Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    castanhas

    Produção de castanha na ilha Terceira em valores que nem chegam para entrega na cooperativa

    Sintra quer ligar os espaços verdes do concelho

    Incêndios: Fogo rural em Rio Maior mobiliza 140 operacionais

    Mais de 100 bombeiros combatem incêndio em Rio Maior

    Governo dos Açores apoia pescas e aquicultura com 3 ME para combustíveis

    Universidade de Évora transforma cascas de noz em solução inovadora para produção de alface

    apic carnes

    Reino Unido reforça a abordagem proativa aos riscos ambientais da produção de suínos ao ar livre

    Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro distinguido com Menção Honrosa nos Prémios dos Fundos Europeus

    farm land

    Livro sobre papel das mulheres rurais apresentado em Ervidel

  • Opinião

    A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

    Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

    Pedro-Pimentel

    Portugal tem uma palavra a dizer

    Jose Mesquita Milheiro

    Agricultura, filha de um deus menor. Até quando?

    Registo Internacional de Marcas no Setor Agroalimentar

    Estamos a exportar Portugal ou a desvalorizar o azeite português?

    AIGP: fracasso ou sucesso?

    Microrganismos ao serviço de uma agricultura mais sustentável

    O problema da floresta não é apenas florestal

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    arvores floresta céu

    Qual a forma mais barata e eficaz de armazenar de forma duradoura o carbono da madeira removida das florestas?

    07/11/2026

    Governo dos Açores destina 133,7 ME para o setor agrícola em 2027

    06/11/2026

    MC integra projeto europeu que procura reduzir o desperdício alimentar associado às normas de comercialização

    06/11/2026

    Autoridade da Concorrência notificada da compra da Campotec IN

    06/11/2026

    Preços dos alimentos mundiais caem 1,2% em outubro, segundo a FAO

    06/11/2026

    Aquíferos no limite: a relação entre irrigação intensiva e instabilidade geológica

    06/11/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    castanhas

    Produção de castanha na ilha Terceira em valores que nem chegam para entrega na cooperativa

    Sintra quer ligar os espaços verdes do concelho

    Incêndios: Fogo rural em Rio Maior mobiliza 140 operacionais

    Mais de 100 bombeiros combatem incêndio em Rio Maior

    Governo dos Açores apoia pescas e aquicultura com 3 ME para combustíveis

    Universidade de Évora transforma cascas de noz em solução inovadora para produção de alface

    apic carnes

    Reino Unido reforça a abordagem proativa aos riscos ambientais da produção de suínos ao ar livre

    Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro distinguido com Menção Honrosa nos Prémios dos Fundos Europeus

    farm land

    Livro sobre papel das mulheres rurais apresentado em Ervidel

  • Opinião

    A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

    Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

    Pedro-Pimentel

    Portugal tem uma palavra a dizer

    Jose Mesquita Milheiro

    Agricultura, filha de um deus menor. Até quando?

    Registo Internacional de Marcas no Setor Agroalimentar

    Estamos a exportar Portugal ou a desvalorizar o azeite português?

    AIGP: fracasso ou sucesso?

    Microrganismos ao serviço de uma agricultura mais sustentável

    O problema da floresta não é apenas florestal

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    arvores floresta céu

    Qual a forma mais barata e eficaz de armazenar de forma duradoura o carbono da madeira removida das florestas?

    07/11/2026

    Governo dos Açores destina 133,7 ME para o setor agrícola em 2027

    06/11/2026

    MC integra projeto europeu que procura reduzir o desperdício alimentar associado às normas de comercialização

    06/11/2026

    Autoridade da Concorrência notificada da compra da Campotec IN

    06/11/2026

    Preços dos alimentos mundiais caem 1,2% em outubro, segundo a FAO

    06/11/2026

    Aquíferos no limite: a relação entre irrigação intensiva e instabilidade geológica

    06/11/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Pedro-Pimentel

Qual a função de um observatório de preços no sector agroalimentar? – Pedro Pimentel

por Pedro Pimentel
07-11-2022 | 15:18
em Últimas, Notícias cadeia alimentar, Sugeridas, Blogs
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

Em Maio passado, a Ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, anunciou a criação do Observatório de Preços “Nacional é Sustentável”, que teria por missão a avaliação dos impactos da conjuntura de mercado nos preços ao nível do consumidor.

De acordo com o comunicado então divulgado por aquele Ministério, seria igualmente missão do Observatório de Preços garantir uma monitorização eficaz dos custos e preços ao longo da cadeia de valor agroalimentar.

