a granel, em 56%, “Martainha” SE, a granel e em saco de 25 kg, em 29%, e “Judia” SE, a granel, em 14%. Registaram-se algumas descidas nas cotações, nomeadamente da castanha “Martainha” SE, em saco de 10 kg, em 22%, em saco de 5 kg, em 19% e da “Verdeal” SE, em saco de 5 kg, em 17%.
Na Beira Interior, na área de mercado da Cova da Beira, a redução da oferta de pera “Rocha” contribuiu para uma subida acentuada da cotação da pera “Rocha” SE, categoria II, calibre 65-70, em caixa, que valorizou 58%.
No Ribatejo e Oeste, na área de mercado do Oeste, registou-se uma valorização na cotação de 16% da maçã “Royal Gala” SE, categoria I, calibre 65-70, em caixa, resultado do aumento da procura por este calibre.
No Alentejo, na área de mercado de Ferreira do Alentejo, foi dada por terminada a campanha de produção e comercialização da uva “Crimson”.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização do diospiro “Tipo Mole” e foi dada por terminada a da uva “Pallieri”. A concorrência de produto proveniente de outras regiões, contribuiu para o aumento da oferta, originando uma desvalorização de 11% na cotação do diospiro “Tipo Rijo” SE, categoria II, pequeno, em tabuleiro.

Frutos Secos
Em Trás-os-Montes, área de mercado Douro, os volumes de amêndoa transacionados foram idênticos aos da semana anterior. Nesta fase da campanha, o mercado caracteriza-se por uma situação de oferta alta e procura média.
Na área de mercado de Bragança, teve iníco a campanha de produção e comercialização da noz.
Na área de mercado da Terra Fria, teve início a campanha de produção e comercialização da amêndoa.
Na Beira litoral, na área de mercado de Viseu, parte da produção de avelã não está a ser apanhada, devido à fraca qualidade dos frutos, que apresentavam o miolo seco. As temperaturas elevadas e a escassez de precipitação durante o verão poderão ter contribuído para esta situação, condicionando a quantidade de avelã disponível para comercialização.
No Alentejo, na área de mercado Alentejo Litoral, as cotações do pinhão não tiveram alteração. Na área de mercado de Beja, prossegue a campanha de produção e comercialização da amêndoa sem casca, fase da colheita praticamente finalizada. Cotações nacionais muito dependentes das cotações de Espanha. Na área de mercado de Beja, prossegue a campanha de produção e comercialização da noz, com a colheita a aproximar-se do fim. As temperaturas elevadas durante o mês de outubro estão a limitar a procura e o consumo a nível nacional, provocando uma quebra dos preços praticados no inicio da campanha. Na área de mercado de Estremoz, prossegue a campanha de produção e comercialização da noz. Espera-se uma redução da quantidade produzida em relação ao ano anterior, devido aos problemas na altura do vingamento do fruto.
No Algarve, a cotação da alfarroba não teve alterações. A oferta e a procura de amêndoa têm sido reduzidas. O escoamento apresenta-se fraco, refletindo o facto de os produtores não apanharem a amêndoa. As cotações mantêm-se estáveis.
→ Aceda aqui ao documento ←
Cotações – Frutos Frescos e Secos – 19 a 25 de outubro de 2026














































