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O que é a sucessão ecológica?

por Florestas.pt
30-10-2023 | 15:34
em Últimas, Notícias florestas, Blogs
Tempo De Leitura: 9 mins
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A partir do momento em que um conjunto de organismos chega a um local sem vida (uma zona recém coberta pela lava de um vulcão, por exemplo) e ali consegue instalar-se, começa a formar-se uma comunidade biológica, que constitui a etapa mais simples na evolução de um ecossistema, ou seja, a primeira etapa de um longo processo de sucessão ecológica.

As primeiras espécies que conseguem instalar-se (chamadas de espécies pioneiras) vão interagir entre si e também com o meio ambiente (o seu habitat), alterando as condições do habitat, que eram inicialmente adversas, e tornando-as mais propícias à instalação de novas comunidades biológicas cada vez mais diversas e complexas.

Gradualmente, ao longo do tempo, as comunidades mais complexas vão substituindo as mais simples, numa mudança que segue, em muitos casos, padrões relativamente definidos, até se alcançar um ecossistema maduro, que atinge o seu potencial máximo. Este ecossistema tende a manter a sua estabilidade, em equilíbrio dinâmico com o meio ambiente (num processo de homeostasia, que procura manter o equilíbrio entre os recursos disponíveis e os necessários para maximizar a sua continuidade).

De acordo com Eugene Odum, conhecido como o “pai da ecologia moderna”, durante a sucessão ecológica, os ecossistemas desenvolvem-se de modo relativamente previsível ao longo do tempo e as próprias comunidades biológicas modificam o ambiente, até alcançarem um ecossistema estável, com um máximo de biomassa e em equilíbrio com o meio.

Assim, a este processo de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades biológicas, alterando o seu próprio ambiente físico, até o ecossistema atingir o seu potencial máximo em equilíbrio dinâmico com o ambiente, dá-se o nome de sucessão ecológica.

Sucessão ecológica primária e secundária

Há dois conceitos centrais quando falamos de sucessão ecológica: o de sucessão primária e secundária.

Sucessão ecológica primária

A sucessão primária refere-se à dinâmica de estabelecimento de comunidades ecológicas onde elas não existiam anteriormente. Ou seja, o ponto de partida é um local inóspito, sem solo e sem vida (como as dunas, rochas ou zonas de lava recém-formadas). As primeiras formas de vida que conseguem instalar-se (espécies pioneiras) vão alterando as condições do ecossistema e promovendo um círculo virtuoso que torna o local cada vez mais convidativo para acolher espécies gradualmente mais exigentes e de maior porte.

Como exemplos temos os processos de colonização inicial da Terra pelas plantas (com a evolução das algas para plantas terrestres), ou a colonização de campos de lava em torno de um vulcão que deixou de estar ativo.

Sucessão ecológica secundária

A sucessão secundária ocorre num ambiente em que já existiu uma comunidade biológica, que foi alterada por uma perturbação que destruiu parcialmente o ecossistema.

Estas perturbações podem ter origem natural, como é o caso da ocorrência de vendavais, inundações ou deslizamentos de terra, ou decorrer da atividade humana, em resultado de intervenções no terreno ou alterações de usos do solo, como o corte de uma área florestal para instalação de um campo agrícola, por exemplo. A sucessão secundária corresponderia ao processo de regeneração que se seguiria à perturbação natural ou ao fim da exploração agrícola.

A floresta como exemplo de sucessão ecológica

Imaginemos uma floresta e as dinâmicas que permitiram a constituição deste ecossistema desde o zero. Precisamos de recuar até um passado longínquo, há centenas ou milhares de anos. Nesses tempos, a área que agora acolhe a nossa floresta seria apenas uma zona rochosa ou arenosa, desprovida de solo e de plantas.

Recuando a esse tempo, veríamos os primeiros seres vivos a conseguir fixar-se e sobreviver nesse ambiente hostil. Estes primeiros colonizadores são organismos simples: microrganismos, líquenes, musgos e algumas (poucas) pequenas ervas que conseguem singrar praticamente sem solo (e, por isso, sem matéria orgânica), expostos diretamente à força dos vários elementos (vento, chuva, gelo e neve) e com exposição solar constante, pois não existem sombras proporcionadas por outras plantas.

O desenvolvimento e decomposição destas formas de vida pioneiras contribui para a formação de uma camada inicial de solo, ainda pobre em nutrientes. Mas mesmo neste solo incipiente, outras espécies, ligeiramente mais complexas, são capazes de sobreviver.

A continuidade destes processos que se retroalimentam levará, tendencialmente, à criação de condições favoráveis para a fixação de espécies mais exigentes e de maior porte, até que os primeiros arbustos e árvores conseguem crescer e desenvolver-se.

Com a queda das folhas e galhos, estas espécies contribuem para enriquecer o solo, reforçando e renovando os seus nutrientes. Sob as suas copas, poderão crescer novas espécies menos tolerantes à intensidade da luz solar e que estarão mais protegidas da força do vento. Em paralelo, as suas flores, sementes e frutos atraem espécies animais, que ali encontram alimento e abrigo, contribuindo para a consolidação de uma comunidade ecológica mais complexa e madura.

