Agricultura intensiva, projetos energéticos, turismo, prospeção mineira e a especulação imobiliária são alguns dos temas que vão ser abordados, este fim de semana, num encontro sobre justiça social e ambiental no Litoral Alentejano.
O evento, que já vai na 3.ª edição, é promovido pela plataforma informal “Tirem as Mãos do Litoral Alentejano”, que reúne associações, movimentos e cidadãos ligados a questões sociais e ambientais na região.
Este ano, o encontro divide-se entre os concelhos de Grândola e Sines, no distrito de Setúbal, com concentrações, debates, conversas, visitas guiadas, exibição de documentários e uma manifestação pelas ruas da cidade de Sines.
Segundo a organização, o programa do evento arranca este sábado, em Melides, no concelho de Grândola, com uma concentração no Parque de Campismo da Galé, às 10:30, e uma descida à praia.
Seguem-se, ao longo da tarde, debates sobre o acesso às praias, a agricultura intensiva e as suas implicações ao nível da água e do trabalho, além de uma conversa dedicada a modelos alternativos de desenvolvimento, na Casa do Povo de Melides.
No domingo, o encontro prossegue em Sines, com uma visita guiada intitulada “Conhecer Sines: da indústria ao mar”, marcada para as 10:30, seguida de almoço no Salão da Música.
O Jardim do IOS acolhe três debates sobre o tema “Que futuro para Sines?” (14:00), “Onde vai parar esta expansão energética?” (16:00) e “Construir o movimento a partir da base”, às 18:00, com a participação de vários movimentos do Alentejo.
A programação de domingo termina com a estreia do documentário “Litoral Alentejano: Zona de Sacrifício”, com a presença do realizador Fernando Amaral Antunes, às 21:30.
O encontro encerra na segunda-feira, também em Sines, com um plenário de movimentos, às 10:00, e uma manifestação pelas ruas da cidade, marcada para as 12:00.















































