Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Orçamento do Estado 2027 fica aquém em áreas como a proteção da floresta, a adaptação climática e a fiscalidade verde

    Leiria: Programa Sub-regional de gestão de fogos em consulta pública

    Bélgica: ciberataque a sistemas de refrigeração em supermercados estraga €100 mil em alimentos

    Tempo quente e seco provoca quebra significativa na produção de castanha em Marvão

    Fórum CarbonWise 2026 debate como transformar o carbono em valor económico

    Marcha de agricultores sai à rua no Fundão contra aumento de custos

    Portugal: supermercados Intermarché afetados por ataque informático

    cavalo castanho

    Na terra do Lusitano, a Feira Nacional do Cavalo celebra 50 anos e sonha com a UNESCO

    Obras de 6,3ME no canal condutor geral do Aproveitamento Hidroagrícola do Mira

  • Opinião

    A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

    Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

    Pedro-Pimentel

    Portugal tem uma palavra a dizer

    Jose Mesquita Milheiro

    Agricultura, filha de um deus menor. Até quando?

    Registo Internacional de Marcas no Setor Agroalimentar

    Estamos a exportar Portugal ou a desvalorizar o azeite português?

    AIGP: fracasso ou sucesso?

    Microrganismos ao serviço de uma agricultura mais sustentável

    O problema da floresta não é apenas florestal

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    IFAP

    Newsletter IFAP N.º 175 – Outubro 2026

    02/11/2026

    Fórum CarbonWise 2026 debate como transformar o carbono em valor económico

    02/11/2026

    Peneda-Gerês com novas regras que conciliam conservação e desenvolvimento – Governo

    02/11/2026

    Apoio governamental à agricultura subiu 15% no mundo entre 2023 e 2025 – OCDE

    02/11/2026

    Governo reforça em 15 ME apoio para agricultores face ao custo dos combustíveis

    02/11/2026

    Goparity abre campanha de investimento para reflorestar Sul da Europa após incêndios

    02/11/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Orçamento do Estado 2027 fica aquém em áreas como a proteção da floresta, a adaptação climática e a fiscalidade verde

    Leiria: Programa Sub-regional de gestão de fogos em consulta pública

    Bélgica: ciberataque a sistemas de refrigeração em supermercados estraga €100 mil em alimentos

    Tempo quente e seco provoca quebra significativa na produção de castanha em Marvão

    Fórum CarbonWise 2026 debate como transformar o carbono em valor económico

    Marcha de agricultores sai à rua no Fundão contra aumento de custos

    Portugal: supermercados Intermarché afetados por ataque informático

    cavalo castanho

    Na terra do Lusitano, a Feira Nacional do Cavalo celebra 50 anos e sonha com a UNESCO

    Obras de 6,3ME no canal condutor geral do Aproveitamento Hidroagrícola do Mira

  • Opinião

    A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

    Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

    Pedro-Pimentel

    Portugal tem uma palavra a dizer

    Jose Mesquita Milheiro

    Agricultura, filha de um deus menor. Até quando?

    Registo Internacional de Marcas no Setor Agroalimentar

    Estamos a exportar Portugal ou a desvalorizar o azeite português?

    AIGP: fracasso ou sucesso?

    Microrganismos ao serviço de uma agricultura mais sustentável

    O problema da floresta não é apenas florestal

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    IFAP

    Newsletter IFAP N.º 175 – Outubro 2026

    02/11/2026

    Fórum CarbonWise 2026 debate como transformar o carbono em valor económico

    02/11/2026

    Peneda-Gerês com novas regras que conciliam conservação e desenvolvimento – Governo

    02/11/2026

    Apoio governamental à agricultura subiu 15% no mundo entre 2023 e 2025 – OCDE

    02/11/2026

    Governo reforça em 15 ME apoio para agricultores face ao custo dos combustíveis

    02/11/2026

    Goparity abre campanha de investimento para reflorestar Sul da Europa após incêndios

    02/11/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Henrique Pereira dos Santos

Um conto exemplar – Henrique Pereira dos Santos

por Corta-fitas
29-05-2022 | 16:12
em Últimas, Notícias florestas, Blogs
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Na Sexta-feira, na coluna da Oficina da Liberdade no Observador, escrevi sobre eucaliptos.

É um texto comprido que, com certeza, me valerá mais algumas medalhas como vendido aos interesses.

Logo de início cito algumas referências do movimento ambientalista e digo, sobre elas “nenhum deles, tanto quanto sei, estudou ou escreveu uma linha de um artigo científico relevante sobre os efeitos ambientais da produção de eucalipto”.

Eu bem tive o cuidado de escrever “relevante”, mas mesmo assim fizeram-me chegar uma observação com um artigo científico em que Jorge Palmeirim participa, que “mostra que os impactos sobre os artrópodes são grandes”, ou seja, não seria verdade que Jorge Palmeirim não teria escrito uma linha sobre os impactos dos eucaliptos.

