O grupo Lusiaves vai avançar com uma unidade avícola em Góis, no interior do distrito de Coimbra, anunciada a seguir aos incêndios de 2017 e que se encontra em fase de licenciamento.
De acordo com o processo de consulta pública, que termina na segunda-feira, o projeto compreende a construção de “seis grupos de pavilhões avícolas, um edifício de apoio e armazém de ovos, dois filtros sanitários, armazéns de apoio, três conjuntos de reservatórios de água tratada, quatro conjuntos de reservatórios de água pluvial, dois edifícios de quadro geral/parciais e geradores” na Carvalhinha.
“O Plano Diretor Municipal (PDM) atrasou todo o processo, mas estamos agora a chegar a bom porto”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara, Rui Sampaio, acrescentando que o investimento deverá criar duas dezenas de postos de trabalho.
Segundo o autarca, o grupo Lusiaves tem intenção de construir outra unidade avícola no concelho, no Vale da Lapa, que está mais atrasada devido a um problema administrativo do terreno, que está em resolução.
Para acolher estes investimentos, o município de Góis procedeu à alteração do PDM, reservando duas áreas específicas.
Em 2019, o grupo Lusiaves, sediado em Leiria, anunciou que tinha identificado dois terrenos em Góis para unidades de produção e estabelecido protocolos nesse sentido.
Na altura, a empresa previa um investimento superior a 11,5 milhões de euros.














































