A Aromáticas Vivas voltou a destacar-se na 13.ª edição do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas, uma iniciativa organizada pelo CNEMA, Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em parceria com a Qualifica. Nesta edição, a empresa sediada em Viana do Castelo e líder do mercado nacional de ervas aromáticas em vaso, conquistou três medalhas, reforçando o seu posicionamento de excelência no setor.
Esta premiação assume um significado ainda mais especial num ano particularmente desafiante, marcado pelas sucessivas tempestades que assolaram o país e que provocaram avultados prejuízos para as empresas e particulares. A Aromáticas Vivas foi uma das empresas afetadas por estas condições meteorológicas, tendo enfrentado dificuldades significativas na sua atividade.
A 7 de Fevereiro, a tempestade Marta destruiu uma parte significativa de uma das suas estufas de vidro, comprometendo a produção da erva aromática produzida nessa mesma infraestrutura, o Manjericão. O Manjericão é a variedade com maior volume de produção da empresa, que conta com uma produção anual de aproximadamente 1.7 milhões de vasos, é também aquela que mais vezes alcançou um lugar no pódio do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas.
Apesar desta calamidade que causou danos de, aproximadamente, meio milhão de euros, a Aromáticas Vivas demonstrou resiliência e capacidade de superação. Decidiu levar a concurso o Manjericão, aromática que foi fortemente afetada por esta adversidade, e que, por sua vez, se distinguiu com excelência, conquistando a medalha de ouro.
As outras duas premiações foram atribuídas às variedades aromáticas Poejo e Alecrim, uma medalhada com ouro e outra com prata, respetivamente. O Poejo voltou a repetir o feito alcançado em 2018, ano da sua primeira participação, somando agora a segunda medalha de ouro. Esta erva aromática caracteriza-se pelo seu aroma e sabor mentolado, forte e refrescante. Tradicionalmente utilizada na região do Alentejo, combina muito bem com açordas, fruta, sopas e infusões. É também conhecido como um ótimo calmante e indicado no combate de insónias, no alívio da tosse e da dor de garganta.
Já o Alecrim, com o 3º lugar no nosso pódio, é uma das aromáticas mais utilizadas pelos portugueses, nomeadamente, nos assados e grelhados de carnes e peixes. Caracteriza-se pelo seu aroma intenso e agradável, associado também a benefícios na memória e na concentração.
A cerimónia de entrega de prémios decorreu no dia 7 de junho na Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, onde a Aromáticas Vivas também marcou presença com o seu habitual stand de exposição. O propósito deste concurso passa por valorizar e promover as ervas aromáticas tradicionais, genuínas e exclusivamente produzidas em Portugal, destacando os melhores produtores nacionais destes produtos.
Desta forma, estas condecorações vêm reforçar a notoriedade da maior produtora nacional de ervas aromáticas frescas em vaso. No ano em que assinalou o seu 17.º aniversário, perspetiva-se um ano de mudança, estando em curso um projeto de requalificação de algumas infraestruturas internas. Projeta-se, ainda, o crescimento e consolidação da sua posição no mercado, apostando não só nas ervas em vaso, mas também no incremento da quota de mercado de ervas cortadas, microgreens e flores comestíveis.
Fonte: Aromáticas Vivas













































