O Museu da Luz recebe, de 2 de outubro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, a exposição “(tudo uma) PEDRA DE TEMPO”, de Patrícia Magalhães, uma proposta que parte da pedra para refletir sobre a passagem do tempo, a memória e a transformação dos lugares.
A exposição reúne trabalhos realizados através de diferentes técnicas, onde a transferência de impressão se cruza com o desenho a grafite, carvão, tinta acrílica e pastel de óleo sobre papel. Entre as obras apresentadas estão dois desenhos realizados a partir de ortofotomapas da EDIA e de montagens fotográficas que mostram a localização da antiga e da atual aldeia da Luz.
É nesta relação com a Luz e com a transformação do território provocada por Alqueva, que a exposição ganha uma dimensão particularmente próxima do Museu. Entre o que ficou submerso, o que foi construído e reconstruído e o que permanece, Patrícia Magalhães olha para a pedra como matéria que guarda marcas do tempo e das mudanças dos lugares.
A exposição percorre diferentes momentos da transformação da pedra, desde a sua condição enquanto matéria até à sua presença nos espaços que habitamos. A memória e o esquecimento, a permanência e a mudança cruzam-se numa reflexão sobre aquilo que o tempo transforma e aquilo que deixa para trás.
O título “(tudo uma) PEDRA DE TEMPO” funciona como uma primeira pista para esta abordagem, num jogo de palavras que aproxima a pedra e o tempo e convida a olhar para a matéria como testemunho das transformações da paisagem e da vida humana.
A exposição “(tudo uma) PEDRA DE TEMPO” pode ser visitada de 2 de outubro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, de terça-feira a domingo, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 17h30, de 2 de outubro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.
Gerido pela EDIA, o Museu da Luz integra a Rede Portuguesa de Museus.
Fonte: EDIA












