Saltando por cima do facto de eu ter lá posto “relevante”, fui, naturalmente, ler e estudar o tal artigo, fazendo umas notas de leitura que me parece que tornam evidente como a crítica científica à produção de eucalipto pode ser cientificamente pobre e, no caso deste artigo, no limite da fraude científica, para ser brando, mesmo quando resultam de um artigo com co-autoria de um académico prestigiado como Jorge Palmeirim.

Comentários sobre “LOW MACRO-ARTHROPOD ABUNDANCE IN EXOTIC EUCALYPTUS PLANTATIONS IN THE MEDITERRANEAN”

Primeira frase do abstract “Exotic plantations of Eucalyptus are replacing large areas of extensive agroecosystems throughout the Mediterranean basin.” Esta frase é duplamente falsa. É falsa porque a plantação de eucaliptos não se espalha pela bacia mediterrânica, como se pode verificar facilmente pela distribuição da espécie e explicar ainda mais facilmente conhecendo as exigências ecológicas das espécies de eucalipto interessantes para a produção industrial, e é falsa porque a expansão de eucalipto não se faz pela substituição de extensas áreas de agro-sistemas extensivos, mas sim essencialmente pela substituição de matos e pinhais, o que pode ser verificado facilmente pelos dados de evolução da ocupação do solo, quer pelas metodologias usados no COS, quer pelo inventário florestal.

Segunda frase do abstract: “A comparison of the abundance of ground macro-arthropods in some of major types of traditional land uses in southern Iberia (cork oak woodlands, olive groves, fallow fields, vineyards, and riparian vegetation) revealed that Eucalyptus plantations held the lowest abundances for most groups of arthropods”. Pelas razões expostas acima, o desenho experimental deste artigo é absurdo, porque os eucaliptais não substituíram estes sistemas, mas matos e pinhais. Ou seja, as conclusões que podem ser tiradas sobre um desenho experimental como o descrito é apenas de que os eucaliptais estudados são menos biodiversos que os sistemas referidos. Isso não diz nada sobre o impacto da expansão dos eucaliptais porque não existe, a não ser marginalmente, substituição desses sistemas por eucaliptais.

Terceira frase do abstract: “This indicates that the expansion of Eucalyptus plantations in the Mediterranean is very negative for ground arthropods, and for the many species of vertebrates that depend on them as prey”. Para que esta conclusão fosse válida, era preciso um passo: demonstrar a substituição dos sistemas analisados por eucaliptal, uma hipótese altamente improvável. Se não houver esse passo, a conclusão é claramente abusiva e ilegítima.

O artigo começa, na sua introdução, por uma frase absolutamente falsa, e central para o desenho experimental e para as conclusões do artigo: “Throughout the Mediterranean basin exotic Eucalyptus plantations are replacing large areas of native woodland and traditional extensive agroecosystems, such as olive grove or cork oak woodland. Esta frase é assente numa referência: Carnus, J.M., Parrotta, J., Brockerhoff, E., Arbez, M., Jactel, H., Kremer, A., Lamb, D., O’Hara, K., Walters, B. (2006): Planted forests and biodiversity. – Journal of Forestry 104: 65-77.

Esta referência, no entanto, não diz respeito a alterações de uso do solo, ou avaliações de tendências de uso de solo em Portugal, quaisquer que sejam, mas à relação entre a plantação de povoamentos florestais e biodiversidade a uma escala mundial.

É portanto necessário ir saber em que medida o artigo citado suporta a afirmação de que os eucaliptais em Portugal (ou na Península Ibérica) se expandem à custa de vegetação pristina, e mosaicos agrícolas tradicionais extensivos, com olivais, sobreirais ou montados de sobro, vinhas, etc..

De facto, a referência em causa afirma: “For example, fast-growing species can replace native forest tree species because of their natural invasive potential, as has been observed, e.g., with eucalyptus in northwestern Spain and Portugal”.

Esta delirante afirmação (a expansão de eucalipto nas regiões citadas faz-se por plantação, e não por um processo de disseminação natural decorrente do carácter invasor da espécie) não é baseada em coisa nenhuma.

Mesmo que se admita que decorre da referência imediatamente anterior, MACK, R.N., D. SIMBERLOFF, W.M. LONSDALE, H. EVANS, M. CLOUT, AND F.A. BAZZAZ. 2000. Biotic invasions: Causes, epidemiology, global consequences, and control. Ecol. Appl. 10:689 –710., sobre espécies invasoras, o facto é que essa referência apenas inclui uma menção a eucaliptos, mas na África do Sul.

A única referência que poderia suportar uma premissa central do estudo é delirantemente falsa e não está fundamentada em nada que possa ser verificado de forma independente.

