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Biodiversidade da videira

por Eira Dias
21-12-2025 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 6 mins
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Importância da manutenção da biodiversidade da videira

Portugal tem inscritas na base de dados internacional de variedades de videira (VIVC) 250 variedade autóctones, num total de 350 variedades autorizadas a fazer vinho em Portugal.

Tendo em atenção a dimensão do país, um número tão elevado de variedades é demonstrativo da importância e da antiguidade da cultura da vinha no nosso país.

Um número tão elevado de variedades permite elaborar um leque enorme de tipos de vinho, em função das caraterísticas da variedade e das combinações entre elas.

Um vinho de lote é sempre mais complexo que um vinho elementar (de uma casta), pois, embora haja variedades que, devido às sua caraterísticas, permitem obter bons vinhos elementares, a generalidade não o permite. Níveis equilibrados de acidez, açúcar, compostos fenólicos, taninos e outros compostos, são raros num única variedade. Assim, o lote, desde que estudado para obter um determinado vinho com equilíbrio, complexidade e potencial de envelhecimento, é mais indicado que o vinho elementar.

Portugal tem este potencial, é prioritário e determinante mantê-lo para manter o nosso prestígio no setor, senão estaremos a concorrer diretamente com vinhos do “novo mundo”, bons, mas sem personalidade.

Riscos de extinção de variedades de videira

Esta riqueza em biodiversidade está em risco por vários fatores:

  1. Material vegetativo usado na instalação das novas vinhas:

No passado, plantava-se o porta-enxerto e no ano seguinte recolhia-se noutra vinha, do próprio ou de alguém conhecido, o material vegetativo da casta ou castas que pretendíamos multiplicar. Era este material que era enxertado no porta-enxerto plantado no ano anterior.

Este material vegetativo, normalmente era constituído por várias castas que eram, assim, propagadas.

Atualmente, para instalar uma nova vinha, contratamos com um viveirista a aquisição de enxerto-prontos de uma casta, que já vem do viveiro enxertada e é plantada diretamente no terreno.

Passámos de uma plantação multivarietal para uma monovarietal, indutora de uma grande perda de biodiversidade.

  1. A apetência por vinhos monovarietais:

O consumidor moderno tende a valorizar o consumo de vinhos monovarietais ou com poucas castas, identificadas na rotulagem das garrafas.

  1. Aparecimento de variedades resistentes às doenças, resultado de melhoramento sexuado:

Devido a preocupações ambientais, há necessidade de reduzir ao máximo a aplicação de pesticidas, nomeadamente fungicidas anti-míldio e anti-oídio, as doenças mais frequentes na vinha.

Esta necessidade levou à criação e plantação de castas resistentes a estas doenças criptogâmicas.

Estas castas são novas e podem contribuir para o abandono das castas tradicionais, geralmente bastante sensíveis a estas doenças e mais onerosas no seu combate.

Medidas de mitigação e recuperação varietal

Não há um modo ótimo de evitar a redução do património genético da videira.

Contudo, há ações que podem minorar ou inverter a tendência acima expressa:

  1. Assumir que há castas minoritárias, que atualmente não são plantadas, mas que, após um estudo aprofundado, podem ter mais-valias que contribuam para a sua plantação e consumo.
  2. Haver coleções ampelográficas que permitam preservar a biodiversidade da videira, incluindo preservar castas em desuso, evitando o seu desaparecimento.
  3. Efetuar estudos agronómicos e enológicos em castas minoritárias, de modo a encontrar e valorizar caraterísticas específicas que contribuam para a sua valorização.

Importância da Caixa Agrícola de Torres Vedras

As coleções ampelográficas, embora sejam de uma importância vital para preservar o património genético da videira, são economicamente deficitárias.

Englobam demasiado castas, muitas delas com baixa produção e, algumas, doentes, tornando a coleção pouco sustentável economicamente.

Urge, pois, encontrar modos de a sustentar economicamente.

As Instituições Financeiras e as Empresas, em geral, têm nos seus objetivos, preocupações de ESG (Environmental, Social and Governance), traduzindo para português: preocupações ambientais, sociais e de governança.

O Objetivo 15 de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 15), faz parte integrante da Agenda 2030 da ONU, composta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos em 2015. Este objetivo, voltado para a “Vida Terrestre”, busca proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres e da biodiversidade, garantindo que os recursos naturais da Terra sejam preservados para as gerações futuras.

Neste sentido e tendo em consideração que as Caixas de Crédito Agrícola Mútuo são Instituições Financeiras de índole Cooperativa e concelhia, criadas, na sua génese, por Agricultores dos respetivos concelhos, faz todo o sentido que estas Instituições tenham um papel ativo na preservação dos recursos genéticos vegetais e animais, que são um dos garantes da autonomia alimentar dos seus territórios.

Assim, a Caixa Agrícola de Torres Vedras, tendo instalada no seu concelho (Torres Vedras) a Coleção Ampelográfica Nacional (CAN), localizada no Pólo de Inovação de Dois Portos / Estação Vitivinícola Nacional, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, tem todo o sentido que a patrocine, no âmbito do objetivo 15 de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 15), anteriormente citado.

A CAN reúne cerca de 250 castas portuguesas e diversas estrangeiras, num total de cerca de 680 “entradas”, correspondentes a cerca de 500 castas, sendo um repositório vivo que mantém exemplares de videiras para referência científica, cultural e agrícola. Os principais objetivos da CAN são:

• Preservar castas em vias de extinção e clones representativos da variabilidade genética;

• Manter referência viva das castas cultivadas em Portugal e dos porta‑enxertos;

• Facilitar estudos ampelográficos (descrição e identificação das variedades de videira);

• Avaliar características culturais e agronómicas das castas;

• Promover ações didáticas para formação de técnicos e viticultores;

• Favorecer o intercâmbio nacional e internacional de material genético e conhecimento.

A importância da manutenção da biodiversidade da videira é inquestionável. Sem a manutenção das coleções ampelográficas este objetivo, garante das futuras gerações para a adaptação e mitigação da espécie às alterações climáticas e na garantia da manutenção da diversidade dos vinhos produzidos e das uvas consumidas em fresco, fica em risco. Urge, pois, sensibilizar o setor público e privado, de modo a esta atividade não ser interrompida, devendo até ser implementada com a manutenção e valorização das coleções ampelográficas regionais.

Cuidar da vinha é cuidar da preservação da sua cultura, da preservação do que é único, de Portugal.

Eiras-Dias. J.E.

Administrador não executivo da Caixa Agrícola de Torres Vedras

Ex-Investigador Auxiliar com Habilitação para Coordenação Científica do Quadro do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

Ex-Curador da Coleção Ampelográfica Nacional.

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