Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma redução da oferta, que levou a uma subida das cotações da beterraba à saída de produção (SP) em molho de 25% e do tomate “Coração de boi” SP grado em caixa de 20%. Por outro lado, o aumento da oferta, provocou uma descida das cotações da curgete SP não calibrada e tomate “Cereja” estufa SP I não calibrado caixa em 33%, batata primor/nova branca grado/médio saco em 25%, espinafre SP II molho em 24%, alface lisa de ar livre SP II >150 caixa e lisa de estufa SP II >100 caixa em 22%, beringela “Alongada” SP I >46 caixa em 20%, tomate “Cacho” estufa SP II 67-81 caixa em 18%, couve-flor SP II >11 caixa, “Penca” SP II não calibrada caixa e feijão-verde “Achatado Direito” estufa SP II caixa em 17%, alface frisada de ar livre SP II >150 caixa e frisada de estufa SP II >100 caixa em 14%, cenoura SP II >20 saco, couve “Brócolos” SP II não calibrada caixa, grelo de nabo SP molho e pimento verde estufa SP II >50 em 11%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, teve início o acompanhamento das cotações dos coentros SP, em molho, e da salsa SP também em molho.
Na área de mercado Viseu, registou-se uma desvalorização da cotação da batata de conservação vermelha SP grado/médio em saco de 13%, devido a uma maior oferta, resultante de um aumento da produção e da concorrência de produto proveniente não só de outras zonas do país, mas também importada. Perante este contexto, os produtores optam por vender o produto a preços mais baixos, evitando os custos associados ao seu armazenamento.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificaram-se subidas acentuadas nas cotações do tomate “Redondo” SP médio de 88%, “Redondo maduro” SP grado de 39%, “Chucha” SP médio de 21% e da batata-doce SP não calibrada de 45%, devido a um aumento da procura associada a uma oferta baixa, embora de melhor qualidade face à semana anterior. Também uma maior procura, mas associada a uma oferta alta e de melhor qualidade, resultou numa valorização das cotações do pepino SP não calibrado de 56% e do tomate “Coração de boi” SP grado de 23%. A cotação do feijão-verde “Douradinho” SP valorizou 47%, devido a um ligeiro aumento da procura, com oferta quase nula e de melhor qualidade. Subida, ainda, da cotação do pimento verde SP não calibrado em 11%, resultado de uma maior procura com oferta quase nula. Relativamente às descidas, a cotação da couve “Brócolos” SP não calibrada desceu 37%, devido à redição da procura com oferta baixa. A diminuição da procura, associada a uma oferta alta, levou à descida da cotação do tomate “Cacho” SP em 26%. A cotação do alho francês SP não calibrado desvalorizou 22%, resultado de uma redução da procura com oferta quase nula e de qualidade inferior. Por fim, descida da cotação do tomate “Chucha” SP grado de 21%, também pela diminuição da procura, mas com oferta alta de qualidade inferior.














































