Lusosem lança Blindar- novo fungicida para controlo das Doenças do Lenho da Videira e de fungos de solo em culturas hortícolas, fruteiras e ornamentais

Lusosem lança Blindar- novo fungicida para controlo das Doenças do Lenho da Videira e de fungos de solo em culturas hortícolas, fruteiras e ornamentais

A Lusosem apresenta ao mercado português uma solução inovadora para controlo dos fungos causadores das doenças do lenho da videira, entre as quais a Esca, e fungos de solo em culturas hortícolas, fruteiras e ornamentais. O fungicida Blindar, à base de duas estirpes de Trichoderma, está autorizado em Modo de Produção Biológico e é eficaz mesmo em condições climáticas adversas.

As doenças do lenho da videira (Esca, Eutipiose, Botriosfériose, Doença de Petri, entre outras) são causadas por um vasto complexo de fungos, que levam ao declínio da planta e geram grandes perdas na quantidade e qualidade da colheita. Estima-se que os prejuízos originados pelas doenças do lenho na vitivinicultura a nível mundial ascendam a 1.500 milhões de dólares/ano.

As videiras afetadas por doenças do lenho apresentam sintomas característicos – as folhas adquirem cloroses seguidas de necroses entre as nervuras principais, os lançamentos definham, as varas podem não atempar e os cachos murcham ou secam. Estes sintomas podem ocorrer em toda a planta ou em apenas alguns dos seus órgãos.

Diversos estudos demonstram que os fungos causadores das doenças do lenho penetram na planta através das feridas causadas pela poda. Após o corte, os tecidos lenhosos da videira ficam expostos à ação dos agentes patogénicos por períodos mais ou menos longos. A ausência de produtos químicos de longa persistência tornava até agora o controlo deste complexo de fungos numa missão quase impossível.

Controlo biológico com Blindar

Para dar resposta a este complexo problema fitossanitário, a empresa italiana Isagro desenvolveu, em parceria com investigadores da Universidade de Florença, o fungicida Blindar, à base de duas estirpes de Trichoderma: Trichoderma Gamsii            e Trichoderma Asperellum. O micélio destes fungos benéficos (antagonistas) coloniza os tecidos da videira onde se encontram as feridas de poda, formando uma barreira física e biológica à entrada dos agentes patogénicos, evitando assim o desenvolvimento de novas infeções. Os fungos do género Trichoderma são designados de antagonistas porque neutralizam a ação dos fungos patogénicos.

As estirpes Trichoderma Gamsii e Trichoderma Asperellum contidas no fungicida Blindar atuam de forma simbiótica, garantindo maior eficácia no controlo dos fungos patogénicos em diversas condições de clima e solo. Após a aplicação do Blindar, os fungos antagonistas fazem o seu trabalho rapidamente, instalam-se e começam a atuar em menos de 6 horas, com temperatura superiores a 10°C e sem chuva.

Como aplicar Blindar em videira

Recomenda-se realizar a pré-germinação dos esporos do Blindar 24 horas antes da aplicação do produto, que deve ser feita após a poda da videira. Diluir 1 kg de Blindar em 10 litros de água, a uma temperatura superior a 10°C, e aplicar 1 Kg produto/hectare. Blindar é resistente a tratamentos químicos e a condições climáticas adversas. É fácil de aplicar, rápido a atuar e garante máxima proteção das feridas de poda. Está autorizado em Modo de Produção Biológico.

O fungicida Blindar, à base de duas estirpes de Trichoderma, coloniza os tecidos da videira onde se encontram as feridas de poda e forma uma barreira física e biológica à entrada dos fungos causadores das doenças do lenho.

Sintomas das doenças do lenho em videira

Como atua Blindar em fungos de solo

O Blindar é igualmente eficaz na prevenção de ataques de fungos patogénicos que atacam as raízes e o colo das plantas tais como: Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum, Scleratium rolfsii, Verticillium dahliae, Thielaviopsis basicola, Pythium spp, Phytophthora spp. e Armillaria mellea. Os fungos antagonistas contidos no Blindar, após a aplicação, colonizam o solo e as raízes e competem com os fungos patogénicos por espaço e nutrientes. Também atacam as paredes celulares dos patógenos com enzimas. A sua aplicação deve ocorrer preventivamente antes do desenvolvimento dos fungos patogénicos, uma vez que o Blindar não tem efeito curativo.

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