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Henrique Pereira dos Santos

Andorinhas e Primaveras – Henrique Pereira dos Santos

por Corta-fitas
19-08-2022 | 13:53
em Últimas, Notícias florestas, Blogs
Tempo De Leitura: 8 mins
A A
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Manuel Malva, que fundou e preside a uma associação de conservação da natureza, fez um post no seu facebook e que reproduzo no fim (sendo o post e as fotografias públicas, suponho que estou dentro dos limites do respeito pelos outros e as fotografias reproduzo-as no correr do meu texto por me parecer mais claro).

O post tem sido reproduzido com entusiasmo, como uma demonstração de que ser a espécie A ou B altera alguma coisa de relevante num incêndio, tese que abundantemente tenho procurado refutar.

O post é especialmente bem feito, as fotografias são óptimas e as alegações muito convincentes, embora na linha clássica de argumentação de que não é preciso de olhar para os cálculos de Copérnico, de tal maneira é evidente que é o Sol que anda à volta da Terra, só não vê quem não quer.

E é exactamente por essas características que acho que vale a pena olhar para esse post com interesse e atenção.

A tese base é a de que os castanheiros pararam o fogo na serra da Estrela, e a demonstração é esta fotografia, por exemplo

1.jpg

Por entre os muitos comentários dando vivas à demonstração de que os fogos se resolvem plantando espécies diferentes, há um ou outro comentário de gente com mais experiência em métodos científicos de interpretação da realidade, como Carlos Aguiar, que fazem perguntas relevantes: “Qual a orientação da encosta retratada nas fotos?”.

Se houvesse dúvidas sobre a relevância da pergunta, outra fotografia responde a essa dúvida.

2.jpg

De repente, não temos apenas um factor – o tipo de vegetação – mas um segundo factor, a topografia.

De resto, classicamente, é sempre difícil saber se é o tipo de vegetação que cria determinado ambiente, ou se é o ambiente existente que gera um determinado tipo de vegetação, mas deixemos essa variação do problema do ovo e da galinha.

Paulo Fernandes, cauteloso, introduz complexidade e conhecimento na interpretação: “O efeito topográfico é muito óbvio, via exposição (afetando humidade do combustível) e sentido do declive (propagação do fogo a favor versus contra, incluindo maior abrigo do vento). É muito difícil separar estes efeitos dos da vegetação. Num estudo incluindo numerosas situações deste tipo que fizemos há uns anos o efeito da mudança do tipos de vegetação contribuiu para metade do efeito, a outra metade deveu-se a factores topográficos, relacionados com a propagação do fogo, e relacionados com a estrutura da vegetação. E nesse estudo apenas selecionámos situações onde o castanho/preto deu lugar ao verde, ignorando as transições de tipo de floresta em que a severidade do fogo não se alterou. Não esqueçamos que em Portugal os castinçais são o tipo de floresta mais selecionado pelo fogo, ou seja, aquela que mais arde proporcionalmente ao que existe para arder. … Já agora deixo aqui as áreas ardidas por folhosa autóctone neste incêndio na sua 1ª fase (14700 ha): Azinheira – 103 ha Carvalho – 2025 ha Castanheiro – 748 ha … Eucalipto 99 ha, pinhal bravo 8595 ha, outros pinheiros + outras resinosas 1066 ha, vidoeiros e outras folhosas 865 ha.”.

Resumindo até aqui, a afirmação peremptória de que foram os castinçais (e outras folhosas) a parar o fogo é uma afirmação exagerada, podem ter contribuído, sim, mas dificilmente se lhe pode atribuir esse efeito, por si só (e esse efeito, provavelmente, teria limitações ainda maiores se o fogo tivesse uma intensidade suficiente para ser um fogo de copas, o que manifestamente não é o caso, como se pode ver pela cor das copas na área ardida, não estão calcinadas, estão castanhas).

Até aqui estive a limitar a interpretação que é possível fazer do que se vê das fotografias, a partir daqui vou assumir que sim, que as coisas são exactamente como descritas e interpretadas por Manuel Malva, e explicar por que razão o modelo ideológico de interpretação que foi feito tem um efeito contraproducente na gestão sensata do fogo em Portugal, reforçando os mitos associados ao pensamento mágico, afastando as políticas públicas da racionalidade que poderia resultar do conhecimento científico e técnico existente.

O que se pretende dizer, com o post, é que basta substituir pinheiros e eucaliptos por folhosas autóctones, e o problema dos fogos resolve-se.

Independentemente da discussão do início do post sobre a validade dessa ideia, ainda que seja verdadeira, é preciso explicar como se passa da situação actual para uma situação de matas maduras de folhosas.

Há muitas e boas razões para que as políticas públicas e a filantropia apoiem a expansão da área de matas maduras de folhosas, eu próprio tenho, na medida do que posso e me parece razoável, contribuir para isso, incluindo ser co-fundador de uma associação de conservação da natureza focada nesse objectivo.

