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– 19-07-2011 |
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UE / Pescas: Portugal contra reforma da pol�tica europeia focada apenas na sustentabilidade ambiental
A ministra do Mar, Assun��o Cristas, vincou hoje em Bruxelas, "de uma forma muito marcada", a oposi��o de Portugal a uma reforma da Pol�tica Comum de Pescas da União Europeia focada apenas no aspecto da sustentabilidade ambiental. "Tivemos a preocupa��o de vincar de uma forma muito marcada a preocupa��o para Portugal que � ter uma l�gica de sustentabilidade nas pescas, mas uma sustentabilidade que tenha os tr�s vectores, o econ�mico, social e ambiental, e não apenas o ambiental. Também o ambiental, mas não apenas", disse. Assun��o Cristas falava no final da sessão matinal de trabalho do Conselho de Agricultura e Pescas, no qual houve uma primeira troca de impress�es sobre a proposta avan�ada na semana passada pela Comissão Europeia com vista a uma reforma "radical" da Pol�tica Comum de Pescas, que Bruxelas deseja que passe a centrar-se sobretudo em pareces cient�ficos, para garantir a sustentabilidade das unidades populacionais de pescado nos mares da União Europeia, incluindo nas �guas territoriais portuguesas. Apontando que a proposta hoje exposta aos 27 pela comiss�ria europeia dos Assuntos Mar�timos e Pescas, Maria Damanaki, "ainda � uma base de trabalho", a ministra disse que Portugal vai apresentar ao longo das negocia��es elementos que considera importantes para a reforma, tendo hoje marcado j� uma posi��o. "Para n�s a questáo ambiental � importante, a questáo da sustentabilidade das pescas � importante. Agora, não podemos esquecer Também que h� circunst�ncias particulares a tomar em conta, nomeadamente as especificidades da pesca portuguesa, que passam muito por uma pesca costeira, por uma pesca artesanal", disse. Assun��o Cristas especificou que, entre as prioridades portuguesas, estáo outros pontos "como seja a moderniza��o das frotas, como seja as questáes relativas � pr�pria segurança no trabalho, como seja relativas � efici�ncia energ�tica", pelo que todos os aspetos devem ser considerados, e não apenas o "ponto especifico de sustentabilidade ambiental". Fonte: Lusa
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