A decisão de criação do Observatório de Preços, feita por via de um despacho interno da Sr.ª Ministra, surge – referia-se nesse comunicado – como resposta à atual conjuntura de aumento de custos e de fatores de produção que se traduzem numa tendência inflacionista dos bens alimentares e pretender-se-ia assegurar que os respectivos preços ao consumidor cumpririam os racionais e fundamentos de mercado e garantir a não existência de movimentos especulativos ou desagregados da respetiva transmissão de custos ao longo da cadeia agroalimentar.

Seria, pois, na opinião do Ministério da Agricultura, essencial garantir o pleno funcionamento da cadeia de valor agroalimentar, de forma a assegurar um abastecimento adequado aos consumidores e garantir que a remuneração dos factores de produção permite aos agricultores a obtenção de níveis de rendimento justos, de forma a manter a sua actividade, sem comprometer a capacidade de abastecimento de alimentos às populações.

Assim, acrescentava o comunicado, o Observatório de Preços, que ficaria sob a alçada do GPP, iria, na fase de arranque, criar um projeto piloto com produtos representativos do cabaz alimentar, permitindo o conhecimento dos preços destes produtos em todas as fases da formação de valor.

Entretanto, foi há poucos dias apresentado em sede de PARCA (Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Alimentar) um esqueleto bastante mais desenvolvido deste mesmo Observatório.

Destaque, desde logo, para a transferência da esfera de acção do Observatório do Ministério da Agricultura para um espectro mais alargado e pluriministerial da PARCA. Um Observatório de Preços que cobre uma cadeia de abastecimento, da produção primária ao consumidor, não é uma responsabilidade única, nem, diria, uma competência exclusiva do Ministério da Agricultura. E sendo importante “garantir que a remuneração dos factores de produção permite aos agricultores a obtenção de níveis de rendimento justos de forma a manter a sua actividade”, é igualmente relevante perceber a justa repartição de valor ao longo de TODA a cadeia de aprovisionamento e de cada um dos seus elos.

Quem acompanha estas matérias desde há muitos anos, sabe que a ideia de criar um Observatório de Preços é recorrente e é colocada em cima da mesa a cada crise sectorial que surge e como forma dar resposta às habituais discussões sobre quem ganha e quem perde na divisão do valor ao longo da cadeia de abastecimento. E quem segue estes assuntos, sabe que as trocas de argumentos culminam quase sempre em discussões mais ou menos estéreis e das quais poucas ou nenhumas consequências são efectivamente retiradas.

Nos tempos anteriores à criação da Autoridade da Concorrência, a sua antecessora Direcção Geral de Concorrência e Preços, fazia essa observação e acompanhamento de uma forma bastante circunstanciada, mas há que recordar que, à época, havia um grande número de produtos que tinham os seus preços ou as suas margens de comercialização administrativamente fixadas.

A progressiva liberalização da economia e, obviamente, dos preços, conduziu à redução desse acompanhamento e, hoje, são basicamente as empresas de estudos de mercado que fazem essa leitura, para os seus clientes e sempre em termos de preços de venda ao público ou de preços efectivamente pagos pelos consumidores, considerados os múltiplos formatos de promoção presentes no mercado.

Por outro lado, muitos saberão também que há modelos de Observatório, seja de preços, seja de preços e margens, em funcionamento noutros países há vários anos, que podem servir de exemplo e guia, para o que queremos e não queremos implementar, que podem servir de benchmarking e que podem servir de referencial de boa prática. Pela experiência, proximidade e similaridades com a realidade nacional, os casos de França e de Espanha serão, presumo, os exemplos a seguir com maior atenção.

Na Centromarca levamos realmente a sério a presunção de que o que não se consegue medir, não se consegue gerir e julgo haver um amplo consenso de que informação fidedigna e actual, elaborada por fontes idóneas, dota o mercado de maior fluidez e transparência.

Mais do que os preços nas pontas mais a montante (nos factores de produção e na compra ao produtor primário) ou mais a jusante (na venda ao consumidor), relevante será sempre perceber a estratificação dos preços ao longo da cadeia de valor, nunca esquecendo que um Observatório de Preços ajuda a identificar problemas, a fornecer informação útil aos decisores… mas não tem a capacidade, apenas pela sua actuação, de resolver os problemas de uma eventualmente injusta repartição de valor ao longo de toda a cadeia de aprovisionamento.

Mas a maior dificuldade associada à criação de um Observatório deste tipo não se prende com a sua conceptualização ou definição de missão e objectivos. Prende-se, na verdade, com a respectiva implementação…

Não é difícil perceber que uma parte substancial da cadeia de preços é pública ou semi-pública e apurável desde que criados ou reforçados os necessários mecanismos de apuramento, seja dos preços de compra à produção primária, seja dos preços de venda ao consumidor. Ainda assim, é necessário ponderar discrepâncias a montante e apurar preços médios de venda (considerando, por exemplo, o fenómeno promocional) a jusante.

