|
|
|
|
|
|
|
|
– 21-09-2004 |
[ Agroportal ] [ Nacional ] [ Internacional ] |
Sensores Inteligentes para detectar aromas estranhos nas rolhas�Sensores Inteligentes para a detecção e Separa��o de Rolhas com aromas estranhos� � o t�tulo do semin�rio promovido pela Associa��o Portuguesa de Corti�a (Apcor) (em parceria com o Centro Tecnol�gico da Corti�a e a Egitron) e que terá lugar no próximo dia 23, pelas 14 horas, nas instala��es da associa��o. Eugenio Martinelli, da Universidade Tor Vergata de Roma (It�lia) e Julian Gardner da Universidade Warwick (Inglaterra), são os convidados que v�o apresentar os seus sistemas para inspec��o e detecção de aromas. Martinelli irá falar dos resultados do projecto europeu de investiga��o Nosey (aplica��o de sensores no controlo da qualidade das rolhas de corti�a) e Gardner explicar� como será poss�vel a aplica��o dos sensores para a detecção e separa��o de rolhas em cont�nuo, em linha de produ��o. Trata-se da aplica��o de sistemas bastante inovadores na ind�stria da corti�a, mas que j� t�m actualmente utiliza��es noutros dom�nios como por exemplo no controlo de qualidade de alimentos, na monitoriza��o da polui��o ambiental e até mesmo na identifica��o de alimentos degradados nos frigor�ficos inteligentes. Em cont�nuo e em linhas de produ��o estes sistemas são usados por exemplo na área alimentar para detectar e separar automaticamente embalagens de pl�stico com aromas residuais dos pol�meros. Mas o que � um sensor de aroma? A abordagem parte de um conceito simples: a relev�ncia do aroma em determinados produtos leva a que a detecção sensorial com um resultado simples de passa/não passa se sobreponha a resultados complexos de qu�mica anal�tica baseados na separa��o dos componentes (cromatografia). Durante largos anos, as dificuldades em perceber o funcionamento dos sentidos levou a que se desenvolvessem apenas investiga��es espor�dicas sobre a fabrica��o de sistemas olfactivos artificiais. No entanto, no final dos anos 80 assumiu-se que uma matriz de sensores qu�micos não selectivos, combinada com um m�todo de processamento de dados, poderia imitar as funções do olfacto. Surge assim o chamado �Nariz Electrúnico�. Este sistema ao analisar um aroma (que não � mais do que um grupo de centenas de compostos vol�teis que relacionado com a quantidade relativa de cada um formam um padr�o único, tal como um impressão digital) desencadeia um processo de análise do mesmo que permite, no final, classific�-lo segundo padr�es previamente estabelecidos. Tal como acontece no nariz humano, o sensor capta a informação dos produtos qu�micos em termos de percentagem da sua pressão de vapor e não da sua concentra��o e gera algoritmos matem�ticos, processados por computadores de alta resolu��o, que simulam a nossa discrimina��o olfactiva. O tratamento exaustivo da informação leva � obten��o de um padr�o único distintivo do aroma � que � chamado impressão digital. Este sistema analisa as rolhas de forma não destrutiva, permite a obten��o de dados em apenas alguns minutos e � de f�cil uso, mesmo para aqueles que não estejam familiarizados com questáes t�cnicas. A sua aplica��o na ind�stria da corti�a, em linha de fabrico, permitirá a remo��o das rolhas com defeito olfactivo e o seu processamento industrial adequado, resultando assim uma maior confian�a na produ��o de rolhas sensorialmente limpas.
|
|
|
|
|
| Produzido por Camares � – � 1999-2007. Todos os direitos reservados. Optimizado para o IE 5.#, resolu��o 800 x 600 e 16 bits |










































Discussão sobre este post