Mas de entre essas razões, a questão do fogo é das mais frágeis, quer porque para um povoamento maduro ter efeito relevante sobre os fogos é preciso que tenha maturidade suficiente para que o ensombramento influencie o sub-coberto, quer porque essa maturidade se adquire com tempo, tempo esse que será, forçosamente, muito aumentado pelo facto de entretanto ocorrerem vários fogos.

Ou seja, não é a opção por plantar esta ou aquela espécie que deveria ser relevante para as políticas públicas (e para as opções de gestão assentes na filantropia), mas sim o modelo de gestão para obter os resultados que se pretendem, conhecendo o padrão de fogo prevalecente e os seus efeitos.

E para a definição desse modelo de gestão é fundamental definir os meios necessários, em que prazos e quais as origens de recursos que se podem mobilizar para executar essa gestão, ao longo dos mais de trinta anos (sendo muito, muito optimista e fazendo uma gestão especialmente eficaz) necessários para que as matas de folhosas tenham o mínimo de maturidade que se pretende (não discutindo a extensão desse tipo de matas que tornariam relevante para a gestão do fogo em Portugal e a sua exequibilidade sem um modelo económico associado que garanta a sustentabilidade da gestão).

Ao desviar as atenções das necessidades de gestão, quer da necessidade da sua sustentabilidade, quer do seu foco na gestão dos combustíveis finos, para uma solução mágica – plantar as espécies certas – o que se faz é influenciar as políticas públicas no sentido de cometer os erros que têm estado a ser cometidos, por exemplo, com os planos de transformação da paisagem e reforçar a ideia de que a economia é um problema para a gestão dos fogos, e não um dos instrumentos a que podemos deitar a mão para uma gestão sensata, socialmente aceitável, do fogo.

E, na verdade, como me lembrou a leitura recente de umas partes do relatório acerca da arborização geral do paiz, de 1868, este viés cognitivo das elites sobre os processos de gestão da paisagem, tem um longo historial que nos deveria levar a ser mais cautelosos ao olhar para processos complexos que compreendemos mal.

O país tem pago muito caro a ansiedade que nos leva a acreditar que o Sol anda à volta da Terra e que só não vê quem não quer, o que significa que se não estamos no paraíso, é porque “eles não querem”.

Texto de Manuel Malva:

“Serra da Estrela: os castanheiros no caminho do fogo
Na envolvente de Manteigas, de entre as várias dezenas de hectares de castinçal (e outras caducifólias) que estiveram na rota do fogo, as perdas verificam-se diminutas, num incêndio que teve uma evolução impetuosa e que pouco poupou à sua passagem. Na verdade, o fogo entrou em grande parte do perímetro dos bosques de folhosas (castanheiros, faias, bétulas, carvalhos), mas as chamas rapidamente diminuíram de intensidade, fenómeno promovido pela capacidade que estes povoamentos têm de controlar de forma natural o crescimento de matos, bem como por promoverem um ambiente mais húmido e fresco no seu interior, pouco propício à inflamabilidade. Desta forma, fomentam frequentemente uma abrupta diminuição da intensidade das chamas ou mesmo a sua própria extinção, numa distância que por vezes se revela surpreendentemente curta.
O que seria deste incêndio se tivesse encontrado uma área muito mais representativa de caducifólias ao longo do seu percurso, nomeadamente nas encostas expostas a norte, sobranceiras a Verdelhos, por onde as chamas desceram ao vale do Zêzere? Provavelmente não se teria propagado à face oposta da encosta, momento a partir do qual começou a assumir proporções incontroláveis.
Se é verdade que esta não é uma solução única nem tampouco extensível a todo o país, também é verdade que poderia estar a produzir resultados muito relevantes numa porção considerável do território, onde as condições edafoclimáticas permitem explorar as potencialidades dos bosques de caducifólias enquanto retardadores da progressão do fogo. Importa pois aliar este fator a vários outros que já têm vindo a ser apresentados publicamente em diversas ocasiões, que não só tornem possível um ordenamento da propriedade e da paisagem, como que permitam criar descontinuidades na vegetação de forma responsável e sustentável, nomeadamente através da promoção do pastoreio e do incentivo da prática agroflorestal.
Que possamos, através destas imagens (que qualquer um pode comprovar visitando a bonita envolvente de Manteigas), absorver alguns ensinamentos que a natureza coloca ao nosso dispor, os quais, para alguns, não serão uma novidade, mas que, lamentavelmente, continuam a ser completamente ignorados pelos decisores na hora de implementar uma gestão da paisagem natural mais sensata, consciente e com visão de futuro. E urge fazê-lo, porque do que é possível perspetivar apenas se vislumbra um irremediável agudizar deste ciclo vicioso, o qual a minha geração vai inevitavelmente receber em mãos: um país pronto a arder descontroladamente todos os Verões.”

O artigo foi publicado originalmente em Corta-fitas.

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