A montante, junto da produção primária, existem, de há muito, sistemas de informação montados que permitem, com razoável rigor, conhecer os preços de compra de um alargado conjunto de produtos agrícolas e agro-pecuários, seja com destino à sua posterior transformação industrial, seja quando colocados directamente junto dos retalhistas, para a consequente venda, em fresco, ao consumidor final.

A jusante, são muitos milhares de produtos os que, apenas na área alimentar, têm presença nas prateleiras do retalho. E há que considerar os vários formatos de retalho. É necessário, pois, ponderar o que cada produto vende para se poder falar num preço médio para cada categoria. E depois disso avaliar a sua evolução. Mas estamos a falar de preços públicos e apesar da razoável complexidade desse tratamento de dados, o mesmo é hoje feito em muitas categorias de produtos em que há empresas que compram essa informação.

A grande dificuldade é e será sempre a do cálculo fidedigno do valor a que são transacionados os produtos entre o fornecedor e o retalhista. Não estamos a falar de preços públicos. Estamos a falar de fornecimentos feito ao abrigo de uma relação contratual longa, densa e complexa. Estamos a falar de valores que não se esgotam, longe disso, na factura que é emitida para cada transação. Estamos a falar de transações que têm efeitos financeiros diferidos no tempo e que estão sujeitas a diversas iterações.

A multiplicidade de descontos e outras contrapartidas aplicáveis aos bens transacionados ao abrigo dos contratos de fornecimento, colocam os valores efectivamente recebidos pelos fornecedores bem abaixo dos valores inicialmente facturados. E podendo todos essas contrapartidas estar claramente contratualizadas e serem completamente leais e legais, não deixam por isso de representar uma transferência de valor de um elo para o outro ao longo da cadeia de aprovisionamento.

A captação de valor faz-se, tanto ou mais, nessas transacções intermédias (privadas e ‘confidenciais’) do que na venda final ao consumidor, onde o objectivo é – da parte do retalhista – ser, sempre, tão competitivo (e mais barato) quanto possível.

É por isso que a relevância maior e capacidade de intervenção resultante da informação produzida pelo Observatório será sempre directamente proporcional à capacidade que o mesmo tenha de apurar, de forma fidedigna e verdadeira, os valores dessas transacções intermédias.

É por isso também que, não colocando minimamente em causa o labor e empenho de quem está hoje responsável pela sua criação, mas reconhecendo antecipadamente as dificuldades facilmente antecipáveis desse exercício, não devem ser excessivas as expectativas associadas à constituição deste Observatório de Preços, em especial quando se afirma que o mesmo “vai permitir o conhecimento dos preços destes produtos em todas as fases da formação de valor”.

Conhecendo a realidade, seria – porventura – bem mais útil que fosse construído em etapas sucessivas e que se focasse – pelo menos nos seus estádios iniciais – na monitorização eficaz dos preços ao consumidor e em contribuir para dar a garantia aos cidadãos de que serão monitorizados e penalizados os “movimentos especulativos ou desagregados da respetiva transmissão de custos ao longo da cadeia agroalimentar”. E, aproveitando, o trabalho que está a ser realizado para a sua constituição, seria importante que o Observatório fosse alargado a todo o universo FMCG e não se confinasse apenas aos produtos da esfera agroalimentar.

Artigo publicado originalmente em Centro Marca.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

COP27: Fundação Gates doa 1,3 mil ME para ajudar pequenos agricultores em África e na Ásia

Próxima Publicação

COP27: França promove aliança para proteger reservas globais de carbono

Artigos Relacionados

castanhas
Nacional

Produção de castanha na ilha Terceira em valores que nem chegam para entrega na cooperativa

08/11/2026
Nacional

Sintra quer ligar os espaços verdes do concelho

08/11/2026
Nacional

Incêndios: Fogo rural em Rio Maior mobiliza 140 operacionais

08/11/2026
Próxima Publicação
floresta

COP27: França promove aliança para proteger reservas globais de carbono

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

A Grande Narrativa da Alimentação: Alimentar o Mundo ou Alimentar um Sistema?

por José Godinho
01/11/2026

Ler maisDetails
Últimas

Jovens agricultores em Portugal: não partimos todos do mesmo sítio e o género conta

por Maria João Horta Parreira
25/10/2026

Ler maisDetails

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

apic carnes

Reino Unido reforça a abordagem proativa aos riscos ambientais da produção de suínos ao ar livre

07/11/2026

Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro distinguido com Menção Honrosa nos Prémios dos Fundos Europeus

07/11/2026
Advertisement

Temas em destaque

agroalimentar Candidaturas PU continente Global Agri Forum 2026 Guerra Médio Oriente inovação Mercosul Omnibus Orçamento 2027 PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Novembro 2026
STQQSSD
       1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30       
« Out   Dez »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OR

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OR

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.