Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, registou-se uma diminuição da oferta, que originou uma subida de 14% na cotação da couve-flor à saída de produção (SP), categoria II, calibre >11, em caixa 14%. Em sentido inverso, o aumento da oferta levou à descida das cotações da nabiça SP, em molho, de 24%, do tomate “Cereja” estufa SP, categoria I, não calibrado, em caixa, de 20%, da curgete SP, não calibrada, em caixa, de 17%, da cebola de conservação SP, categoria II, calibre 50-70, em saco, de 14%, da couve “Penca” SP, categoria II, não calibrada, bem como da couve “Repolho Tipo Coração” SP, categoria II, calibre >250, em caixa, ambas com uma redução de 11%.
Na Beira Litoral, área de mercado da Beira Litoral, foi dada por terminada a campanha de produção e comercialização do tomate “Coração de boi”.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, onde a maior parte da comercialização de produtos hortícolas se realiza em leilão, registaram-se subidas acentuadas nas cotações da couve “Brócolos” SP, não calibrada, em palote, de 92%, do tomate “Redondo” SP, médio, em caixa, de 33%, e do nabo com rama SP, em caixa, de 21%, devido ao aumento da procura associado a uma menor disponibilidade de produto de melhor qualidade, face à semana anterior. As cotações da batata-doce SP, não calibrada, em caixa, e do tomate “Chucha” SP, médio, em caixa, valorizaram 24% e 21%, respetivamente, em consequência de um aumento da procura, acompanhado por uma oferta média e de melhor qualidade. Por sua vez, uma menor procura associada à redução da oferta, levou à subida de 16% na cotação da couve-flor SP, não calibrada, em caixa. Registou-se ainda uma subida de 15% na cotação do tomate “Coração de boi” SP, grado, em caixa, resultante de um ligeiro aumento da procura e de uma oferta média de melhor qualidade. Relativamente às descidas, a diminuição da procura, associada a uma oferta elevada e de qualidade inferior, conduziu à desvalorização das cotações da couve “Lombardo” SP, não calibrada, em caixa, de 66% e do pepino SP, não calibrado, em caixa, de 20%. A redução da procura acompanhada por uma oferta baixa e de qualidade inferior, levou também à descida das cotações da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 38%, do pimento verde SP, não calibrado, em palote, de 33% e do pimento vermelho SP, não calibrado, igualmente em palote, de 10%. Por fim, verificaram-se descidas nas cotações do tomate “Redondo maduro” SP, grado, em caixa, de 33%, e do tomate “Cherry” SP, não calibrado, também em caixa, de 20%, resultado de uma diminuição da procura e da oferta, que se apresentou média e de qualidade inferior.
No Alentejo, na área de mercado de Odemira, verificou-se uma valorização de 25% na cotação da batata-doce SP, tamanho grado/médio, em saco de 20 kg. Apesar do aumento da oferta, os compradores valorizam o produto, sustentando preços mais elevados.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização do feijão-verde “Achatado Direito” de estufa. Registou-se uma descida de 14%, na cotação do quiabo SE, categoria II, em caixa, devido aos baixos níveis de procura e oferta. O escoamento foi pontual, refletindo o reduzido consumo deste produto.

















