Ou seja, uma afirmação central em todo o artigo – as plantações de eucalipto substituem mosaicos tradicionais agroflorestais extensivos mediterrânicos – não tem qualquer suporte nas referências bibliográficas citadas e é factualmente errada, como se pode verificar na bibliografia que existe sobre evolução do uso do solo em Portugal, totalmente ignorada no artigo em questão.

A verificação de que a expansão de eucalipto em Portugal é feita com ocupação de áreas anteriormente ocupadas por matos e pinhais é sistemática e esmagadora em todos os estudos feitos sobre o assunto sendo incompreensível a hipótese usada no artigo (The objective of this study is to evaluate how the abundance of ground macro-arthropods inEucalyptus plantations in southern Iberia compares with that of some of the main land uses that they are replacing, namely cork oak woodlands, olive groves, vineyards, riparian vegetation and fallow farmland.”), sobretudo quando não é suportada em coisa nenhuma que não sejam referências bibliográficas genéricas sobre florestações, biodiversidade e invasoras no mundo que, ainda por cima, não dizem o que o artigo diz que dizem.

Como se não bastasse, o estudo é feito na região de Évora, que manifestamente não é uma área de plantação e expansão de eucalipto típica em Portugal, isto é, o estudo não só se faz comparando tipos de vegetação que não são substituídos por eucaliptos, como se faz com base num eucaliptal situado numa zona que não é especialmente favorável à produção de eucalipto.

Ainda assim, o próprio estudo admite que a baixa presença de artrópodes se pode dever a vários factores, incluindo o modelo de gestão (eucaliptais intensamente geridos, com idades em torno dos seis a sete anos numa área marginal para a produção da espécie) e não à presença de eucaliptos.

O que é coerente com a generalidade dos estudos sobre os impactes ambientais do eucalipto: o que é relevante é o modelo e intensidade de uso, não a espécie em causa.

Infelizmente, o estudo não se debruça sobre diferentes povoamentos de eucalipto, com diferentes características, para avaliar em que medida os resultados decorrem de modelos de gestão ou da presença da espécie.

O que é tanto mais estranho quando a primeira referência bibliográfica do estudo aponta exactamente no sentido de que eucaliptais, em zonas mais próxima do seu óptimo ecológico, apresentam resultados de presença de artrópodes semelhantes à sua envolvente natural.

Resumindo, da análise citada, a única conclusão possível, que não é nenhuma novidade, é a de que parte da academia e do sistema de publicação científica é permeável ao contrabando de ideias não fundamentadas, desde que sejam simpáticas para os preconceitos de grande parte desses académicos.

É claríssimo que este artigo, se apresentado a uma revista centrada em evolução do solo e matéras conexas, seria provavelmente recusado porque a premisa base que é usada para as suas conclusões é uma ideia que qualquer investigador que trabalhe com o tema sabe ser completamente falsa, demonstradamente falsa.

Como não sei se alguém para além dos autores, dos revisores da revista e de mim, alguma vez leu este artigo, a sua publicação não tem grande importância.

A sua única importância é fazer parte de uma vasta bibliografia do mesmo tipo que permite que outras pessoas, sem lerem o artigo integralmente, e sem verificarem as referências, continuem a dizer que há um estudo que mostra que a expansão do eucaliptal tem grandes impactos sobre os artrópodes.

Até pode ter, não é a minha área de trabalho, não me parece provável que tenha, mas uma coisa é absolutamente certa: não são estudos destes, mesmo publicados em revistas com revisão por pares, que o demonstram.

O artigo, como muitos outros do mesmo tipo, limita-se a cumprir a sua função de guerrilha ideológica.

O artigo foi publicado originalmente em Corta-fitas.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Processos por tráfico de pessoas duplicaram em 2021

Próxima Publicação

Confraria do Vinho do Porto é guardiã de património imaterial

Artigos Relacionados

Últimas

Professor Luís Santos Pereira homenageado no XI Congresso Nacional de Rega e Drenagem

02/11/2026
Últimas

«A Biblioteca do século XXI é agregadora da comunidade»

02/11/2026
Últimas

Quando as plantas adoecem, é preciso descobrir porquê

02/11/2026
Próxima Publicação
Confraria Vinho do Porto

Confraria do Vinho do Porto é guardiã de património imaterial

Opinião

Últimas

A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

por José Godinho
01/11/2026

Ler maisDetails
Últimas

Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

por Maria João Horta Parreira
25/10/2026

Ler maisDetails

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

Orçamento do Estado 2027 fica aquém em áreas como a proteção da floresta, a adaptação climática e a fiscalidade verde

02/11/2026
ACOS

43.ª Ovibeja: O Solo que a TERRA nos dá

02/11/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Global Agri Forum 2026 Guerra Médio Oriente Mercosul Omnibus PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Novembro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30       
« Out   Dez »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OR

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OR

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.