Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, verificou-se um aumento da oferta, o que levou a uma descida das cotações dos coentros SP em molho de 20% e da couve roxa SP II >350 de 11%.
Na área de mercado Viseu, registou-se uma descida da cotação da batata de conservação branca/vermelha SP, de calibre grado/médio, em saco de 17%, devido a uma maior oferta, resultante de um aumento da produção e da concorrência de produto proveniente de outras zonas do país, bem como de produto importado.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificaram-se subidas acentuadas nas cotações da curgete SP não calibrada de 126%, devido ao aumento da procura, associado a uma oferta elevada e de melhor qualidade face à semana anterior.
Também a cotação da couve “Brócolos” SP não calibrada registou uma valorização expressiva de 103%, em resultado do aumento da procura, num contexto de oferta reduzida e de melhor qualidade. O tomate “Chucha” SP médio valorizou 26%, devido a uma maior procura e uma oferta quase nula de melhor qualidade. Registou-se ainda uma subida da cotação da couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada de 17%, resultado de uma maior procura acompanhada por uma oferta média.
Relativamente às descidas, a redução da procura, associada à menor qualidade do produto, levou à desvalorização da cotação da batata-doce SP não calibrada de 60%. Registaram-se igualmente descidas nas cotações do feijão-verde “Douradinho” SP de 32%, do alho-francês SP não calibrado de 29% e do pimento verde SP não calibrado de 15%, em consequência de uma menor procura, num contexto de oferta quase nula e de qualidade inferior. A diminuição da procura, conjugada com um ligeiro aumento da oferta, que se manteve baixa e de qualidade inferior, originou ainda descidas nas cotações do tomate “Redondo maduro” SP grado de 28% e da couve “Lombardo” SP II não calibrada de 22%. Por último, registaram-se reduções nas cotações do tomate “Redondo” SP grado de 27% e médio de 17%, devido à diminuição da procura, associada a uma oferta elevada de qualidade inferior.















