Se a nossa floresta sofrer uma perturbação – um incêndio ou um corte para criação de um campo agrícola ou para a exploração de uma pedreira – a sua comunidade biológica e dinamismo são alterados. As perdas serão diferentes consoante a intensidade e a duração da perturbação, o que implicará processos de sucessão ecológica igualmente diferenciados.

Na região mediterrânica, as duas principais fontes de perturbação dos ecossistemas são o fogo e as pedreiras, indica a investigadora e ecologista Otília Correia, que explica: o fogo tem grande intensidade, mas curta duração, e um ecossistema por ele afetado mantém maior capacidade – e velocidade – de recuperação, até porque, mesmo com cinzas, o solo continua a existir e nele permanecem habitualmente algumas partes de plantas, que promovem o crescimento de nova vegetação. Estamos, neste caso, perante um processo de sucessão ecológica secundária.

Já no exemplo de uma pedreira, embora a perturbação seja restrita a uma área relativamente pequena, a sua intensidade é elevada e a sua duração é longa. Se houver destruição total do solo, o ecossistema que ali estava antes perdeu-se totalmente e necessitará de muitos anos para voltar a surgir. Sobre a rocha exposta, o solo terá de ser reposto, tal como num processo de sucessão primária. (Há boas práticas que podem facilitar este processo de recuperação de ecossistemas).

Como nasceu o conceito de sucessão ecológica e para que serve?

Central à ecologia, o conceito de sucessão ecológica data do final século XIX e um dos seus pioneiros foi o botânico Henry Cowles, após observar os diferentes tipos de vegetação que se sucediam ao longo das dunas do Lago Michigan.

Nas décadas seguintes, o botânico Fredericic Clements, complementou o conceito, com a ideia de que, após as etapas iniciais e intermédias de sucessão, qualquer comunidade vegetal atingiria o seu máximo potencial – uma “comunidade clímax”, na qual a vegetação e o habitat estariam em equilíbrio e contribuiriam (como se de um superorganismo se tratasse) para manter a sua própria estabilidade.

Pela mesma época, outros botânicos, como Henry A. Gleason e Arthur G. Tansley, questionaram algumas destas ideias de Clements, nomeadamente a existência deste estágio final de clímax, onde o ecossistema perpetuaria o seu próprio equilíbrio.

Embora com diversos contributos e variações, este conceito clássico de sucessão ecológica tendia a considerá-la como uma sequência linear de comunidades vegetais, que se substituíram em etapas crescentes e previsíveis.

No século XXI, o conceito integra a grande complexidade das relações entre espécies (não apenas vegetais), as perturbações naturais e a interação de elementos exteriores – que têm aspetos previsíveis, mas muitos outros aleatórios. Deste modo, considera uma maior multiplicidade mecanismos complexos e dinâmicos, que não são totalmente lineares nem progressivos, e que estão sujeitos a trajetórias mais diversas.

Entre as muitas e complexas variáveis a considerar estão, por isso, aspetos mais diversos, do que os inicialmente considerados, como, por exemplo:

– A disponibilidade de sementes viáveis de espécies pioneiras;

– A influência de espécies invasoras no desenvolvimento das comunidades vegetais e na composição do solo;

– O contributo dos organismos não vegetais na constituição das comunidades vegetais (como, por exemplo, o papel dos fungos que se associam às plantas, mantendo-se entre eles relações mutuamente benéficas – micorrizas), e as pressões das pragas e doenças;

– Os impactes das alterações climáticas na área de distribuição natural das espécies e na constituição do solo, incluindo aumento das temperaturas, carência de água ou fenómenos extremos de chuva, que contribuem, por exemplo, para o arrastamento das terras, com perda de matéria orgânica e nutrientes.

Embora o conceito inicial, linear e previsível, de sucessão ecológica seja um modelo simplificado de uma realidade mais complexa, várias das previsões por ele avançadas retratam com considerável precisão partes do que se sucede nas comunidades vegetais. São exemplos os aumentos da diversidade de espécies, da biomassa vegetal, da expectativa de vida das plantas, da importância dos organismos decompositores e da estabilidade da comunidade ecológica à medida que ela se torna mais complexa e madura (à medida do que, na teoria, seria a aproximação à etapa clímax).

Aprofundar os conhecimentos sobre os processos de sucessão ecológica mostra-se fundamental, em especial quando sabemos que a atividade humana tem vindo a alterar (e perturbar) de forma crescente as áreas naturais e que muitos ecossistemas se encontram mau estado de conservação. Só na União Europeia, serão mais de 80% os habitats que se encontram nesta condição. A Comissão Europeia pretende que sejam recuperados até 2050.

Com a aplicação de modelos matemáticos, muitas das ideias avançadas há mais de 100 anos, continuam, no século XXI, a apoiar o conhecimento sobre a sucessão ecológica. Deste modo, ajudam à determinação das estratégias de restauro ecológico mais adequadas à recuperação de diferentes ecossistemas que sofreram perturbações e à sua adaptação aos efeitos das alterações climáticas.

O artigo foi publicado originalmente em Florestas.pt.

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