A FENAPECUÁRIA contesta as novas orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) para as ementas escolares, considerando desproporcionadas as restrições à presença de proteína animal nas refeições dos alunos.
Tendo em conta as recomendações da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) e da OMS (Organização Mundial de Saúde) para uma alimentação equilibrada, importa esclarecer a fundamentação científica das frequências previstas para as refeições exclusivamente à base de proteína vegetal, previstas entre duas e quatro vezes por mês.
Acreditando que as cantinas escolares devem promover uma alimentação nutricionalmente adequada, na qual as leguminosas têm o seu lugar, a FENAPECUÁRIA defende que não deixa de ser imprescindível assegurar uma fonte de proteína animal nas refeições principais.
Para Idalino Leão, Presidente da Federação, “A alimentação dos mais jovens deve ser guiada pela ciência, pelo valor nutricional e pelos benefícios dos alimentos para a saúde, não podendo ser refém de ideologias e, nesse sentido, apelamos à DGS para que clarifique a fundamentação destas orientações e reavalie as restrições propostas.”.
Fonte: FENAPECUÁRIA














































