Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, teve início a campanha de comercialização da batata branca de conservação e da cebola de conservação, tendo terminado a campanha de produção e comercialização da batata branca primor/nova e da cebola temporã. Verificou-se uma subida das cotações, devido a uma redução da oferta, da curgete SP não calibrada em caixa e da couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 em caixa, de 25%, e da couve “Penca” SP II não calibrada em caixa de 20%. A cotação da abóbora “Mogango” unidade teve uma descida de 33%, devido a um aumento da oferta associado à diminuição da procura. O aumento da oferta contribuiu igualmente para a descida das cotações da cenoura SP II >20 saco em 31%, do pepino estufa SP II >250 caixa em 25%, do tomate “Cereja” estufa SP I não calibrado caixa em 17% e do “Cacho” estufa SP II 67-81 caixa em 11%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, teve início a campanha de produção e comercialização do feijão-verde “Achatado direito” em estufa. Verificou-se um aumento da oferta, que conduziu à descida das cotações do pepino em estufa à saída de produção (SP) categoria II calibre >250 em caixa e do tomate “Alongado” estufa SP II calibre 47-56 em caixa, de 17%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Teve início a campanha de produção e comercialização da beringela. Registou-se uma subida acentuada da cotação da couve-flor SP não calibrada em caixa de 106%, devido a um aumento da procura associado a uma oferta quase nula de produto de melhor qualidade face à semana anterior.
Em sentido inverso, verificaram-se descidas nas cotações do tomate “Chucha” SP médio em caixa de 59%, do “Redondo” médio SP grado em caixa de 22%, do feijão-verde “Douradinho” SP em caixa de 46%, da couve “Lombardo” SP II não calibrada em caixa de 29% e do alho francês SP não calibrado em caixa de 13%, devido a uma redução da procura e à escassez da oferta, que apresentou qualidade inferior à da semana anterior. A diminuição da procura, conjugada com um ligeiro aumento da oferta, embora ainda reduzida e de qualidade inferior, contribuiu igualmente para a descida das cotações da batata-doce SP não calibrada em caixa de 27% e do tomate “Cherry” SP em caixa de 25%. A cotação do tomate “Redondo” SP médio em caixa, desceu 24%, devido a uma diminuição da procura e do aumento da oferta, que foi alta.
Também uma menor procura com oferta abundante, mas de qualidade inferior, levou â descida das cotações do tomate “Chucha” SP grado em caixa de 20%, do pepino SP não calibrado em caixa de 15% e da curgete SP não calibrada em caixa de 10%. Por fim, descida das cotações do feijão-verde “Largo” SP em caixa de 24% e da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada de 14%, resultado de uma redução da procura com oferta média de qualidade inferior.
Na área de mercado Península de Setúbal, registou-se uma diminuição da procura de batata, em consequência de um consumo reduzido, o que originou uma descida da cotação da batata primor/nova vermelha SP grado/médio em saco de 49%.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização da beringela “Alongada”.















































