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Francisco Gomes da Silva

“O eucalipto devia ser visto como instrumento para os objetivos de neutralidade carbónica”

por Dinheiro Vivo
18-06-2022 | 07:00
em Nacional, Últimas, Sugeridas, Notícias florestas
Tempo De Leitura: 6 mins
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Francisco Gomes da Silva é representante da indústria do papel e pede que se olhe a floresta “além da espuma ideológica”. Lamenta falta de programas públicos de intervenção e admite que Pedrógão pode repetir-se. “O que há no terreno não é melhor do que o que estava em 2017.”

Antigo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural no governo de Passos Coelho, Francisco Gomes da Silva é há pouco mais de um ano diretor-geral da CELPA, a Associação da Indústria Papeleira, que tem entre os seus objetivos estimular a investigação científica técnica e tecnológica, bem como a elaboração de estudos económicos relativamente à sua atividade. Engenheiro Agrónomo, tem dividido a atividade profissional entre o ensino universitário, no Instituto Superior de Agronomia, a consultadoria agrícola e florestal e a gestão de empresas.

Na semana passada três jornais dos Açores tiveram que suspender a impressão por falta de papel. É uma situação pontual ou vamos enfrentar escassez de alguns tipos de papel no mercado?
Existe escassez de alguns tipos, sim. O consumo de papel ao longo dos últimos anos tem vindo a diminuir, nomeadamente de impressão e em concreto o de jornal – que não é produzido pelas associadas da Celpa, é todo importado – e isso traduziu-se no fecho de algumas indústrias pelo mundo, diminuição de produção de outras e diversificação de outras, nomeadamente para papel de embalagem, que tem vindo a crescer. Com o lockdown da pandemia, acentuou-se a quebra de procura e encerraram mais máquinas ou indústrias e desde que arrancou a recuperação no pós-pandemia, há uma pressão muito grande da procura de papel. Entre a redução da capacidade instalada à escala mundial – este é um mercado completamente globalizado, a Europa exporta para diversas latitudes relativamente próximas e importa de outras longínquas – e o risco associado às condições de produção que vivemos, nomeadamente pela guerra, não posso dizer que seja puramente conjuntural.

Os custos dispararam.
Já tinham subido muito por causa da logística – esta indústria envolve muita logística, quer no transporte de matéria-prima quer no de produtos acabados. E a isto veio juntar-se o problema dos custos da energia, com tudo o que acarreta de aumento dos preços dos diversos fatores de produção. Em todo o caso, entre as associadas da Celpa, nenhuma empresa reduziu produção, pelo contrário, estão a produzir nos limites da sua capacidade instalada, tendo em conta a matéria-prima.

Há risco de rutura de stocks?
Em teoria poderão existir ruturas. E também no mercado das embalagens, que é um mercado em crescimento, mas as indústrias cresceram, ajustaram-se para esse papel de fabrico de embalagens, portanto, pode acontecer, mas a expectativa é que face a este aumento de procura a indústria venha de novo a ajustar-se. Tudo depende dos desenvolvimentos da guerra na Europa, que tem um conjunto de repercussões que podem levar a ruturas nas cadeias de abastecimento.

Essas ruturas podem passar também pelo acesso à energia… Pode subir o preço ao consumidor?
Tem subido. O aumento do preço da energia que as indústrias enfrentam reflete-se inevitavelmente nos custos de produção e havendo procura acrescida é natural que esse aumento nos fatores de produção se reflita nos preços. Tem havido anúncios de ajustamento de preços de algumas associadas, tendo em conta também o custo da energia. Quanto vai durar esta crise energética, tendo em conta essencialmente a guerra na Ucrânia e as soluções mais ou menos definitivas que se encontrarão para a energia na Europa, em particular na Península Ibérica e em concreto em Portugal, será determinante na rapidez com que se ultrapassará esta fase.

A pasta de papel já aumentou no mercado internacional 210 dólares desde o início do ano e está agora nos 1350 dólares/tonelada. A tendência vai manter-se?
É difícil dizer… Uma das questões que hoje as indústrias enfrentam é a incerteza, não podem sequer contar com ser assim ou ao contrário. Há sempre dois elementos a ter em conta: um é até que ponto a indústria mundial (há fábricas da China aos EUA, passando pela Europa) sentirá o estímulo suficiente para reajustar a oferta, nomeadamente nos segmentos onde se tem verificado mais escassez de papel – e aí cada empresa fala por si, se tem ou não condições de aumentar capacidade; outro são questões associadas à estrutura de custos e que têm muito que ver com logística e energia. A expectativa que temos é que a crise energética na Europa encontre uma via de solução. Ela ainda não existe, por isso continuamos a ter aumentos de preços. No último mês o mix energético subiu cerca de 27% e não podemos dizer se vai agravar-se ou amenizar-se. Para bem de todos, era bom que fosse transitório e conseguíssemos retomar a normalidade.

Ainda assim, o setor da pasta e papel contou em abril com exportações de 306 milhões, um crescimento de 32,8%, segundo o INE. O que contribuiu para isso?
Acontece muito por força do aumento da procura. Os mercados de consumo de papel nos seus diferentes segmentos acordaram no pós-pandemia e estão dinâmicos, a pressão é muito grande e as indústrias respondem ao limite da sua capacidade. No caso das portuguesas, associadas da Celpa, incorporando custos acrescidos. Uma vez que há procura, a exportação faz-se a preços mais elevados. Do valor de aumento que refere, relativamente a abril de 2021, parte significativa tem que ver com aumentos de preços, outra com subida no volume.

Com os custos da energia a pressionar o setor, o consumo de energia da indústria não devia apoiar-se mais no autoconsumo?
E está a acontecer. Temos de ter em conta que cada fábrica é um caso, são estruturas diferentes e têm origens de energia distintas. Em todo o caso, as indústrias da pasta e papel em Portugal produzem, no global um volume de energia suficiente para o que consomem. 70% dessa energia vem de fontes renováveis.

Sobretudo biomassa?
Uma parte da biomassa residual da exploração florestal – das bicadas das árvores sem diâmetro para entrar na máquina do papel – outra por utilização energética de resíduos da transformação, os licores negros, que podem ser queimados com recuperação dos químicos emitidos. É uma indústria com grande grau de circularidade. O consumo de energia produzida quer a partir destas caldeiras de biomassa quer de regimes de cogeração – gás natural em parte – é já muito significativo. Mas há sempre uma componente de energia adquirida na rede, que tem tido as oscilações de preço que sabemos. Uma das vantagens hoje, tendo em conta a capacidade de produção de energia a partir de fontes renováveis que esta indústria já tem no país, é conseguir, com limites, alguma capacidade tampão para que o custo não dispare ainda mais.

Mas está previsto aumentar a capacidade de […]

Continue a ler este artigo no Dinheiro Vivo.

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