O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Fundação Mata do Bussaco anunciaram hoje que vão celebrar um protocolo de cooperação técnica em áreas como a gestão florestal e prevenção do risco de incêndio.
“Esta cooperação permitirá promover a partilha de conhecimento e implementar boas práticas de gestão florestal e de prevenção de incêndios rurais num território natural icónico e extremamente importante no panorama florestal português”, destacou o presidente do ICNF, Nuno Banza.
Para além da gestão florestal e da prevenção e mitigação do risco de incêndio rural, o protocolo de cooperação técnica prevê ainda a conservação do património natural e a valorização dos ecossistemas florestais.
A decisão foi tomada no âmbito de uma reunião realizada na quinta-feira, na Fundação Mata do Bussaco, que foi presidida pelo secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira.
De acordo com o governante, a Mata Nacional do Bussaco é um património ímpar do país, “cuja preservação e valorização exigem uma atuação coordenada, visão estratégica e compromisso permanente entre todas as entidades envolvidas”.
“Esta cooperação entre o ICNF e a Fundação Mata do Bussaco constitui um passo decisivo para reforçar a gestão ativa da floresta, promover a sua valorização ambiental, económica e turística, conservar a biodiversidade e fortalecer a prevenção dos incêndios rurais. O nosso compromisso é continuar a acompanhar de perto os desafios identificados e trabalhar em conjunto para garantir um futuro mais resiliente, sustentável e valorizado para a Mata do Bussaco e para as gerações vindouras”, afirmou Rui Ladeira.
Já o presidente da Fundação Mata do Bussaco, Gonçalo Breda Marques, aproveitou para evidenciar que a presença do secretário de Estado das Florestas, do presidente do ICNF e do presidente da Câmara da Mealhada, bem como a realização, na Mata do Bussaco, da reunião do conselho diretivo do ICNF, constituem “um sinal muito relevante de reconhecimento da importância estratégica deste património natural, histórico e florestal”.
“A Mata do Bussaco exige de todos uma cooperação estreita, permanente e tecnicamente robusta. Este protocolo representa, por isso, um passo muito importante para reforçar o apoio técnico à Fundação, identificar intervenções prioritárias e concretizar investimentos urgentes nas áreas da gestão florestal, da prevenção do risco de incêndio, da conservação da natureza e da valorização sustentável deste espaço único em Portugal”, concluiu













































