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Henryk Kania

Carta aberta do empresário polaco Henryk Kania ao presidente Jerónimo Martins

por Agroportal
15-10-2025 | 10:16
em Últimas, Comunicados, Notícias cadeia alimentar
Tempo De Leitura: 5 mins
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Segundo Henryk Kania, a política agressiva da Jerónimo Martins Polska, proprietária da cadeia de lojas Biedronka, foi uma das causas dos problemas financeiros da empresa Zakłady Mięsne Henryk Kania, que, por conseguinte, levaram à falência da sociedade.

Após a denúncia apresentada por Henryk Kania e por decisão do Ministério Público, o Departamento de Combate ao Crime Económico do Comando Municipal da Polícia em Katowice instaurou um inquérito preliminar sobre suspeitas dos crimes de fraude e de exploração por parte do proprietário da cadeia de lojas Biedronka, o grupo Jerónimo Martins Polska.


Senhor Presidente,

quando, na última conferência sobre o desenvolvimento das atividades da Jerónimo Martins na Polónia, o senhor afirmou: «acreditamos apenas no crescimento», isso soou-me ameaçador. Tendo em mente a minha própria experiência com a Jerónimo Martins, pensei em como e à custa de quem isso iria acontecer.

Há assuntos que nos unem. Tal como o senhor, há alguns anos assumi a responsabilidade pela empresa familiar. Foi fundada pelo meu pai, quando as mudanças políticas na Polónia permitiram o exercício de atividades económicas independentes. Construída com o trabalho árduo e o esforço de duas gerações, a Zakłady Mięsne Henryk Kania tornou-se uma das maiores empresas do setor na Polónia.

No auge, empregava mais de 2000 funcionários. Tinha centenas de fornecedores e contratantes. Proporcionava sustento a dezenas de milhares de pessoas e suas famílias. Numa época marcada pela pobreza e pelo desemprego na Polónia, isso era tão importante para mim e para a minha família quanto o meu próprio sucesso nos negócios. Era um incentivo ao desenvolvimento.

Quando iniciámos a nossa colaboração com a Jerónimo Martins, um grupo com raízes familiares semelhantes às nossas, que nos inspirava confiança, acreditámos na criação de benefícios mútuos. Estávamos convencidos de que, graças à cooperação com a rede de lojas Biedronka, pertencente à Jerónimo Martins, poderíamos fornecer aos clientes produtos da mais alta qualidade e, ao mesmo tempo, garantir rendimentos estáveis e uma vida digna aos criadores, agricultores, pequenos produtores e outros fornecedores das nossas fábricas.

Reorganizámos a produção. Contraímos empréstimos. Fizemos investimentos para satisfazer as expectativas do nosso novo parceiro. Três quartos dos nossos produtos eram destinados às lojas da Jerónimo Martins. Concordámos em estabelecer uma parceria exclusiva, renunciando à cooperação com outras redes. Não imaginávamos a artimanha que se escondia por trás disso.

Pecámos de confiança. Pecámos por acreditar que, no século XXI, na União Europeia, as relações comerciais se baseiam no cumprimento de, pelo menos, padrões mínimos. Acreditámos piamente nos princípios éticos proclamados pela sua empresa, segundo os quais «o que fazemos é tão importante como a forma como o fazemos». Não imaginávamos que Jerónimo Martins iria cobrar um tributo unilateral pelo sucesso mútuo.

Portanto, Senhor Presidente, apesar das semelhanças, como o facto de gerir uma empresa familiar, tudo o resto nos divide. O que nos divide é o compromisso com os acordos celebrados. O que nos diferencia é o sentido de responsabilidade para com os fornecedores e parceiros comerciais. Também sinto repulsa por métodos como ameaças, chantagem e coação. E o senhor?

Recebe e-mails arrogantes dos seus parceiros de negócios com mensagens do tipo «acabem com esses joguinhos» e ameaças de rescisão de contratos se não ceder à chantagem? Nós recebíamos isso da Jerónimo Martins. Alguma vez alguém lhe comunicou que pagaria apenas uma parte do montante acordado porque era mais forte do que você? Para nós, isso era o quotidiano na colaboração com a Jerónimo Martins.

Pagávamos um tributo por aumentar os lucros da sua empresa. Quando as vendas dos nossos produtos iam tão bem que excediam as previsões, sofriamos taxas adicionais, não acordadas em nenhum contrato, que chegavam a atingir até 30% do valor do volume de negócios. Mesmo uma empresa tão grande como a sua seria capaz de continuar a funcionar se, sem aviso prévio, recebesse quase um terço menos do que o estabelecido no contrato?

Sob a ameaça de romper a cooperação, fomos obrigados a arcar com os custos de marketing e programas de fidelidade. Até mesmo a sensibilidade social e a generosidade ostensivamente demonstradas pela sua empresa foram financiadas com o nosso dinheiro, através da realização de projetos para os quais contribuímos. Não precisávamos de intermediários para isso. Todos os meses, sem alarde, entregávamos toneladas de alimentos aos necessitados. Apoiávamos famílias pobres e pagávamos férias para as crianças.

Dirijo-me hoje a si porque já posso fazê-lo. Perdi a minha empresa familiar em consequência da cooperação com o seu grupo empresarial. Já não estou paralisado pelo medo, como outros fornecedores, de que se falou numa recente reunião da comissão do parlamento polaco com a participação do ministro da Agricultura.

Um representante da Autoridade da Concorrência e da Defesa do Consumidor polaca alertou no parlamento que, apesar das sanções impostas à Jerónimo Martins, as práticas desleais continuam a ser utilizadas no mercado. Estas consistem em impor aos fornecedores taxas não acordadas previamente, baixar os preços abaixo dos custos de produção, cobrar tributo por aumentar o volume de negócios e financiar serviços de marketing fictícios.

Por isso, quando o senhor diz que «acredita apenas no crescimento», fico apreensivo quanto ao futuro dos fornecedores da Jerónimo Martins. Também surgem receios quanto ao destino dos funcionários do grupo, cujos direitos – como alertaram os meios de comunicação social em Portugal e na Polónia – foram por vezes violados, e que se encontram entre os pior remunerados das empresas cotadas na bolsa de valores.

Embora, como resultado da cooperação com a sua empresa, eu tenha perdido a empresa da minha família, não mudo a minha opinião de que o sucesso nos negócios e na vida depende da honestidade e da construção de benefícios mútuos, e não da ganância e da multiplicação da riqueza à custa do prejuízo alheio.

E se alguma vez se encontrar em dificuldades, desejo-lhe todo o apoio e solidariedade que recebi dos fornecedores, parceiros comerciais e colaboradores. Mas isso é algo que se tem de conquistar.

É isso que eu recomendo.

 

 

 

 

 

 

Henryk Kania

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